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Programa Piano Gente encanta crianças em escola de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá realiza na primeira semana de novembro à segunda etapa de apresentação do programa “Piano Gente”. Trata-se de uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação (SME) que apresenta balé, saxofone e clássicos musicais infantis tocados em piano aos estudantes das séries iniciais e ensino fundamental.

Essa segunda etapa abrange escolas da área urbana e zona rural. Confira a relação completa no final do texto.

Nesta terça-feira (4), mais de 100 crianças com idades de 0 a 5 anos matriculadas no CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Paulo Ronan Ferraz, localizada no bairro Ilza Terezinha Piccoli, assistiram ao espetáculo.

A apresentação cultural, com duração de uma hora, foi conduzida pelo músico Dário Scherner, idealizador do programa “Piano Gente”, o saxofonista Juscimar Vida, o pianista Arthur Scharneski e a bailarina Julia Fernandes, que acumula experiências em exibições nos grupos “Flor Ribeirinha” e “Flauta Mágica”.

Desenvolvimento

A diretora do Centro de Educação Infantil, professora Maria do Carmo Martins, elogiou o projeto Piano Gente, classificando como essencial ao desenvolvimento das crianças.

“É a primeira vez que nossa escola recebe essa exibição. Só devemos agradecer a Secretaria de Educação porque as crianças estão com os olhos saltitando. É um presente às crianças que tem a oportunidade de conhecer a cultura e ter uma melhor visão mais abrangente do que é música”.

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Em determinado momento do espetáculo, os estudantes interagiram com a bailarina, abraçando-a em meio à emoção durante a apresentação. “Fico encantada a cada ida nas escolas. As crianças ficam emocionadas e é um momento muito especial”, comenta a bailarina Julia Fernandes.

Cultura e inclusão

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, avalia que o projeto “Piano Gente” serve para promover a formação cultural, emocional e cidadã dos estudantes do ensino fundamental a partir de experiências musicais significativas no ambiente escolar.

“Nossa ideia é democratizar o conhecimento. Levar aos estudantes e professores o conhecimento da arte que tanto envolve emoção, imaginação, e é imprescindível para a formação humana”, afirma o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Idealizador do projeto, o músico Dário Scherner explica que a ideia do “Piano Gente” surgiu quando era ainda criança, nos momentos em que tocava piano com seu pai, que também tinha a identidade de Dário Schnerner.

Ele explica que a ideia do projeto é garantir acesso à cultura, e, ao mesmo tempo, promover interação social.

“O projeto rompe com a ideia elitista da música erudita, democratizando o acesso à arte e possibilitando experiências estéticas de alta qualidade no cotidiano escolar. o Piano Gente contribui para a promoção da saúde emocional dos estudantes, atuando como espaço de escuta, acolhimento e pertencimento, especialmente para aqueles que enfrentam realidades sociais marcadas por vulnerabilidades”.

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Confira as datas, horários e locais do programa Piano Gente:

3/11/2025

Escola Dr. Estevão Alves Correa – 9h

Escola Nossa Senhora da Penha de França – 15h

4/11/2025

Centro Municipal de Educação Infantil Paulo Ronan Ferraz – 9h

Escola Aristotelino Alves Praeiro – 15h

5/11/2025

Centro de Educação Infantil Jean Carlos Pinho Santos – 9h

Escola Senador Gastão de Matos Muller – 15h

6/11/2025

Centro de Educação Infantil Auro Ida – 9h

Escola Francisco Pedroso da Silva – 15h

7/11/2025

Escola Hilda Caetano de Oliveira Leite – 9h

Escola Nossa Senhora Aparecida – 15h

#PraCegoVer

A foto ilustra um piano de cor laranja no pátio de uma escola. Um homem de camisa verde, do lado esquerdo, toca saxofone. À frente, está uma bailarina de blusa preta. Diversas crianças estão sentadas e em pé prestando atenção na apresentação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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