AGRONEGÓCIO

Produção de café na colômbia registra queda de 6% em fevereiro, contrapondo crescimento nas exportações

Publicado em

A produção de café arábica na Colômbia experimentou uma diminuição de 6,2% no mês de fevereiro, totalizando 961 mil sacas, conforme indicado pelo relatório da Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC). O país, ainda enfrentando os desafios decorrentes dos impactos da La Niña nos últimos meses, não detalhou as razões por trás dessa redução.

Por outro lado, as exportações revelaram um desempenho favorável, apresentando um aumento de 12,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 1,04 milhão de sacas enviadas ao exterior. Em 2023, as exportações colombianas de café alcançaram 929 mil sacas.

Ao longo dos últimos 12 meses, a colheita de café na Colômbia teve um acréscimo de 1,73%, atingindo a marca de 11,3 milhões de sacas, enquanto as exportações registraram uma redução de 3,1%, totalizando 10,8 milhões de sacas.

Destaque para o Consumo Interno Crescente

Além de sua reconhecida posição como fornecedora global de café de alta qualidade, a Colômbia destaca-se pelos números crescentes de consumo interno. Dados recentes revelam que o mercado colombiano consumiu mais de US$ 2,8 milhões em café ao longo de 2023, superando os US$ 2,47 milhões registrados em 2022. Em comparação com 2021, essa cifra representa um notável aumento de 28%.

Leia Também:  Programa de Aquisição de Alimentos em Minas Gerais Ganha Destaque em Avaliação de Políticas Públicas

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Colheita florestal em terrenos inclinados exige novas soluções técnicas e mais segurança operacional

Published

on

Com atuação em Minas Gerais e São Paulo, a Reflorestar aposta em planejamento detalhado e adaptação contínua para garantir produtividade e segurança na colheita florestal em relevo acidentado.

Terrenos inclinados elevam complexidade da colheita florestal no Brasil

A colheita florestal em áreas inclinadas vem se consolidando como um dos maiores desafios operacionais do setor, especialmente diante da expansão do uso de terrenos com relevo acidentado. Nessas condições, o equilíbrio entre segurança, produtividade e eficiência técnica torna-se cada vez mais complexo.

Com o avanço dessas áreas, aumentam também os riscos operacionais para equipes e máquinas, além da necessidade de ajustes constantes no planejamento e na execução das atividades em campo.

Microplanejamento e validação em campo são essenciais

Para lidar com esse cenário, a Reflorestar Soluções Florestais estruturou um modelo operacional baseado em microplanejamento, validação em campo e integração direta com as equipes.

A empresa atua em diferentes regiões, incluindo o Sul de Minas Gerais, onde realiza colheita em áreas com até 25 graus de inclinação, e o Vale do Paraíba (SP), com operações de roçada mecanizada em terrenos que chegam a 40 graus.

Segundo o gerente geral de Operações da Reflorestar, Nilo Neiva, o planejamento em áreas inclinadas precisa ser constantemente revisado, já que cada talhão apresenta características próprias e dinâmicas que podem mudar ao longo da operação.

Leia Também:  Safra goiana de grãos deve crescer 11,4% em 2024/2025 prevê Conab
Análise detalhada define estratégia em cada talhão

Antes do início das atividades, cada área passa por uma avaliação técnica detalhada. São analisados fatores como inclinação do terreno, risco de tombamento, logística de retirada da madeira, pontos de entrada e saída de máquinas e direção de corte.

Mesmo com esse planejamento inicial, a validação em campo é indispensável, já que as condições reais podem apresentar variações em relação ao projetado.

De acordo com a empresa, o sucesso da operação depende da capacidade de equilibrar três pilares fundamentais: segurança, produtividade e manutenção dos equipamentos.

Operadores têm papel estratégico na tomada de decisão

A atuação em terrenos inclinados exige também forte participação das equipes operacionais, que desempenham papel decisivo na identificação de riscos e ajustes durante a execução.

O operador de colhedor florestal Dalton Moreira destaca que o trabalho exige atenção constante às condições do terreno, da madeira e do comportamento das máquinas, com foco permanente na segurança.

Essa percepção em campo é considerada essencial para ajustes operacionais em tempo real, especialmente em áreas com maior instabilidade do solo.

Leia Também:  Mercado de soja na bolsa de Chicago aguarda desenvolvimentos climáticos na América do Sul
Integração entre campo e gestão aumenta eficiência

Segundo o diretor florestal da Reflorestar, Igor Souza, a interação entre operadores, mecânicos e equipe técnica fortalece a tomada de decisão e melhora a segurança das operações.

Em muitos casos, sinais de variação no terreno são identificados primeiro por quem está em campo, permitindo correções rápidas no planejamento e na execução das atividades.

Essa integração também contribui para o uso mais eficiente dos recursos, possibilitando alcançar bons níveis de produtividade mesmo com equipamentos já utilizados em operações convencionais, desde que haja planejamento adequado e acompanhamento técnico rigoroso.

Adaptação contínua é chave para operar em relevo acidentado

A experiência da Reflorestar mostra que a colheita florestal em terrenos inclinados exige uma abordagem dinâmica, baseada em planejamento detalhado, validação constante e forte integração entre equipes.

Em um cenário de expansão das operações em áreas de relevo complexo, a adaptação contínua dos processos se torna essencial para garantir segurança, eficiência e competitividade no setor florestal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA