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Professores de Cuiabá são qualificados para métodos de aprendizagem com desenhos

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Professores e técnicos da Secretaria Municipal de Educação (SME), vinculados à Prefeitura de Cuiabá, participam nesta semana de um curso de formação continuada voltado ao aperfeiçoamento da alfabetização de crianças matriculadas nas escolas e creches, a partir da produção de desenhos, jogos e outras atividades lúdicas.

Trata-se de uma parceria do Município com o sistema Solução Contagie. O projeto é realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, nos períodos matutino e vespertino. Em uma semana, serão qualificados, em média, 2,4 mil profissionais.

Uma das metas é desenvolver nas crianças a consciência fonológica, que é a habilidade metalinguística de perceber e manipular os sons da fala — como sílabas e fonemas —, entendendo que as palavras são compostas por unidades sonoras distintas.

Essa capacidade é crucial para a alfabetização, pois ajuda as crianças a reconhecer e segmentar os sons que formam as palavras, facilitando a aprendizagem da leitura e da escrita.

“São desenvolvidos jogos com ludicidade, por meio de interações e brincadeiras, visando ao melhor aprendizado da criança”, explica a professora Eliane Alves, uma das mentoras do curso.

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A pedagoga e formadora do Contagie, Letícia Palmer, detalha o funcionamento do curso de formação continuada: “São oficinas de brincar com letras para consolidar a base da alfabetização. É um trabalho desenvolvido para que a criança chegue ao 1º ano do ensino fundamental em pleno processo de alfabetização.”

As atividades são realizadas em quatro salas. O Grupo 1 aborda o tema “A organização dos espaços para os bebês: como posso criar estímulos potentes? O que é o cesto dos tesouros?”

O Grupo 2 trata do tema “A organização dos espaços para crianças de 2 anos: como posso criar estímulos potentes? O que são os jogos heurísticos?”

O Grupo 3 aborda o tema “Brincadeiras Cantadas”, e os Grupos 4 e 5 trabalham a “Oficina de jogos para brincar com letras”.

A técnica em Desenvolvimento Infantil Anair dos Santos Nascimento, que atua no CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Névio Lótufo, localizado no bairro Centro América, considerou o evento produtivo:

“Já percebi que estou melhorando minha dinâmica a partir destas atividades e da troca de experiências com profissionais da educação.”

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#PraCegoVer
A foto ilustra professores sentados e apoiados em mesas, prestando atenção a uma palestra.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cevada australiana pode reduzir espaço do milho brasileiro no mercado chinês

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A disputa pelo mercado chinês de grãos para alimentação animal pode ganhar um novo capítulo nos próximos anos. Enquanto as atenções do mercado global seguem voltadas para as safras de milho do Brasil, dos Estados Unidos e da própria China, a retomada da cevada australiana no país asiático surge como um fator capaz de alterar o equilíbrio das importações e influenciar a demanda pelo cereal brasileiro.

A avaliação é de Jardel Oliveira de Paula, gerente comercial do setor, que destaca a normalização das relações comerciais entre Austrália e China como um movimento estratégico para o mercado global de grãos. Com a retirada de barreiras comerciais e a retomada dos embarques, a cevada australiana voltou a ganhar relevância na composição das rações utilizadas pela indústria pecuária chinesa.

Competição direta nas formulações de ração

A principal preocupação para o mercado do milho está na capacidade da cevada de substituir parte do cereal nas formulações de ração animal. A decisão dos fabricantes depende, sobretudo, da relação entre preços, disponibilidade e qualidade dos produtos oferecidos ao mercado.

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Quando a cevada apresenta maior competitividade econômica, sua participação nas dietas animais tende a crescer rapidamente. Por outro lado, em cenários de preços mais elevados ou de menor disponibilidade do grão australiano, o milho volta a ganhar espaço como alternativa mais atrativa para a indústria de nutrição animal.

Esse comportamento torna a disputa entre os dois produtos um dos fatores mais relevantes para a definição da demanda chinesa nos próximos ciclos agrícolas.

China pode reduzir necessidade de importação de milho

A grande questão observada pelo mercado é até que ponto o aumento das compras de cevada australiana poderá reduzir a necessidade de importação de milho pela China.

Embora parte da demanda potencial pelo cereal possa ser substituída, especialistas destacam que o cenário não é automático. Problemas climáticos que afetam a produção agrícola chinesa e limitações na oferta global de cevada de qualidade premium podem manter a necessidade de aquisição dos dois grãos simultaneamente.

Nesse contexto, a China poderá continuar ampliando suas importações totais de matérias-primas para ração, distribuindo a demanda entre milho e cevada de acordo com as condições de mercado.

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Safra 2026/27 exigirá atenção dos exportadores

Para a temporada 2026/27, produtores, tradings e exportadores deverão monitorar não apenas os volumes totais importados pela China, mas também a participação de cada grão nas formulações de ração, nos contratos comerciais e nas estratégias de abastecimento adotadas pelo país.

O comportamento do mercado chinês será determinante para a formação dos fluxos globais de comércio e poderá influenciar diretamente as oportunidades de exportação do milho brasileiro.

Diante desse cenário, acompanhar a evolução da competitividade entre milho e cevada será fundamental para identificar tendências e antecipar movimentos que poderão impactar os preços e a demanda internacional nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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