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Rehagro lança cursos livres de curta duração para o agronegócio focados na aplicabilidade: “aprendeu, usou!”

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Conhecimento prático: “aprendo hoje, uso amanhã”. Essa a ideia que deu base para uma série de cursos livres on-line, de curta duração, lançados pelo Rehagro, referência em educação e difusão de conhecimento no agronegócio brasileiro. “Nossos cursos livres têm foco na aplicabilidade, alguns com exemplos reais, filmados no próprio campo e outros com demonstrações em sala”, explica Alex Prado, gerente de Estratégia Comercial Digital do Rehagro. “Em coerência com nosso DNA, nos preocupamos em gerar resultados para os clientes”, diz Prado. O diferencial é que no Rehagro os professores são também consultores que atuam em fazendas de clientes em 17 estados do Brasil. “Essa experiência real é transferida diretamente para as atividades de ensino”, diz ele.

Já foram lançados oito cursos livres e o Rehagro lançará outros cinco ainda neste mês de outubro. Até o final do ano, a grade deverá chegar a 25 cursos nesse formato. Voltados para produtores, técnicos agrícolas, consultores e gestores de empresas ligadas ao agronegócio, os cursos cobrem as áreas de café, grãos, leite e corte. Haverá ainda, mais à frente, cursos sobre gestão. “A duração média varia entre 5 e 15 horas, ou seja, pode ser feito em um fim de semana”, indica Prado. Em alguns casos, há apostilas técnicas para consulta e complementação. Os cursos estão com uma condição promocional de lançamento e, com esses descontos, o valor médio fica em torno de R$ 397.

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Com mais de 20 anos de atuação na educação especializada no agronegócio e 35 mil alunos treinados, o Rehagro ouviu as demandas do mercado para os cursos livres. “Foram desenhados para quem quer otimizar o tempo e prefere fazer só a matéria que atende a uma necessidade específica e imediata”, informa Alex Prado. Cursos livres são uma oportunidade adicional para quem quer imprimir um ritmo mais forte e rápido ou para quem está com o tempo restrito e precisa ir mais devagar. “O curso livre a pessoa faz quando pode, no tempo dela. A vida corrida aumenta a necessidade de se adquirir conhecimento de forma prática e flexível”, completa Prado.

Café, grãos, leite e corte

Na área do café, o Rehagro lançou dois cursos livres: “Passo a passo no pós-colheita para cafés de qualidade”, e “Correção do solo e adubação do café arábica”. Na área de grãos, as opções são: “Pulverização perfeita: mais produtividade e menos desperdício” e “Eficiência máxima na aplicação de corretivos e fertilizantes”. Na área do leite, são quatro opções: “Como ter sucesso na criação de bezerras leiteiras”, “Segredos para reduzir a mastite e melhorar a qualidade do leite”, “Manejo alimentar para aumento do lucro na produção de leite” e “Como crescer o rebanho leiteiro através da reprodução eficiente”, já na área do corte, são dois cursos: “Estratégia e melhores práticas na integração lavoura-pecuária (ILP)” e “Anatomia e fisiologia da digestão em gado de corte – Bases da nutrição para aumento do desempenho em gado de corte”.

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Fonte: Rehagro

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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