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Região do Cerrado Mineiro realiza primeiro Leilão Virtual de Café de 29 de janeiro a 2 de fevereiro

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Com o objetivo de intensificar a internacionalização da marca Região do Cerrado Mineiro, a primeira Denominação de Origem no Brasil, e estabelecer uma conexão direta com os consumidores no mercado global de café, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado realiza, a partir de segunda-feira (29), o primeiro Leilão Virtual de Café.

O pregão online se estenderá até o dia dois de fevereiro, onde serão comercializados 11 lotes de café, que são parte complementar do Leilão Café Solidário, realizado em novembro, durante o 11º Prêmio da RCM, em Uberlândia, Minas Gerais.

As 29 sacas de café distribuídas nas categorias Café Natural (17 sacas de 60 kg), Cereja Descascado (09 sacas de 60 kg) e Fermentação Induzida (03 sacas de 60 kg) serão disponibilizadas para compra através da plataforma virtual M-Cultivo.

A iniciativa proporcionará uma oportunidade única para torrefadores e cafeterias renomados no mercado global experimentarem a diversidade de sabores produzidos pela RCM. A meta é atingir aproximadamente 50 compradores internacionais com o leilão virtual, visando ampliar a internacionalização da marca.

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Segundo o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, a cooperativa Expocacer desempenhará o papel de canal exportador dos lotes, com a estratégia comercial incluindo também outros canais exportadores e importadores credenciados pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

Fonte: Serifa Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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