AGRONEGÓCIO

SENAR/SC divulga programação com mais de 450 cursos gratuitos para novembro

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), divulgou a programação de cursos gratuitos para o mês de novembro. A iniciativa, realizada em parceria com os Sindicatos Rurais, faz parte do Programa de Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS) e contempla mais de 450 capacitações. A lista completa está disponível em: https://sistemafaesc.com.br/senar/agenda-de-treinamentos/.

A Formação Profissional Rural contempla capacitações nas áreas de agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoril, atividades relativas à prestação de serviços, pecuária e silvicultura. Na Promoção Social são oferecidos treinamentos focados na educação, organização comunitária, saúde, alimentação e nutrição, além de artesanato.

O objetivo é auxiliar no desenvolvimento da produção de alimentos de forma sustentável e promover avanços sociais no campo. São beneficiados produtores e trabalhadores rurais que querem aprimorar o conhecimento para aumentar a produtividade e promover inovações nas propriedades.

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, salienta que os cursos beneficiam produtores e trabalhadores rurais que querem aprimorar o conhecimento para aumentar a produtividade e desenvolver suas propriedades. “Estamos em constante processo de inovação para oferecer conhecimentos sobre as últimas tendências do setor produtivo nas mais variadas áreas. Com essas e outras atividades de educação, formação profissional e assistência técnica que oferecemos, ao longo do ano, contribuímos para a geração de renda e para melhoria das condições de competitividade no mercado de trabalho do nosso público-alvo”.

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De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, a grande missão da entidade é levar oportunidades que promovem a educação, a informação e o conhecimento em agronegócio com inovação e eficiência. “Isso é muito importante para continuarmos na vanguarda do agronegócio e seguir contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do estado”.

CURSOS

A programação contempla cursos como: Doma Racional de Equídeos; Contratação correta e segura de mão de obra na propriedade rural; Processamento de carne de frango; Emissão de nota fiscal eletrônica do produtor rural; Produção caseira de pães e biscoitos; Colheitadeiras automotrizes – operação e manutenção; Cultivo protegido de hortaliças; Artesanato com pintura; contratação correta e segura de mão de obra na propriedade rural; Aumento da produtividade do mel; Produção caseira de massas para congelamento; Inclusão digital rural – informática básica 1; Turismo rural – produtos artesanais como recursos turísticos; entre outros.

Acesse o site e confira a programação completa: https://sistemafaesc.com.br/senar/agenda-de-treinamentos/. Inscrições podem ser feitas no Sindicato Rural de sua região.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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