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Presidente da Feagro diz que Acricorte já é o maior evento da agropecuária nacional

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O presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT), Isan Oliveira de Rezende, participou nesta sexta-feira (19.05), da Acricorte 2023, promovida pela Associação dos Criadores de Mato Grosso, a Acrimat, e concluiu que este já é o maior evento da agropecuária nacional.

“Não tem outro evento brasileiro, que tenha por objetivo integrar pecuaristas e produtores com grandes empresas, ofertando conhecimento e tecnologias aos pecuaristas e promovendo o debate sobre sustentabilidade e modernização da cadeia produtiva da carne, com essa dimensão”, comentou Isan.

A Acricorte 2023, realizada entre quinta e sexta-fira, reuniu mais de 2 mil pessoas, entre pecuaristas, profissionais do agro, associados, lideranças e autoridades públicas, além de 48 empresas expositoras. O objetivo, segundo os organizadores foi “ofertar conhecimento e tecnologia aos pecuaristas e promover o debate sobre sustentabilidade e modernização da cadeia produtiva da carne”.

O encontro teve a participação de nove palestrantes renomados, trazendo temas como produção,  mercado, sustentabilidade, inovação, pastagem do futuro e tendências para o mercado da pecuária.

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A palestra de encerramento teve a presenta de Andrea Mesquita, fundadora e CEO do Território da Carne, destaque entre os maiores zootecnistas do país pela Beef Point/2018 e Top five Agro Influenciadores do Brasil, deu o recado: “A gente está ficando cada dia melhor em vender característica do produto. Mas o consumidor não busca característica, ele quer saber dos benefícios da carne”, alertou.

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Segundo ela, as macrotendências do consumo de carne para 2023 são: pressões econômicas, sustentabilidade, conveniência, tecnologia e saúde e bem-estar das pessoas. “A economia está passando por um momento desafiador sim, mas é neste momento que não podemos segurar o marketing. Este é o melhor momento de se fazer presente. A nossa marca é a carne”.

Conforme Andrea, 40% dos consumidores de carne buscam conveniência e tempo, por isso é necessário falar a linguagem do consumidor e estudar comportamentos de consumo. Ela exemplificou a praticidade das embalagens, dos cortes e informações nos rótulos que os consumidores desejam saber. “Sustentabilidade e bem-estar animal fazem parte da qualidade óbvia, não devendo ser ofertada como diferencial ou atributo extra de qualidade”, disse referindo-se ao olhar que o setor produtivo deve ter ao comunicar sobre a carne.

Inovação – Martha Gabriel, em sua palestra magna oferecida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), detalhou o conceito de inovação e como ela é aplicada no dia a dia. Martha é ícone multidisciplinar na América Latina nas áreas de negócios e inovação e autora de best sellers.

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“Inovação para dar certo precisa de método. Sem método não conseguimos inovar. O mundo muda o tempo todo. O ritmo de hoje é diferente. Se a gente não inovar não dá conta do ritmo do mundo”, afirmou Martha.

Para não ser substituído por um robô, Martha orienta que as pessoas conheçam e aprendam a utilizar as tecnologias. “A gente vai ser substituído por alguém que sabe usar melhor a tecnologia. Conviva com pessoas que testam tecnologias diferentes. Tem que entender de tecnologia para saber onde ela vai impactar”, alertou.

Com informações da Assessoria Acricorte

Fonte: Pensar Agro

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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