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Puxadas pelo etanol, vendas de combustíveis sobem em Minas Gerais

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Conforme os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a comercialização das distribuidoras avançou 1,65% frente a setembro. Ao todo, foram 1,446 milhão de metros cúbicos negociados no mês. No período, a alta foi puxada, principalmente, pelas vendas de etanol hidratado, que cresceram 8,8% frente a setembro e 33,5% se comparado com outubro do ano passado.

Conforme os dados ANP, no acumulado do ano, as vendas totais de combustíveis e derivados de petróleo já somam 13,599 milhões de metros cúbicos, resultando, assim, em um incremento de 5% frente aos primeiros 10 meses de 2022.

As vendas de combustíveis e derivados de petróleo também ficaram maiores se comparadas com outubro de 2022. Neste caso, o avanço foi de 4,3%, uma vez que naquele período, as negociações movimentaram 1,386 milhões de metros cúbicos.

Com preços mais competitivos, devido ao aumento da produção, as negociações do biocombustível cresceram 8,8% frente a setembro. A venda chegou a 202.207 metros cúbicos, o maior volume comercializado em 2023. Se comparado com outubro de 2022, a alta foi de 33,5%.

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As vendas de etanol estão sendo impulsionadas pelos preços mais competitivos que os da gasolina, o que estimula o consumo. Conforme os dados da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), a produção de etanol hidratado será maior na safra 2023/24 de cana-de-açúcar. No acumulada da safra até a primeira quinzena de novembro, a produção de etanol hidratado somou 1,8 bilhão de litros, superando, assim, em 12,9% a produção em igual intervalo da safra passada.

Apesar da alta nas vendas em outubro, o volume negociado no acumulado do ano ainda é inferior frente ao mesmo período de 2022. Conforme a ANP, de janeiro a outubro, as vendas de etanol, em Minas Gerais, acumulam queda de 12,6%, somando, assim, 1,4 milhão de metros cúbicos negociados. Porém, o índice de retração ficou menor que em setembro, quando a queda era de 17,4%.

Demais combustíveis

Em Minas Gerais, ao contrário do etanol hidratado, a gasolina, outro importante combustível, encerrou outubro com queda nas vendas. Conforme a ANP, no período, as negociações somaram 377.411 metros cúbicos, valor que retraiu 0,28% frente a setembro.

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As vendas da gasolina também perderam ritmo de alta quando comparado com outubro de 2022. Houve, assim, uma retração de 5,15%, frente aos 397.930 metros cúbicos registrados naquele período.

Apesar da retração em outubro, as vendas da gasolina no Estado ainda estão maiores se analisado o acumulado dos primeiros 10 meses do ano. Ao todo, a comercialização somou 4 milhões de metros cúbicos, 16,2% superior.

A comercialização de diesel – combustível mais vendido no Estado – aumentaram apenas 0,32% frente a setembro e 4,3% quando comparado com outubro de 2022. No 10º mês do ano, as vendas somaram 724.602 metros cúbicos.

Com o resultado, o consumo de óleo diesel aumentou 4,3% nos 10 primeiros meses de 2023, chegando a um volume de 6,7 milhões de metros cúbicos vendidos.

Fonte: Diário do Comércio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Declaração Anual de Rebanho 2026: produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para atualizar cadastro

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026, procedimento obrigatório que atualiza as informações sobre os animais e as propriedades rurais cadastradas no sistema oficial de defesa agropecuária do Estado.

A orientação foi reforçada pela Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), que destaca a importância do cumprimento do prazo para manter a base de dados da defesa sanitária animal completa e atualizada.

Segundo o vice-presidente técnico da entidade, José Arthur Martins, a qualidade das informações fornecidas pelos produtores é fundamental para ampliar a eficiência das ações de vigilância sanitária e da gestão agropecuária.

Atualização fortalece a defesa sanitária dos rebanhos

De acordo com a Febrac, a Declaração Anual de Rebanho permite ao sistema estadual conhecer com maior precisão as características das propriedades rurais, a infraestrutura disponível, os controles sanitários adotados e a composição dos rebanhos existentes em cada região.

Essas informações são utilizadas para orientar ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida em casos de doenças ou outras emergências sanitárias que possam afetar a pecuária gaúcha.

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Para José Arthur Martins, manter os dados atualizados é uma medida estratégica para garantir agilidade na atuação dos órgãos de defesa agropecuária.

“A atualização dessas informações permite que o sistema de defesa sanitária responda de forma mais rápida e eficiente diante de qualquer ocorrência que possa comprometer os rebanhos do Estado”, destaca.

Procedimento é comparado à declaração do Imposto de Renda

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica e fornecem informações essenciais para o funcionamento dos sistemas públicos.

Segundo ele, o cadastro atualizado possibilita aos órgãos responsáveis conhecer a realidade da pecuária em cada município e adotar medidas imediatas sempre que houver necessidade de intervenção sanitária.

Além de atender à legislação, a atualização contribui para preservar a sanidade animal, fortalecer a rastreabilidade dos rebanhos e ampliar a segurança da produção pecuária no Estado.

Declaração pode ser feita pela internet ou presencialmente

Os produtores podem realizar a Declaração Anual de Rebanho de forma digital, por meio da plataforma Produtor Online, disponível no Sistema de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

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Também é possível efetuar o procedimento presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária distribuídos pelos municípios gaúchos.

Febrac orienta produtores a não deixar para a última hora

A Febrac recomenda que os pecuaristas realizem a atualização cadastral antes do encerramento do prazo, evitando filas, congestionamentos no sistema e possíveis transtornos.

A entidade reforça que o prazo termina em 30 de junho de 2026 e que o cumprimento da obrigação é indispensável para manter a eficiência da defesa sanitária animal e assegurar informações confiáveis sobre a pecuária do Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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