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Processo de Beneficiamento do Arroz Integral: Preservando Valor Nutritivo e Sabor Autêntico

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Após um cuidadoso processo que se inicia nas lavouras e culmina nas indústrias, o arroz integral parboilizado da Kiarroz, marca da Fumacense Alimentos, destaca-se por suas propriedades nutricionais preservadas. O grão, que passa por um meticuloso tratamento desde a colheita até o empacotamento, é submetido a uma série de etapas que garantem sua alta qualidade e valor nutritivo.

Da Colheita ao Consumo

Após a colheita realizada pelos agricultores ao longo de aproximadamente quatro meses, o arroz é transportado para as indústrias, onde se inicia o processo de beneficiamento. Esse processo inclui hidratação, pré-cozimento, secagem, beneficiamento, empacotamento e distribuição para os supermercados. Cada uma dessas etapas é crucial para assegurar que o arroz chegue ao consumidor final com todas as suas propriedades nutricionais intactas e seu sabor autêntico preservado.

Acúmulo de Nutrientes e Sabor Distinto

Lilian Tiscoski, gerente industrial da Fumacense Alimentos, destaca que o arroz parboilizado integral da Kiarroz é especialmente rico em fibras, proteínas e gorduras em comparação com suas versões polidas e brancas. “A característica marcante deste arroz é o acúmulo de nutrientes que, ao serem absorvidos pelo organismo, contribuem significativamente para a sensação de saciedade”, explica Tiscoski. O processo de preparo desse arroz também resulta em um sabor mais intenso e requer um tempo de cozimento ligeiramente maior, em comparação com outros tipos de arroz.

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Tecnologia e Controle de Qualidade

Durante o beneficiamento, os grãos são armazenados em silos e monitorados cuidadosamente para garantir sua integridade e evitar perdas devido a variações de temperatura. O processo inclui etapas como encharcamento em água aquecida, pré-cozimento a vapor em autoclave para gelatinização, e secagem para retornar à umidade ideal. Durante esses procedimentos, os nutrientes que estão nas camadas externas do grão são absorvidos de volta, concentrando seus benefícios nutricionais na parte interna.

Garantia de Qualidade

O beneficiamento do arroz inclui a remoção da casca por meio de roletes de borracha e uma última verificação de qualidade com um separador de marinheiros, que usa a diferença de densidade para separar os grãos com casca. Os grãos selecionados eletronicamente, conforme os padrões da indústria, são então empacotados e enviados aos supermercados, prontos para satisfazer os consumidores com qualidade e sabor inigualáveis.

Este processo meticuloso não apenas preserva o valor nutritivo do arroz, mas também garante uma experiência gastronômica enriquecedora para os apreciadores deste alimento tão essencial na dieta brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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