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Senar faz Seminário da bovinocultura de leite em Chapecó

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O Sistema Faesc/Senar-SC (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) promove na próxima terça-feira (31), o Seminário Regional da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), com foco para a bovinocultura de leite. O evento ocorre no Parque da Efapi, em Chapecó (SC), das 9h às 13h e seguirá com visitação em horário livre.

Participarão produtores das regiões do Meio Oeste, Oeste e Extremo Oeste que fazem parte do Programa de Assistência Técnica e Gerencial cadeia produtiva de Bovinocultura de Leite.

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, lembra que a ATeG Pecuária de Leite iniciou em 2016 e atendeu mais de 5.200 produtores em 209 municípios catarinenses. “Atualmente, a iniciativa contabiliza 72 grupos com 2.050 produtores no Estado. Os significativos resultados são realidade porque o produtor está cada vez mais interessado em obter conhecimentos e porque contamos com a dedicação de eficientes equipes e excelentes parceiros em todas as áreas”.

Com duração de quatro anos, a metodologia é aplicada em cinco etapas: diagnóstico produtivo individualizado; planejamento estratégico; adequação tecnológica; capacitação profissional complementar e avaliação sistemática dos resultados. Os produtores assistidos recebem a visita do técnico uma vez por mês, além de acompanhamento contínuo a distância.

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PROGRAMAÇÃO

A recepção dos participantes será das 08h. A cerimônia de abertura do seminário às 9 horas com explanação do presidente do Sistema Faesc/Senar José Zeferino Pedrozo. Às 09h15 inicia apresentação sobre a ATeG Bovinocultura de Leite em Santa Catarina e, a partir das 09h30 haverá palestra com o tema “Aumento da eficiência econômica de sistemas de produção de leite em tempos de preços e custos desafiadores, ” com o engenheiro agrônomo Dr. Wagner Beskow.

CASES DE SUCESSO

A partir das 10h45 os produtores atendidos pela ATeG apresentarão seus cases de sucesso da ATeG, realizada pelo Senar/SC, em parceria com os Sindicatos Rurais. O produtor Eduardo Brancher apresentará sua experiência, acompanhado do técnico de campo Alfeu Cristiano Kleemann e do supervisor técnico do Sindicato Rural de Pinhalzinho Leandro Simioni.

Darlei Adriano Canossa explanará seu case de sucesso, juntamente com o técnico de campo Bruno Streher Matté e com o supervisor técnico do Sindicato Rural de Pinhalzinho Fernando da Silveira. Do Sindicato Rural de Itapiranga serão apresentados os resultados do produtor Rogério Vinceski, que estará acompanhado pelo técnico de campo Jean Burin e pelo supervisor técnico Fernando Schneider. O produtor Gian Perazzoli, do Sindicato Rural de Videira, também apresentará seu case na companhia da técnica de campo Suiane Pittol e do supervisor técnico Guilherme Romani de Mello.

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O almoço será no local do evento a partir das 13 horas e a visitação é livre na Expofeira da Tec Agro.

TEC AGRO

O Tec Agro é um evento gratuito, realizado no Parque de Exposições da Efapi nos dias 30 e 31/10. O evento destacará a transformação de ponta a ponta da cadeia agro.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Soja sustentável gera R$ 6 milhões em bônus e impulsiona agricultura regenerativa em Mato Grosso

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A produção de soja sustentável em Mato Grosso vem ganhando força e gerando retorno direto ao produtor. Na safra 2024/2025, agricultores vinculados à Associação Clube Amigos da Terra devem receber cerca de R$ 6 milhões em bônus pela comercialização de créditos de soja certificada, consolidando o avanço da agricultura regenerativa no estado.

A certificação da Round Table on Responsible Soy assegura que a produção segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, agregando valor ao produto brasileiro no mercado global.

Certificação exige alto padrão de sustentabilidade

Para obter o selo RTRS, os produtores precisam atender a 108 critérios, que incluem:

  • Cumprimento da legislação ambiental
  • Preservação de áreas sensíveis
  • Condições adequadas de trabalho
  • Relacionamento com comunidades
  • Uso responsável de insumos
  • Rastreabilidade total da produção

Cada tonelada de soja certificada gera um crédito negociado internacionalmente. Na última safra, os associados ao CAT Sorriso produziram 686 mil toneladas de soja responsável, com créditos comercializados para empresas da Europa e da América do Sul.

Prêmio financeiro amplia acesso a mercados

Segundo a coordenação da entidade, o principal diferencial está na conexão com compradores que valorizam cadeias sustentáveis e remuneram melhor o produtor.

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A bonificação é definida pelo próprio mercado internacional, que reconhece práticas produtivas alinhadas a padrões ESG, fortalecendo a competitividade da soja brasileira.

Recursos são revertidos em melhorias nas propriedades

Parte significativa dos valores obtidos com a certificação tem sido reinvestida nas fazendas, especialmente em ações voltadas ao bem-estar dos trabalhadores rurais.

Entre os investimentos estão:

  • Melhoria em alojamentos e estruturas de convivência
  • Modernização de cantinas
  • Aquisição de uniformes e equipamentos
  • Condições mais seguras e adequadas de trabalho

Além disso, a certificação contribui para aprimorar a gestão das propriedades, promovendo maior organização e controle das atividades.

Número de fazendas certificadas cresce quase seis vezes

O avanço da soja sustentável é refletido no crescimento das propriedades certificadas. Em dez anos, o número de fazendas vinculadas ao CAT Sorriso com selo RTRS saltou de 9 para 53.

Esse crescimento é sustentado por suporte técnico contínuo, que inclui:

  • Consultoria especializada
  • Organização documental
  • Monitoramento de práticas agrícolas
  • Apoio na comercialização dos créditos

O acompanhamento é permanente, com registros detalhados das operações realizadas nas propriedades ao longo da safra.

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Agricultura regenerativa ganha espaço no campo

As fazendas certificadas adotam práticas de agricultura regenerativa, com foco na sustentabilidade e na eficiência produtiva. Entre as principais técnicas estão:

  • Plantio direto
  • Rotação de culturas
  • Sistemas agroflorestais
  • Uso racional de insumos
  • Essas práticas contribuem para:
  • Melhoria da saúde do solo
  • Maior retenção de água
  • Redução da erosão
  • Sequestro de carbono
Sustentabilidade se consolida como estratégia de crescimento

O avanço da certificação RTRS reforça o papel de Mato Grosso como referência global na produção de soja sustentável. A expectativa do setor é ampliar o número de produtores participantes, consolidando um modelo produtivo que alia rentabilidade, responsabilidade ambiental e acesso a mercados premium.

Com isso, a agricultura brasileira avança na direção de sistemas mais resilientes, eficientes e alinhados às exigências do consumidor global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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