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Recepção de soja na Capal atinge 421,3 mil toneladas e registra crescimento de 23,5% na produtividade

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A Capal Cooperativa Agroindustrial encerrou a safra 2024/2025 de soja com resultados positivos. A recepção bruta da soja alcançou 421,3 mil toneladas, dentro da projeção da cooperativa, e cobriu uma área de 168 mil hectares nos estados do Paraná e São Paulo. Em comparação à safra anterior, a produtividade apresentou um expressivo incremento de 23,5%.

De acordo com Roberto Martins, coordenador regional de Assistência Técnica Agrícola (DAT), os resultados satisfatórios foram influenciados por uma combinação de fatores, com destaque para as condições climáticas favoráveis e o escalonamento da safra. “A distribuição das chuvas foi ideal, com baixos pontos de atenção, e a temperatura foi mais amena que no ano passado, o que ajudou a melhorar o desempenho das lavouras”, explica Martins.

No sudoeste de São Paulo, em municípios como Taquarivaí e Taquarituba, as altas temperaturas e a falta de chuvas no final da safra não resultaram em perdas significativas. “Embora o clima tenha sido mais quente, o impacto nas lavouras foi mínimo, e a recepção atendeu às expectativas da cooperativa”, comenta o coordenador. Martins também ressalta que as áreas mais afetadas pela amplitude térmica, com maior estresse climático, tiveram resultados positivos devido ao acompanhamento técnico contínuo.

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O engenheiro agrônomo destaca ainda a importância da assistência técnica e do escalonamento da safra como fatores-chave para o bom resultado. “Quando o escalonamento é realizado de maneira eficaz, desde o plantio até a colheita, isso reflete diretamente no volume e na qualidade da produção”, afirma Martins.

A logística também se mostrou eficiente, com o recebimento bem distribuído ao longo da safra, o que evitou picos de demanda nos pátios das unidades. Carlos Faria, coordenador de Operações de Grãos, enfatiza que a estruturação da equipe da Capal e a antecipação de estratégias comerciais garantiram um fluxo contínuo e controlado, sem grandes filas ou demoras. “A logística foi muito bem planejada, permitindo um atendimento mais eficaz aos cooperados”, avalia Faria.

Com uma média de 4 mil toneladas recebidas por dia nas unidades, a safra 2024/2025 se mostrou equilibrada tanto em volume quanto em qualidade. “Foi uma safra muito positiva, não apenas pela quantidade, mas também pela qualidade excepcional dos grãos”, conclui Faria, destacando a satisfação dos produtores ao perceberem a superioridade da produtividade deste ano em relação ao anterior.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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