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Rotação de culturas: estratégia essencial para a produtividade na horticultura

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A rotação de culturas é uma prática indispensável para a manutenção da fertilidade do solo e a sustentabilidade da produção hortícola. De acordo com uma publicação da Gen Produtos Agrícolas no LinkedIn, o cultivo contínuo das mesmas hortaliças em um único local pode reduzir gradativamente a produtividade, pois esgota os nutrientes e favorece o surgimento de pragas e doenças.

Entre os principais benefícios dessa técnica está a reposição natural dos nutrientes. Cada espécie vegetal possui exigências nutricionais distintas, e a alternância das culturas ajuda a equilibrar a fertilidade do solo, diminuindo a necessidade de fertilizantes químicos. Além disso, a rotação dificulta a proliferação de organismos que atacam culturas específicas, reduzindo a incidência de pragas e doenças e, consequentemente, os custos com defensivos agrícolas.

Outro fator positivo é a melhoria da estrutura do solo. O cultivo de plantas com diferentes tipos de raízes contribui para evitar a compactação e a erosão, promovendo uma melhor drenagem e retenção de água. Esse equilíbrio favorece o desenvolvimento das plantas e a eficiência no uso dos recursos naturais.

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Para produtores de hortaliças, uma sugestão eficiente de rotação envolve a alternância entre diferentes grupos de plantas. Pode-se iniciar com folhosas, como alface e rúcula, seguidas por frutíferas, como tomate e pimentão. Na sequência, entram os tubérculos, como cenoura e beterraba, finalizando com leguminosas, como ervilha e feijão. Essa estratégia mantém o solo produtivo e equilibrado, assegurando colheitas mais saudáveis e sustentáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Café recua nas bolsas internacionais, mas colheita lenta no Brasil sustenta preços no físico

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O mercado de café encerrou esta quarta-feira (29) em queda nas bolsas internacionais, refletindo um movimento técnico de ajuste e a pressão do cenário global. Apesar do recuo, o ritmo mais lento da colheita no Brasil tem reduzido o impacto negativo no mercado físico, sustentando os preços internos.

Bolsas internacionais registram queda

Na Bolsa de Nova York, os contratos do café arábica fecharam em baixa. O vencimento julho/26 recuou para 293,85 cents por libra-peso, com perda de 105 pontos. O contrato setembro/26 terminou em 284,05 cents/lb, também com queda de 105 pontos, enquanto o dezembro/26 encerrou a 276,05 cents/lb, com baixa de 95 pontos.

Em Londres, o café robusta acompanhou o movimento negativo. O contrato julho/26 fechou em US$ 3.446 por tonelada, com recuo de 35 pontos. O setembro/26 caiu para US$ 3.359 por tonelada, enquanto o novembro/26 terminou em US$ 3.288 por tonelada, com perdas de 33 e 31 pontos, respectivamente.

Expectativa de safra pressiona o mercado

O movimento de baixa está ligado, principalmente, ao ajuste de posições no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta com a entrada da safra brasileira. Esse fator segue como principal vetor de pressão no curto prazo.

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A perspectiva de uma produção elevada, com possibilidade de recorde, continua no radar dos agentes e reforça o viés baixista estrutural.

Colheita lenta no Brasil muda dinâmica

No cenário interno, porém, o mercado apresenta sinais distintos. De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica ainda avança de forma lenta na maior parte das regiões produtoras.

Os trabalhos estão mais adiantados apenas na Zona da Mata de Minas Gerais. Já regiões relevantes, como Sul de Minas e Cerrado Mineiro, ainda não iniciaram a colheita de forma consistente. Em estados como São Paulo e Paraná, o avanço também é limitado, com volumes reduzidos.

Esse atraso na entrada da nova safra reduz a pressão imediata de oferta, contribuindo para a sustentação dos preços no mercado físico.

Mercado físico segue travado e seletivo

No Brasil, o comportamento das negociações segue heterogêneo. O café arábica apresenta negócios pontuais, com produtores mais cautelosos diante da volatilidade e aguardando melhores oportunidades de venda.

Por outro lado, o café conilon mantém maior fluidez, impulsionado por demanda ativa e maior volume de negociações.

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Câmbio segue no radar do produtor

Outro fator relevante é o câmbio. A valorização do real frente ao dólar tende a reduzir a competitividade das exportações brasileiras, pressionando os preços internos. Em contrapartida, a alta da moeda norte-americana melhora a paridade de exportação e pode estimular a comercialização.

Mercado entra em fase de transição

O mercado de café vive um momento de transição. Enquanto as bolsas refletem o peso das expectativas de maior oferta, o atraso na colheita brasileira impede quedas mais acentuadas no curto prazo.

A combinação entre ritmo da safra, comportamento do câmbio e dinâmica da demanda será determinante para a formação dos preços nas próximas semanas. A volatilidade segue elevada, exigindo estratégia e atenção redobrada por parte dos produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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