AGRONEGÓCIO

Produtor de grãos em Clevelândia (PR) alcança resultados expressivos com uso de Biotecnologia

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O uso do Microgeo foi uma iniciativa do pai de Otoni, Sr. Gil Pacheco, com o objetivo de reequilibrar a microbiologia do solo. Ao longo dos anos, os benefícios se tornaram evidentes. “Notamos uma evolução positiva em nosso solo, principalmente na capacidade de infiltração e retenção de água”, afirma o produtor.

A aplicação da Biotecnologia Microgeo, aliada às práticas de plantio de cobertura e rotação de culturas, contribuiu significativamente para elevar os níveis de matéria orgânica e diminuir a compactação do solo, problemas comuns em áreas de monocultura. Essas melhorias têm sido essenciais na prevenção da erosão e no enfrentamento de condições climáticas adversas, como períodos de seca e altas temperaturas.

“Mesmo com as condições climáticas adversas das últimas safras, obtivemos uma produtividade média acima dos 65 sacos de soja por hectare”, destaca Pacheco. Ele também ressalta a importância de aplicar o Microgeo em duas etapas: no inverno, sobre as plantas de cobertura, e na cultura de verão. A partir da safra 22/23, passaram a aplicar também via sulco, buscando acelerar ainda mais a interação dos microrganismos com a cultura.

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A Biotecnologia Microgeo, desenvolvida pela empresa brasileira Microgeo, é uma inovadora forma de nutrir, regular e manter o processo de compostagem líquida contínua (CLC). É a única no mercado capaz de manejar e restabelecer o microbioma do solo. Presente em todos os estados do Brasil e em países vizinhos como Paraguai e Uruguai, a Biotecnologia Microgeo pode ser aplicada de diversas formas, adaptando-se às condições climáticas e às necessidades específicas de cada cultura.

O caso de sucesso de Otoni Pacheco evidencia não apenas a importância do equilíbrio microbiológico do solo, mas também o potencial transformador da Biotecnologia Microgeo na agricultura brasileira. Ao elevar a qualidade do solo, os produtores estão cada vez mais preparados para produzir com eficiência e eficácia, enfrentando desafios e garantindo resultados expressivos.

Fonte: Microgeo

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

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Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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