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Secretaria Municipal de Trabalho disponibiliza 138 vagas de emprego em Cuiabá nesta segunda-feira

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, disponibiliza nesta segunda-feira (23) um total de 138 vagas de emprego para diversas áreas de atuação. Entre as oportunidades, destacam-se funções que não exigem experiência prévia, facilitando a inserção de jovens e novos profissionais no mercado de trabalho local.

Os salários oferecidos variam entre R$ 1.621,00 e podem chegar a R$ 10.993,22 para cargos de nível superior, como o de Engenheiro Civil. Além da remuneração, a maioria das vagas conta com benefícios como vale-transporte, ticket alimentação, assistência médica e odontológica, além de premiações por assiduidade ou produção, dependendo da empresa contratante.

Resumo geral das vagas

Setor de Serviços e Vendas: O cargo de Consultor de Vendas é o que possui o maior número de postos abertos, com 40 vagas disponíveis. Outros destaques são as vagas para Ajudante de Carga e Descarrega (26 vagas no total) e Retalhador de Carne (20 vagas).
Nível Superior e Técnico: Estão abertas oportunidades para Advogado (1 vaga), Engenheiro Civil (1 vaga), Psicólogo Social (1 vaga temporária) e Técnico de Segurança do Trabalho (1 vaga). Há também uma vaga de estágio para Psicologia a partir do 2º período.
Inclusão (PCD): A planilha destaca uma vaga exclusiva para Pessoas com Deficiência (PCD) na função de Auxiliar de Limpeza.
Diversidade de Escolaridade: As vagas abrangem desde o nível de escolaridade “não exigida” e “ensino fundamental incompleto” até o nível superior completo.

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O Sine Municipal de Cuiabá é administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na, localizado na Praça Rachid Jaudy, Centro, no prédio do Instituto Dante de Oliveira, em Cuiabá.

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone fixo 3324 9480 e WhatsApp: (65) 99251-7480.

Atendimento ao trabalhador 99251-7480

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Estágios

Atendimento sobre vagas de estágio: 99241-0935 (Mariana)

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito por telefone e e-mail:

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Telefone fixo: (65) 3324 9470, WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]

Atendimento empregador 99255-2450 (Matheus)

Atendimento ao microempreendedor (MEI): (65) 99217-2903
(Ingrid)

Van itinerante do SIne

Mídia/van (65) 99294-8484 (Renildo)

Confira as oportunidades

Advogado – 01
Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 26
Ajudante de eletricista – 01
Ajudante de serralheiro – 02
Atendente de balcão – 05
Atendente de lojas – 01
Atendente de mesa – 01
Auxiliar de cozinha – 01
Auxiliar de estoque – 04
Auxiliar de limpeza – 04
Auxiliar de limpeza (vaga exclusiva-PCD) – 01
Auxiliar de linha de produção – 02
Auxiliar financeiro – 01
Consultor de vendas – 40
Costureira de reparação de roupa – 01
Cumim – 01
Desossador – 10
Empregado doméstico nos serviços gerais – 03
Engenheiro civil – 01
Faturista – 01
Faxineiro – 01
Mestre serralheiro – 01
Motorista de ônibus rodoviário – 01
Operador de máquina de lavar roupa em geral – 02
Psicólogo clínico (estágio) – 01
Psicólogo social vaga temporária (10 meses) – 01
Retalhador de carne – 20
Técnico de segurança do trabalho – 01
Vendedor interno – 03

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Plano Safra 2026/2027 reduz crédito rural, corta recursos equalizados e amplia críticas sobre números anunciados pelo governo

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O anúncio do Plano Safra 2026/2027 para a agricultura empresarial, realizado pelo governo federal, gerou forte reação do setor produtivo e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Embora o Executivo tenha apresentado o programa como um “Plano Safra recorde”, a análise detalhada dos números revela redução nos recursos destinados às principais modalidades de crédito rural, diminuição do volume de recursos equalizados e mudanças na metodologia de cálculo que elevaram artificialmente o valor total anunciado.

O plano soma R$ 525,1 bilhões, crescimento nominal de 1,7% em relação ao ciclo anterior. Entretanto, parte desse aumento decorre da incorporação de recursos provenientes de programas que tradicionalmente não integravam o escopo do Plano Safra, enquanto linhas consideradas essenciais para o financiamento da produção registraram cortes significativos.

Crédito para custeio encolhe e preocupa produtores

A principal redução ocorreu justamente nas operações de custeio e comercialização, responsáveis por financiar o plantio, a compra de insumos, o manejo das lavouras e a manutenção da atividade agropecuária.

Os recursos destinados a essa finalidade caíram de R$ 414,7 bilhões no Plano Safra 2025/2026 para R$ 384,9 bilhões no novo ciclo, uma redução de 7,2%. Para entidades do setor, essa diminuição pode limitar o acesso ao crédito rural em um momento de elevados custos de produção e restrição financeira enfrentada pelos produtores.

