AGRONEGÓCIO

Produtor de grãos em Clevelândia (PR) alcança resultados expressivos com uso de Biotecnologia

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O uso do Microgeo foi uma iniciativa do pai de Otoni, Sr. Gil Pacheco, com o objetivo de reequilibrar a microbiologia do solo. Ao longo dos anos, os benefícios se tornaram evidentes. “Notamos uma evolução positiva em nosso solo, principalmente na capacidade de infiltração e retenção de água”, afirma o produtor.

A aplicação da Biotecnologia Microgeo, aliada às práticas de plantio de cobertura e rotação de culturas, contribuiu significativamente para elevar os níveis de matéria orgânica e diminuir a compactação do solo, problemas comuns em áreas de monocultura. Essas melhorias têm sido essenciais na prevenção da erosão e no enfrentamento de condições climáticas adversas, como períodos de seca e altas temperaturas.

“Mesmo com as condições climáticas adversas das últimas safras, obtivemos uma produtividade média acima dos 65 sacos de soja por hectare”, destaca Pacheco. Ele também ressalta a importância de aplicar o Microgeo em duas etapas: no inverno, sobre as plantas de cobertura, e na cultura de verão. A partir da safra 22/23, passaram a aplicar também via sulco, buscando acelerar ainda mais a interação dos microrganismos com a cultura.

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A Biotecnologia Microgeo, desenvolvida pela empresa brasileira Microgeo, é uma inovadora forma de nutrir, regular e manter o processo de compostagem líquida contínua (CLC). É a única no mercado capaz de manejar e restabelecer o microbioma do solo. Presente em todos os estados do Brasil e em países vizinhos como Paraguai e Uruguai, a Biotecnologia Microgeo pode ser aplicada de diversas formas, adaptando-se às condições climáticas e às necessidades específicas de cada cultura.

O caso de sucesso de Otoni Pacheco evidencia não apenas a importância do equilíbrio microbiológico do solo, mas também o potencial transformador da Biotecnologia Microgeo na agricultura brasileira. Ao elevar a qualidade do solo, os produtores estão cada vez mais preparados para produzir com eficiência e eficácia, enfrentando desafios e garantindo resultados expressivos.

Fonte: Microgeo

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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