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Inquima lança adjuvante inédito com camada extra de proteção para insumos biológicos

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A Inquima, empresa pioneira em tecnologia de aplicação, referência em soluções nas linhas de Adjuvantes, Nutrição Foliar e Biológicos, apresenta ao mercado seu novo adjuvante TA35 Gold Bio, desenvolvido para reduzir a mortalidade dos agentes biológicos que atuam como biocontroladores de pragas e doenças agrícolas. O lançamento vem para complementar a linha de adjuvantes TA35, referência no mercado, amplamente utilizados no campo.

Desenvolvido em parceria com a Ideelab Biotecnologia, o novo adjuvante TA35 Gold Bio tem como principal inovação um “escudo” que protege os agentes biológicos que são inseridos nas caldas de aplicação para controle biológico de doenças de plantas. “De modo geral, os adjuvantes podem ter interferência negativa junto aos insumos biológicos, como bactérias e fungos que são inseridos nas caldas para combate aos insetos e pragas da lavoura. E é essa a principal diferença do TA35 Gold Bio: por meio de estudos em biotecnologia, criamos um produto que funciona como um escudo para esses insumos, aumentando consideravelmente a viabilidade desses agentes na aplicação”, afirma o gerente do portfólio de adjuvantes da Inquima, Mateus Gimenez.

O produto foi lançado durante o Biological Summit (4-5 de abril, realizado em São Paulo) e apresentado em detalhes pelo CEO da Ideelab Biotecnologia, Ronaldo Dalio. “Com base em nosso conhecimento sobre os fatores críticos para os microrganismos, sabemos que as misturas de calda de aplicação geram perdas de viabilidade significativas para os produtos biológicos. Por essa razão, desenvolver o TA35 Gold Bio em parceria com a Inquima é um orgulho, já que conseguimos apresentar um adjuvante específico para uso com biológicos e que assegura maior viabilidade e eficácia a campo”, afirmou.

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Os adjuvantes são compostos que não possuem propriedades fitossanitárias e que são adicionados durante a preparação de caldas com defensivos. Esses compostos têm como objetivo melhorar a eficiência da aplicação, reduzindo perdas e garantindo que as plantas recebam a maior quantidade do ingrediente ativo, com melhor controle fitossanitário e maior eficiência. Além disso, os adjuvantes proporcionam redução de deriva, aumentando a segurança para culturas vizinhas e animais, redução do risco de contaminação de cursos d’água, solo e subsolo e dos resíduos nos alimentos e no meio ambiente, sendo uma solução ambientalmente responsável.

O TA35 Gold Bio é produzido a partir de óleo metilado de soja e, quando adicionado à água, forma uma nanoemulsão translúcida que proporciona total estabilidade e segurança nas aplicações.

Estudos preliminares indicam que a viabilidade celular dos insumos biológicos com a aplicação de TA35 Gold Bio pode chegar a 96% para Bacillus amyloliquefaciens, que ajuda no combate da Antracnose (Colletotrichum truncatum), uma das principais doenças da soja, que causa necrose dos pecíolos, manchas nas folhas, hastes e vagens, queda total das vagens ou deterioração das sementes em colheita retardada, entre outras doenças. O TA35 Gold Bio também é eficaz em manter a viabilidade de 87% dos fungos (organismos normalmente mais sensíveis do que as bactérias), como o Beauveria Bassiana, fundamental no controle biológico da cigarrinha-do-milho.

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De acordo com a gerente de portfólio de biológicos da Inquima, Andressa Cazetta, o uso de agentes como bactérias e fungos no controle de pragas é um caminho sem volta na agricultura. “Trabalhar apenas com o controle químico já não é mais tão efetivo. Os biológicos vieram para produzir o casamento perfeito, preservando o meio ambiente e colocando o que a natureza nos oferece para combater as pragas das lavouras. Ter um produto que seja um escudo para esses agentes biológicos na calda de aplicação de defensivos é a melhor forma de proteger a produtividade na hora da colheita”, afirmou.

“A biotecnologia tornou possível fazer a natureza contra-atacar, usando bactérias e fungos para combater pragas e doenças que destroem as lavouras. Hoje, o Brasil é um dos principais países no desenvolvimento de insumos biológicos para a agricultura. O mundo está olhando para nós”, explicou Andressa.

O TA35 Gold Bio estará à venda nos principais distribuidores agrícolas a partir de junho de 2024.

Fonte: Elabore Estratégia

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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