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Produtor deve ficar atento ao uso correto de adjuvantes para assegurar bons resultados nas aplicações de defensivos

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O uso de adjuvantes nas lavouras é um tema de discussões frequentes entre os produtores. Isso porque a aplicação não é tão simples e pode ser comprometida com a utilização de produtos de baixa qualidade e equipamentos inapropriados. Desenvolvidos para aumentar a eficácia da aplicação de herbicidas, inseticidas, fungicidas e fertilizantes, esses insumos quando bem posicionados, propiciam uma aplicação de melhor qualidade.

Para a Dra. Lais Maria Precipito, Desenvolvedora de Mercado da BRANDT Brasil – empresa de inovação tecnológica focada em fisiologia vegetal e tecnologia da aplicação –, muitos fatores podem comprometer uma aplicação correta. ‘’Contar com produtos de alta qualidade e utilizar equipamentos adequados são os primeiros passos para que a aplicação de defensivos agrícolas promova bons resultados na lavoura sem afetar a produtividade final’’, diz.

Segundo ela, o objetivo é facilitar e melhorar a qualidade da aplicação, aumentar a eficácia e diminuir os riscos de pulverizações ineficientes, mas para isso o produtor deve estar atento para usar a solução correta para cada caso.

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A especialista comenta que existem dois grandes grupos de adjuvantes: utilitários e ativadores. ‘’Os adjuvantes utilitários auxiliam no processo de aplicação, garantindo uma distribuição eficaz e uniforme dos produtos, além de minimizar os impactos ambientais. Já os adjuvantes ativadores têm como objetivo melhorar diretamente a eficácia dos defensivos agrícolas, facilitando a penetração e absorção pelo alvo. É importante escolher o adjuvante de acordo com a função desejada, pois produtos multitarefas podem não apresentar um desempenho excelente’’, explica.

Procedimentos inadequados podem reduzir a eficácia da aplicação

Dra. Lais diz ainda que o uso de produtos errados em combinações não recomendadas ou com ordens de adição errôneas, assim como pulverizadores sem limpeza e manutenção, ou mesmo a utilização de equipamentos inadequados, podem gerar perdas que podem ser imperceptíveis no momento da aplicação, mas claras no resultado da lavoura. “Mesmo com uma aplicação aparentemente perfeita, perde-se muita eficiência com deriva, escorrimentos, baixa cobertura foliar, evaporação e incompatibilidade”, destaca.

A BRANDT trouxe para o Brasil a tecnologia Integras Adjuvant Technology, que possui adjuvantes específicos para a redução das perdas no processo de pulverização, atendendo as demandas técnicas de cada operação com alta eficiência. “Utilizando os produtos da linha INTEGRAS associados às dicas para reduzir os prejuízos, os agricultores podem alcançar maior eficiência e sustentabilidade no uso dos defensivos agrícolas, levando à redução de custos, maior eficácia das aplicações e maior sustentabilidade na produção”, finaliza.

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Fonte: BRANDT

Fonte: Portal do Agronegócio

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União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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