AGRONEGÓCIO

Projeto “FACTA na Estrada” Fortalece Avicultura e Suinocultura no Brasil

Publicado em

No primeiro semestre de 2024, a FACTA realizou uma série de eventos estratégicos que impulsionaram significativamente a avicultura e a suinocultura no Brasil. Sob o projeto “FACTA na Estrada”, a fundação organizou simpósios em Maringá, Uberlândia e Cascavel, atraindo um total de 445 congressistas de 11 estados brasileiros. Ao todo, foram apresentadas 54 palestras que abordaram temas cruciais para o setor.

Simpósios Estratégicos para o Desenvolvimento Setorial
Maringá: Sanidade e Manejo em Frangos de Corte

Em março, Maringá sediou o “Simpósio Frangos de Corte: Sanidade e Manejo”, focado em atualizações para profissionais e empresários do setor avícola. A escolha da cidade reforçou a estratégia da FACTA de regionalizar seus eventos, aproximando o conhecimento dos principais polos produtores de aves.

Uberlândia: Incubação e Qualidade de Pintos

Em maio, Uberlândia recebeu o “Simpósio de Incubação e Qualidade de Pintos”, destacando-se como um centro estratégico para produtores de pintos de um dia. A localização privilegiada da cidade facilitou a participação de profissionais de todo o país, enfatizando a importância da região na cadeia produtiva avícola.

Leia Também:  AGCO Brasil se destaca globalmente no desenvolvimento de plantadeiras inovadoras
Cascavel: Otimização do Abate e Processamento

Em junho, Cascavel foi palco do “Simpósio de Otimização do Abate e Processamento de Aves e Suínos”. A cidade, conhecida como um dos principais polos de produção de frango de corte no Paraná, proporcionou um ambiente propício para discussões sobre as melhores práticas na avicultura e suinocultura.

Compromisso Contínuo com o Setor

As iniciativas da FACTA no primeiro semestre de 2024 refletem seu compromisso contínuo com a disseminação de conhecimento e o fortalecimento das cadeias produtivas avícola e suinícola no Brasil. Com eventos bem-sucedidos em regiões estratégicas, a fundação conseguiu alcançar um público diversificado, promovendo debates fundamentais para o desenvolvimento sustentável do setor.

A FACTA já tem novos eventos programados para o segundo semestre, incluindo simpósios em Chapecó (SC) e Campinas (SP), que abordarão temas como matrizes e imunossupressão em aves.

Eventos da FACTA

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Real desvalorizado amplia custo de vida e reduz poder de compra do brasileiro frente a EUA e Canadá

Published

on

A desvalorização do real frente ao dólar nas últimas décadas tem aprofundado a diferença de custo de vida e poder de compra entre o Brasil e economias desenvolvidas como Estados Unidos e Canadá. Levantamento comparativo dos últimos 15 anos mostra que a moeda brasileira saiu de cerca de R$ 1,67 por dólar em 2011 para patamares acima de R$ 5,50 em 2026, evidenciando uma perda acumulada relevante e impactos diretos sobre a renda da população.

A análise considera fatores como câmbio, evolução do salário mínimo em dólar e despesas médias em grandes centros urbanos. Embora o custo absoluto de vida no exterior seja mais elevado, o equilíbrio entre renda e gastos tende a ser mais favorável em países com maior estabilidade econômica.

Desvalorização cambial corrói consumo global

De acordo com o especialista em Direito Internacional e negócios globais, Daniel Toledo, a perda de valor do real é determinante para a redução da capacidade de consumo do brasileiro no cenário internacional.

“Quando analisamos o câmbio ao longo do tempo, fica claro que o brasileiro perdeu poder de compra global. Isso afeta desde viagens até o acesso a bens importados e investimentos no exterior”, explica.

Salários em dólar mostram diferença estrutural

Os dados reforçam a disparidade entre países. Nos Estados Unidos, o salário mínimo mensal saiu de aproximadamente US$ 1.160 em 2011 para cerca de US$ 2.050 em 2026. No Canadá, avançou de US$ 1.550 para cerca de US$ 2.150 no mesmo período.

Leia Também:  Agro em Dados chega à sua 50ª edição com conteúdo especial e destaque para bioinsumos

No Brasil, o movimento foi inverso quando convertido em dólar: de cerca de US$ 320 em 2011 para aproximadamente US$ 285 em 2026, evidenciando perda de valor real. Em comparação regional, a Argentina apresentou queda ainda mais acentuada.

Essa diferença impacta diretamente o consumo. Para adquirir um smartphone de US$ 900:

  • No Canadá: cerca de 65 horas de trabalho
  • Nos Estados Unidos: aproximadamente 110 horas
  • No Brasil: cerca de 380 horas
  • Na Argentina: mais de 600 horas

O indicador evidencia que o poder de compra é mais determinante do que o salário nominal.

Custo de vida pressiona famílias no Brasil

A comparação entre grandes cidades mostra que, apesar de mais caro em termos absolutos no exterior, o custo de vida é mais equilibrado em relação à renda.

  • São Paulo: entre R$ 15,5 mil e R$ 24,5 mil mensais
  • Houston (EUA): entre US$ 4.500 e US$ 7.500
  • Toronto (Canadá): entre US$ 5.100 e US$ 7.800

No Brasil, despesas com alimentação, energia e habitação têm avançado de forma consistente, comprimindo o orçamento das famílias e reduzindo ganhos reais, mesmo com reajustes salariais.

Para sustentar um padrão de classe média com alguma capacidade de poupança, a renda anual necessária gira em torno de:

  • Brasil: cerca de R$ 250 mil
  • Estados Unidos: aproximadamente US$ 90 mil
  • Canadá: entre US$ 100 mil e US$ 150 mil
Leia Também:  Bahia Farm Show 2024 encerra com recorde de público e confirma data para 20ª edição em 2026
Estabilidade econômica faz diferença no longo prazo

Além dos números, fatores estruturais explicam a diferença na qualidade de vida. Países desenvolvidos apresentam maior estabilidade econômica, previsibilidade regulatória e segurança jurídica — elementos essenciais para planejamento financeiro de longo prazo.

Esse cenário tem impulsionado o interesse de brasileiros em buscar oportunidades no exterior, seja para trabalho, estudo ou investimentos.

Segundo Toledo, a decisão envolve mais do que custos imediatos. “Ambientes estáveis oferecem melhores condições para crescimento, segurança e construção de patrimônio. No longo prazo, o dinheiro tende a render mais e a qualidade de vida se torna mais sustentável”, avalia.

Brasil enfrenta desafios estruturais

O levantamento evidencia que, apesar do custo de vida mais alto em dólar, países como Estados Unidos e Canadá oferecem condições mais favoráveis para preservação de renda e acumulação de patrimônio.

Enquanto isso, o Brasil segue enfrentando desafios estruturais — como volatilidade cambial, inflação e menor previsibilidade econômica — que limitam o avanço do poder de compra e pressionam o orçamento das famílias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA