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Prefeitura vistoria campo com grama sintética no Três Barras e prevê entrega ainda em maio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, realizaram uma vistoria no novo campo de futebol com grama sintética no bairro Três Barras. A obra está em fase final e deve ser entregue à população ainda neste mês de maio.

O espaço integra um conjunto de investimentos voltados à ampliação da infraestrutura esportiva na capital, resultado de parceria entre a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso. A previsão é de implantação de novos campos semelhantes ainda no primeiro semestre, além de outras seis unidades até o fim do ano.

Durante a vistoria, o prefeito destacou a transformação do local, que antes era utilizado como campo de terra. Segundo ele, a iniciativa busca levar estrutura de qualidade para bairros que historicamente tiveram menos acesso a esse tipo de equipamento público. “Estamos aqui no bairro Três Barras, onde estamos instalando um novo campo de grama sintética. Antes, era apenas um terrão, em uma região que muitas vezes não recebia a devida valorização”, afirmou.

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O secretário Jefferson Neves reforçou que a proposta é garantir melhores condições para a prática esportiva e ampliar o acesso da população. “Queremos transformar essa realidade, levando para as periferias equipamentos esportivos com a maior qualidade possível, garantindo essa alegria para as famílias”, disse.

Outro ponto destacado pela gestão é o acesso gratuito ao espaço. De acordo com o prefeito, estruturas semelhantes, quando privadas, podem custar entre R$ 150 e R$ 200 por hora. No Três Barras, o uso será liberado à comunidade.

A proposta também prevê funcionamento contínuo. “O espaço funcionará 24 horas por dia, sem portões trancados, permitindo que qualquer criança ou morador utilize o campo sempre que desejar”, explicou o secretário.

A obra faz parte de um programa mais amplo de revitalização de áreas esportivas em Cuiabá, que prevê a recuperação de cerca de 20 campos em diferentes bairros. A iniciativa busca incentivar a prática esportiva, promover o lazer e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em regiões com menor oferta de infraestrutura pública.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Milho hoje: mercado brasileiro opera com cautela, clima pressiona safrinha e preços oscilam

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O mercado brasileiro de milho mantém um ambiente de cautela nesta terça-feira, refletindo a combinação de incertezas climáticas, oscilações no cenário internacional e dúvidas sobre o tamanho da oferta interna. As atenções seguem voltadas ao desenvolvimento da safrinha, especialmente diante da irregularidade das chuvas em importantes regiões produtoras.

A possibilidade de perdas na segunda safra, com destaque para o estado de Goiás, segue no radar dos agentes. A falta de precipitações pode comprometer o potencial produtivo, sustentando a apreensão entre produtores. Ainda assim, parte do mercado avalia que os preços têm sido mais influenciados pelo ritmo das exportações do que propriamente pelas perdas no campo.

Clima e safrinha limitam negócios no mercado físico

O mercado iniciou a semana dividido entre o avanço da colheita da primeira safra e o risco climático sobre a segunda safra. Esse cenário tem reduzido a liquidez, com compradores adotando postura cautelosa.

Estimativas privadas apontam cenários distintos. Algumas consultorias elevaram a produção da safra de verão em cerca de 4%, projetando 28,6 milhões de toneladas. Por outro lado, há projeções de perdas na safrinha entre 10% e 15% em estados como Goiás, caso o regime de chuvas não se normalize nos próximos dias.

Preços do milho no Brasil seguem regionalizados

As cotações continuam variando conforme a região, refletindo oferta, demanda e logística:

  • Porto de Santos (SP): R$ 66,50 a R$ 69,00 por saca (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 65,50 a R$ 69,00 por saca
  • Cascavel (PR): R$ 61,00 a R$ 62,50
  • Mogiana (SP): R$ 63,00 a R$ 65,00
  • Campinas (SP, CIF): R$ 68,00 a R$ 70,00
  • Erechim (RS): R$ 66,50 a R$ 68,00
  • Uberlândia (MG): R$ 55,00 a R$ 58,00
  • Rio Verde (GO, CIF): R$ 56,00 a R$ 58,00
  • Rondonópolis (MT): R$ 48,00 a R$ 52,00
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No Sul do país, o mercado segue com baixa liquidez. No Rio Grande do Sul, a colheita já alcança cerca de 94% da área, enquanto em Santa Catarina está praticamente concluída, com 99%. Ainda assim, o descompasso entre pedidas e ofertas limita o fechamento de novos negócios.

B3 reflete incertezas sobre oferta e demanda

Na B3, os contratos futuros de milho registraram variações mistas, refletindo a divisão do mercado quanto às perspectivas de oferta:

  • Maio/2026: R$ 67,53 (queda de R$ 0,42 no dia e de R$ 1,39 na semana)
  • Julho/2026: R$ 69,79 (alta de R$ 0,13 no dia e de R$ 0,12 na semana)
  • Setembro/2026: R$ 71,23 (recuo de R$ 0,39 no dia e de R$ 0,79 na semana)

Os agentes acompanham tanto o impacto da seca na safrinha quanto o aumento da oferta da primeira safra, o que mantém o mercado técnico e volátil.

Chicago recua após atingir máxima anual

No cenário internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago operam em queda após atingirem máximas de um ano no início da sessão.

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O contrato com entrega em julho é cotado a US$ 4,83 1/4 por bushel, com recuo de 0,51%. O movimento é atribuído à realização de lucros, além da pressão exercida pela queda do petróleo em Nova York e pela valorização do dólar frente a outras moedas, fatores que reduzem a competitividade do milho norte-americano.

Câmbio e cenário externo no radar

O dólar comercial apresenta leve queda frente ao real, cotado a R$ 4,9477, com desvalorização de 0,38%. Já o Dollar Index avança para 98,52 pontos.

Nos mercados globais, as bolsas europeias operam de forma mista, enquanto as principais praças asiáticas não tiveram negociações devido a feriados. O petróleo WTI, por sua vez, recua para US$ 103,13 por barril.

Perspectivas para o mercado do milho

No curto prazo, o mercado deve seguir sensível a três fatores principais: as condições climáticas no Centro-Oeste, determinantes para a safrinha; o ritmo das exportações, que pode sustentar os preços; e o comportamento do câmbio e das cotações em Chicago.

Diante das incertezas, a tendência é de continuidade no ritmo lento de negociações, com movimentos pontuais e forte dependência de novas informações sobre produtividade e oferta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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