Outro ponto considerado preocupante é a queda dos recursos equalizados — aqueles subsidiados pelo Tesouro Nacional para reduzir as taxas de juros das operações de crédito rural. O volume passou de R$ 113,8 bilhões para R$ 97 bilhões, representando retração de 14,7%.

Na avaliação de representantes do agronegócio, a redução reforça uma tendência de substituição das linhas com juros controlados por modalidades de financiamento mais caras, aumentando o custo do crédito no campo.

Investimentos crescem apenas no papel, apontam análises

Embora o governo tenha destacado um aumento de 38,1% nos recursos destinados aos investimentos, passando de R$ 101,5 bilhões para R$ 140,2 bilhões, especialistas observam que esse crescimento decorre, em grande parte, da inclusão de recursos de programas externos ao crédito rural tradicional.

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Entre os valores incorporados estão R$ 10 bilhões do programa Move Agricultura, vinculado ao Move Brasil, além de R$ 28,5 bilhões do Ecoinvest Brasil, iniciativa voltada à recuperação de pastagens.

Sem esses recursos adicionais, o volume efetivamente disponível para investimentos dentro da estrutura tradicional do Plano Safra seria significativamente menor. Nesse cenário, o total do programa ficaria em R$ 486,6 bilhões, cerca de 5,7% abaixo do montante disponibilizado no ciclo anterior.

Linhas estratégicas sofrem cortes expressivos

Apesar do discurso de fortalecimento dos investimentos, a maior parte das linhas tradicionais registrou redução de recursos.

O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), voltado à renovação de máquinas agrícolas, sofreu um dos maiores cortes do plano. Os recursos caíram de R$ 9,5 bilhões para R$ 3,7 bilhões, redução superior a 50%.

Também houve diminuição nos recursos destinados ao Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), justamente em um momento em que o Brasil enfrenta déficit de capacidade de armazenagem diante das sucessivas safras recordes.

Segundo avaliações do setor, das 12 principais linhas de investimento com juros definidos, apenas uma apresentou aumento de recursos.

Recursos privados ganham peso no financiamento

Outra parcela relevante do Plano Safra continua baseada nas Cédulas de Produto Rural (CPRs), que representam aproximadamente R$ 194 bilhões do total anunciado.

Esses recursos são financiados principalmente pelas Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), instrumento privado que mantém isenção de Imposto de Renda para investidores e se consolidou como uma das principais fontes de financiamento do setor.

O fortalecimento das LCAs ganhou ainda mais importância após a rejeição, pelo Congresso Nacional, da proposta do governo que previa tributação desses títulos. Segundo integrantes da bancada ruralista, caso a medida tivesse sido aprovada, a disponibilidade de recursos privados para o crédito agrícola poderia ser ainda menor.

Seguro Rural permanece fragilizado

Outro ponto que gerou críticas foi a ausência de medidas para fortalecer o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

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Nas últimas semanas, o governo promoveu sucessivos bloqueios orçamentários que reduziram os recursos do programa de R$ 1,01 bilhão para aproximadamente R$ 473 milhões.

Com a redução, entidades do setor estimam que a cobertura do Seguro Rural poderá atingir o menor nível da última década, justamente em um cenário marcado pela confirmação do fenômeno El Niño e pelo aumento dos riscos climáticos para a produção agrícola.

A limitação do programa preocupa produtores, especialmente diante do elevado endividamento do setor e da crescente frequência de eventos climáticos extremos.

FPA critica números e cobra mudanças na política agrícola

Em nota oficial, a Frente Parlamentar da Agropecuária classificou o Plano Safra 2026/2027 como insuficiente para atender às necessidades do setor produtivo.

Segundo a entidade, o governo utilizou uma metodologia diferente das edições anteriores ao incorporar recursos externos ao crédito rural tradicional, criando a percepção de um programa maior do que efetivamente representa para o produtor.

A FPA também criticou a redução dos recursos destinados ao custeio, aos investimentos estratégicos, ao crédito equalizado e ao Seguro Rural, afirmando que essas medidas ocorrem justamente em um momento de elevado endividamento do campo e aumento da exposição aos riscos climáticos.

Além das questões financeiras, a bancada ruralista manifestou preocupação com a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de lançamento do Plano Safra voltado à agricultura empresarial. Para a entidade, a decisão transmite um sinal político de divisão entre agricultura empresarial e agricultura familiar, quando ambas integram a mesma cadeia responsável pelo abastecimento, geração de empregos e desenvolvimento da economia brasileira.

A Frente Parlamentar da Agropecuária informou que continuará defendendo, no Congresso Nacional, a aprovação do Projeto de Lei nº 5.122/2023, que trata da renegociação das dívidas rurais, e do Projeto de Lei nº 2.951/2024, que propõe uma reformulação do modelo de Seguro Rural no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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