AGRONEGÓCIO

Secretaria de Infraestrutura inicia etapa de imprimação asfáltica no bairro São José

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, iniciou a etapa de imprimação asfáltica em uma das principais vias do bairro São José, na região do Coxipó. O trecho, com aproximadamente 300 metros, liga a Rua 1 à Avenida Rio Branco.

A imprimação asfáltica impermeabilizante consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico sobre a base já concluída, como preparação para o revestimento definitivo. Essa etapa é fundamental para garantir a aderência correta entre a base e a camada final, assegurando maior durabilidade do pavimento mesmo em condições adversas, como chuvas intensas, passagem de veículos pesados e alto fluxo de trânsito.

“Estamos avançando com importantes melhorias na infraestrutura do bairro São José, atendendo uma demanda antiga da comunidade. A etapa de imprimação asfáltica é crucial para garantir a qualidade e a durabilidade do pavimento, evitando problemas futuros como buracos e alagamentos. Nosso compromisso é proporcionar uma mobilidade mais segura e eficiente para motoristas e pedestres, valorizando a região e melhorando a qualidade de vida da população. Seguimos trabalhando com planejamento e técnica para entregar resultados que realmente façam a diferença para Cuiabá”, pontuou o secretário de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

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A colocação da capa asfáltica, que finaliza o processo de tratamento viário, está prevista para a primeira quinzena de junho.

Tratamento viário no bairro São José

Nos meses de março e abril, a Prefeitura de Cuiabá realizou um mutirão de tapa-buracos nas principais ruas e vias adjacentes do bairro São José, com o objetivo de melhorar a trafegabilidade na região.

Simultaneamente, as equipes avançaram com trabalhos de drenagem e recuperação viária. Entre as ações, destaca-se a instalação de manilhas de concreto, etapa essencial para otimizar a drenagem das águas pluviais e prevenir alagamentos. Todos os serviços são realizados seguindo rigorosos padrões técnicos, garantindo maior durabilidade ao pavimento e valorizando o bairro.

No mês de maio, o bairro recebeu o recapeamento total, preparando o local para a aplicação de uma nova camada asfáltica de alta qualidade e durabilidade, seguindo os padrões corretos para a execução do serviço.

#PraCegoVer

A imagem mostra o serviço de imprimação asfáltica sendo realizado no bairro São José. Ao fundo, uma motoniveladora auxilia na execução do serviço.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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