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Dia do Conselheiro Tutelar: Cuiabá avança na valorização dos profissionais que atuam na defesa dos direitos das crianças e adolescentes

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Hoje, 18 de novembro, é celebrado o Dia do Conselheiro Tutelar, uma data dedicada a homenagear os profissionais que atuam na linha de frente da proteção dos direitos das crianças e adolescentes. Em Cuiabá, a gestão de Emanuel Pinheiro, desde o primeiro ano à frente do Executivo Municipal, tem implementado diversas iniciativas para valorizar a categoria. O trabalho dos conselheiros é essencial para garantir os direitos das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a rede de proteção contra violência, abandono e outras violações de direitos.

Um dos maiores avanços foi o aumento salarial desses profissionais. Com a nova legislação, Lei 6.873/2022, o salário, que anteriormente era de R$ 3.264,57, passou a ser R$ 6.812,47, um reajuste de 108%. Esse valor é readequado pelo índice adotado para a revisão geral anual dos servidores públicos municipais, posicionando Cuiabá entre as cidades com os melhores salários para conselheiros tutelares no Brasil.

“O conselheiro tutelar representa o Estado democrático de direito, trabalhando pelo fortalecimento da família, muitas vezes em situações de fragilidade e desentendimento, com pessoas em situação de vulnerabilidade social. São verdadeiros guerreiros, que se envolvem no convívio familiar para defender crianças e adolescentes indefesos, com o objetivo de resgatar a dignidade dessas pessoas. Esse é o papel digno de cada profissional dessa categoria”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

A primeira-dama, Márcia Pinheiro acrescenta dizendo da importância do profissional para Cuiabá. “O fortalecimento da atenção às crianças e adolescentes é uma marca da nossa gestão. Por isso, é fundamental valorizar a categoria dos conselheiros tutelares, reconhecendo o trabalho essencial que realizam, são eles que atuam na ponta, deparam com situações delicadas e precisam atuar com presteza e excelência na defesa dos direitos das nossas crianças e adolescentes”, disse a primeira-dama.

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Atualmente, Cuiabá conta com seis unidades de Conselhos Tutelares: 1º CT – Centro, 2º CT – Pedra 90, 3º CT – CPA, 4º CT – Santa Izabel, 5º CT – Coxipó, e 6º CT – Planalto. Além disso, há o Conselho Tutelar de Plantão, que Avenida Getúlio Vargas n. 997, bairro Popular. Cada Conselho é composto por cinco servidores, totalizando 30 conselheiros.

Podemos destacar também alguns avanços relacionados à gestão predial das unidades do Conselho Tutelar. A maioria delas passou por manutenção. Um exemplo importante é a reforma e ampliação da unidade do Conselho Tutelar do Pedra 90, resultado de uma parceria entre o município e o Ministério Público do Trabalho (MPT). A ação permitiu a substituição do telhado, renovação do forro, atualização da parte elétrica, troca do piso, pintura, instalação de novas janelas e portas, além de melhorias na cozinha e em outros espaços de atendimento, como as salas dos psicólogos.

Houve a eleição da nova composição do Conselho Tutelar, que cumprirá um mandato de quatro anos (2024-2027). A posse ocorreu em janeiro deste ano, conforme estipulado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.069, de 3 de julho de 1990). Todas as etapas do processo de escolha foram realizadas em Cuiabá.

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Os conselheiros eleitos trabalham com uma jornada de 40 horas semanais, das 8h às 12h e das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira, podendo haver horas extras em casos de plantão.

“O conselheiro tutelar não trabalha sozinho. A Secretaria de Assistência está aqui para apoiar e colaborar com vocês. Vocês são uma parte essencial da nossa rede de proteção, e seu trabalho merece respeito, confiança e reconhecimento”, destacou a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Clausi Barbosa.

Para melhorar a eficiência dos serviços oferecidos às pessoas em situação de vulnerabilidade social, foram entregues seis veículos para uso dos Conselhos Tutelares da capital. “Esse é um compromisso da gestão de Emanuel Pinheiro com a população cuiabana, para oferecer serviços de qualidade e excelência no atendimento, alcançando um número ainda maior de pessoas assistidas pelos serviços públicos dentro da Política Municipal de Assistência Social”, afirmou a secretária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Bicudo-do-algodoeiro continua sendo principal ameaça à produtividade do algodão no Brasil

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Inseto ataca estruturas reprodutivas da planta e segue como um dos maiores desafios fitossanitários da cotonicultura brasileira, exigindo estratégias combinadas de controle e prevenção.

Pressão do bicudo mantém alerta máximo no algodão brasileiro

O bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) permanece como a principal praga da cultura do algodão no Brasil, representando um dos maiores riscos à produtividade e à qualidade da fibra. O inseto ataca diretamente estruturas reprodutivas da planta, como botões florais e maçãs, comprometendo o desenvolvimento da lavoura e podendo provocar perdas que chegam a cerca de 70% do potencial produtivo.

Segundo especialistas do setor, o impacto do bicudo está diretamente ligado à sua ação sobre partes essenciais da planta, o que afeta a formação e o enchimento das estruturas produtivas. Quando o manejo não é eficiente, a queda de botões e frutos se intensifica, reduzindo significativamente o rendimento final da cultura.

Características da praga dificultam controle no campo

De pequeno porte — entre 3 e 6 milímetros — e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro apresenta alta capacidade de reprodução e grande agressividade no ataque às plantas, o que torna seu controle um desafio constante para os produtores.

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Os primeiros sinais de infestação incluem perfurações em botões florais, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto característico deformado, conhecido como “rosetado”. Em muitos casos, os sintomas iniciais passam despercebidos, mas a evolução da infestação pode ser rápida em condições favoráveis, reduzindo o tempo de resposta no manejo.

Monitoramento e manejo integrado são fundamentais

O controle eficiente do bicudo-do-algodoeiro depende diretamente do monitoramento contínuo da lavoura. A inspeção frequente, especialmente nas estruturas reprodutivas, é essencial para identificar a presença da praga ainda no início da infestação.

Além disso, práticas como destruição de restos culturais, eliminação de plantas voluntárias e uso de armadilhas durante a entressafra são estratégias importantes para reduzir a população do inseto entre os ciclos produtivos.

Especialistas reforçam que o controle não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de medidas integradas e aplicadas no momento correto.

Manejo químico exige rotação e estratégia

O manejo integrado também envolve o uso criterioso de inseticidas e a rotação de mecanismos de ação para evitar resistência da praga. Em áreas de alta pressão do bicudo, soluções com diferentes modos de ação ganham relevância no controle.

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Produtos com ação por contato e ingestão, como aqueles à base de etiprole, são citados como ferramentas importantes dentro de programas de manejo, contribuindo para maior eficiência no controle da praga quando utilizados de forma estratégica.

Conclusão: controle do bicudo depende de planejamento contínuo

O bicudo-do-algodoeiro segue como um dos principais desafios da cotonicultura brasileira e exige uma abordagem técnica, integrada e contínua ao longo de toda a safra.

O sucesso no controle da praga está diretamente ligado ao planejamento, ao monitoramento constante e à combinação de diferentes estratégias de manejo, fatores essenciais para preservar o potencial produtivo do algodão no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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