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Quais são os impactos do El Niño nas áreas de conilon? Confira análises da hEDGEpoint

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As preocupações se concentram na safra 24/25 do Brasil, com o clima quente recente impactando a produção de conilon. Espírito Santo, principal estado produtor de conilon, tem um Índice ONI abaixo dos níveis de 2015, que antecederam uma queda de 30% na produção.

Apesar do Índice ONI mais baixo, o El Niño traz anomalias mais intensas em novembro de 2023, com temperaturas 9°C mais altas e precipitação 75mm abaixo da média.

Contrapondo padrões climáticos de 2015 e 2023, as condições de vegetação foram mais negativas em 2015, não apenas em Espírito Santo, mas também em outras regiões produtoras de café.

Para as próximas semanas, é necessário cautela em relação ao clima: a manutenção de temperaturas mais altas e chuvas abaixo da média pode prejudicar os rendimentos e diminuir o potencial visto até outubro no Espírito Santo.

“Os preços do café têm sido mais voláteis à medida que nos aproximamos do vencimento do contrato de dezembro, em meio a mudanças nas regras de certificação do arábica na ICE e estoques de destino historicamente baixos. As preocupações agora se voltam para a safra 24/25 no Brasil, já que o recente clima quente tem sido atribuído como a causa da queda de chumbinhos nas áreas de café, especialmente para o conilon”, explica Natália Gandolphi, analista de Café da companhia.

“Ao analisar o Espírito Santo, principal estado produtor de conilon, há alguns pontos a serem considerados. Primeiro, é importante notar que o Índice ONI não atingiu os mesmos níveis vistos em 2015 durante o desenvolvimento (Figura #1) – antes da queda de 30% na produção observada (de 15,3 milhões de sacas em 15/16 para 10,7 milhões de sacas em 16/17, considerando que a safra 15/16 já estava fragilizada por problemas climáticos). Normalmente, o fenômeno leva a temperaturas mais quentes e níveis mais baixos de precipitação na região durante os últimos dois meses do ano (Figura #2)”, observa a analista.

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E segue: “Além de outros impactos globais das mudanças climáticas, o fenômeno El Niño trouxe anomalias mais intensas, apesar do índice ONI mais baixo. Comparando novembro de 2023 com a média histórica, as temperaturas máximas têm sido mais altas do que o normal em 9°C (Figura #3), e a precipitação mensal está 75mm abaixo da média (Figura #4) – e os níveis observados também são mais agravantes do que os vistos em 2015”.

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No entanto, há dois pontos a serem considerados em contraste com os padrões climáticos.

i) Condições de vegetação

Em 2015, uma vez que o fenômeno El Niño já estava ativo por um período mais longo, a safra já estava fragilizada, e os níveis de NDVI eram mais negativos na primeira semana de dezembro em comparação com 2023. Isso também é verdade para outras regiões produtoras de café, como Minas Gerais, São Paulo e Paraná (Figura #5).

Dadas as margens de lucro observadas pelos produtores de conilon em 2021, houve um incentivo para a expansão da área na região. As margens foram mais altas naquele ano em comparação com os outros períodos desde 2018 (Figura #6).

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Consequentemente, a expansão de área observada desde 2021 (Figura #7) estaria atingindo o potencial médio de produção nos próximos 2-3 anos, destacando o período 24/25 como um ponto-chave no tempo.

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Em resumo, os preços do café estão experimentando uma volatilidade aumentada devido à aproximação do vencimento do contrato de dezembro, mudanças nas regras de certificação do arabica ICE e estoques de destino historicamente baixos. As preocupações agora se concentram na safra 24/25 no Brasil, com o clima quente recente afetando áreas de café, especialmente o conilon.

Ao examinar o Espírito Santo, principal estado produtor de conilon, o Índice ONI não atingiu os níveis de 2015, que antecederam uma queda de 30% na produção. Apesar do Índice ONI mais baixo, o El Niño causou anomalias mais intensas, com temperaturas de novembro de 2023 9°C mais altas e precipitação 75mm menor do que em novembro de 2015.

Contrastando padrões climáticos, as condições de vegetação em 2015 eram mais negativas, e o aumento de área também foi significativo nos últimos anos

Porém, para as próximas semanas, é necessário cautela em relação ao clima: a manutenção de temperaturas mais altas e chuvas abaixo da média pode prejudicar os rendimentos e diminuir o potencial visto até outubro no Espírito Santo.

Fonte: hEDGEpoint Global Markets

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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