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Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) abre inscrições para sua 6ª edição

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As inscrições para a 6ª edição do Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) já estão abertas, e os produtores que abatem nas unidades da Minerva Foods em Barretos (SP), Araguaína (TO), Janaúba (MG), José Bonifácio (SP), Mirassol D’Oeste (MT) e Palmeiras de Goiás (GO) são convidados a participar. O programa é uma iniciativa conjunta da Phibro Saúde Animal, Minerva Foods e Biogénesis Bagó e tem como objetivo aprimorar a eficiência na produção pecuária brasileira.

O PEC busca integrar produtores, indústria e cadeia de insumos para promover boas práticas e oferecer suporte técnico direto aos pecuaristas, permitindo a ampliação da produção com altos padrões de qualidade. Para os lotes enviados pelos parceiros da Minerva Foods, critérios como maturidade, peso de carcaça, acabamento de gordura e pH da carne são considerados na avaliação.

As inscrições para o PEC 2024 ficam abertas até agosto, com avaliações realizadas em paralelo. Para participar, basta preencher o formulário no site da Minerva Foods .

Segundo Mauricio Graziani, country manager da Phibro Saúde Animal, o PEC é um dos principais programas voltados para a produtividade da pecuária brasileira. Ele destaca a importância da expansão do programa para regiões do Sudeste, Centro-Oeste e Norte do país, trazendo representatividade para diversas regiões importantes da pecuária.

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Rostyner Costa, Gerente Executivo de Relacionamento com Pecuarista da Minerva Foods, ressalta a contribuição do PEC para elevar os padrões de qualidade e eficiência. Em 2023, houve um aumento de 45% nas inscrições, indicando o crescente engajamento dos produtores. Ele destaca a importância da parceria entre Minerva Foods, Phibro Saúde Animal e Biogénesis Bagó para estreitar relações com os pecuaristas e fomentar a troca de conhecimentos.

Ao longo do programa, encontros regionais e visitas às fazendas proporcionarão suporte técnico e promoverão a troca de informações sobre nutrição, produtividade, manejo e sanidade dos animais. Para complementar, o canal do YouTube PEC TV oferece uma programação dedicada a agregar conhecimentos aos pecuaristas.

Bruno Di Rienzo, Gerente Nacional de Demanda da Biogénesis Bagó, destaca que o PEC permite ao pecuarista buscar excelência e romper barreiras produtivas, gerando valor para toda a cadeia produtiva.

A divulgação dos resultados está prevista para setembro. Nas cinco primeiras edições, o PEC avaliou mais de 1,4 milhão de animais, sendo 495 mil somente em 2023, demonstrando o alcance e a relevância do programa para o setor pecuário.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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