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Ibrafe: Chuvas e baixa oferta impulsionam preços do feijão-carioca

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Os preços do feijão-carioca começaram a apresentar uma leve recuperação na semana passada, refletindo a combinação de chuvas e a limitada oferta do produto. A tendência é que, nos próximos dias, os valores oscilem em função das variações na oferta, uma vez que a colheita em São Paulo teve início com uma produção menor do que a já reduzida demanda típica deste período. A colheita no estado deve se estender até o final de novembro.

No último final de semana, as expectativas de chuvas nas regiões produtoras elevaram os preços a R$ 290, com pagamentos previstos para esta semana. Os empacotadores acreditam que, até os R$ 300, é viável repassar o aumento de custos em produtos extras, embora esse repasse ocorra de forma mais lenta no comércio.

Adicionalmente, o aumento ligeiro nos preços observado na semana passada pode inibir a oferta de feijões pelos produtores ao longo desta semana. As condições climáticas também podem afetar ainda mais a disponibilidade do produto, o que torna essencial que produtores e comerciantes acompanhem de perto as previsões meteorológicas. Para isso, recomenda-se seguir as atualizações do IBRAFE nas redes sociais ou ingressar em seu grupo de WhatsApp, pelo número 41 991411415.

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Essas informações são fundamentais para que todos possam ajustar suas estratégias de compra e venda, garantindo que estejam bem informados sobre as tendências do mercado de feijão. Manter-se atualizado é crucial para aproveitar oportunidades e minimizar riscos associados às flutuações de preço, especialmente em um mercado tão dinâmico e influenciado por fatores externos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brazil Wine Challenge reúne 89 especialistas internacionais e avalia mais de 1.100 amostras de 19 países em Bento Gonçalves (RS)

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O 13º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), consolida sua posição entre os principais concursos de vinhos da América Latina ao reunir 89 especialistas internacionais para a avaliação de 1.127 amostras provenientes de 19 países.

O evento ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, em Bento Gonçalves (RS), e destaca-se pelo rigor técnico, pela diversidade de jurados e pela metodologia de avaliação às cegas, garantindo imparcialidade e alto padrão de análise.

Júri internacional reúne especialistas de nove países

O corpo de jurados desta edição é formado por enólogos, sommeliers, pesquisadores, professores, jornalistas especializados e profissionais do setor vitivinícola.

Os especialistas representam nove países: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Uruguai. Entre eles, 10 atuam como presidentes de júri, responsáveis por coordenar as sessões de avaliação e assegurar o cumprimento das normas técnicas.

A composição multicultural do júri reforça a credibilidade do concurso e contribui para uma análise mais ampla e criteriosa das amostras inscritas.

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Edição histórica reúne 1.127 amostras de 19 países

O Brazil Wine Challenge 2026 registra números inéditos: são 1.127 amostras avaliadas, enviadas por 190 vinícolas de 19 países.

Além do Brasil, participam produtores da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Bolívia, Bulgária, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Moldávia, Nova Zelândia, Portugal, Rússia, Turquia e Uruguai.

O volume e a diversidade internacional reforçam a relevância do concurso e a confiança do setor vitivinícola global na avaliação promovida pela ABE.

Concurso segue normas da OIV e garante rigor técnico

O Brazil Wine Challenge é o único concurso do Brasil realizado sob as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), referência mundial em padronização de concursos enológicos.

O evento também conta com o respaldo da Associação de Enólogos da América, o que reforça a consistência metodológica e o reconhecimento internacional dos resultados.

De acordo com o presidente da ABE, enólogo Mário Lucas Ieggli, a credibilidade do concurso está diretamente ligada à qualificação do corpo de jurados e ao rigor técnico aplicado em todas as etapas.

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Degustação às cegas garante imparcialidade na avaliação

Todos os vinhos e espumantes são avaliados às cegas, sem identificação de origem, marca ou produtor. As sessões são conduzidas por presidentes de mesa designados especificamente para assegurar o cumprimento dos critérios estabelecidos pela OIV.

Os resultados finais serão divulgados ao término do concurso, consolidando o ranking oficial das amostras avaliadas nesta edição.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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