POLÍCIA

Polícia Civil prende suspeito de prática de homicídio em Campos de Júlio

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 37 anos, suspeito de matar Romário Nascimento de Souza, de 30 anos, ocorrido na última sexta-feira (1.5), em Campos de Júlio. A prisão foi realizada, poucas horas após o crime, em consequência de uma rápida e qualificada investigação desencadeada pela equipe da Delegacia de Polícia de Campos de Júlio.

Assim que acionada, a equipe policial iniciou diligências investigativas, realizando a coleta de informações e oitivas preliminares. Durante os trabalhos, foram identificadas contradições entre relatos de familiares, o que levantou suspeitas e direcionou as apurações até a identificação do autor do crime, que possuía relação de proximidade com a vítima.

Com o avanço das investigações, os policiais conseguiram reunir elementos que culminaram na identificação e na confissão de autoria por parte do suspeito.

Em continuidade às diligências, a equipe localizou roupas do investigado com vestígios de sangue, que haviam sido abandonadas por ele, na tentativa de ocultar a ação criminosa. Contudo, o trabalho investigativo resultou na prisão em flagrante do suspeito.

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Após a ação policial, o suspeito foi conduzido até a delegacia, onde foi ouvido em interrogatório e, em seguida, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos

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Curitiba/PR  – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.

A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas. 

As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.

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A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.

As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.

Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.

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As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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