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Prefeitura reforça ações de manutenção e vistoria técnica no Parque das Águas

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), intensificou as ações de manutenção e fiscalização no Parque das Águas, um dos principais cartões-postais da Capital. Nesta segunda-feira (15), foi realizada uma vistoria técnica no local, com participação de representantes da Cuiabá Regula e da concessionária Águas Cuiabá, para identificar e corrigir possíveis pontos de descarte irregular de esgoto.

A iniciativa atende às recomendações do Parecer Técnico da Qualidade da Água da Lagoa do Parque das Águas, elaborado com base na Resolução nº 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). O documento apontou a necessidade de averiguar possíveis lançamentos de efluentes não tratados no entorno do espaço e recomendou medidas imediatas, como a verificação de pontos de descarte contínuo de águas residuais poluídas e a inspeção de eventuais conexões clandestinas, domésticas ou industriais, que possam comprometer a qualidade ambiental da lagoa.

Para cumprir as recomendações, a Limpurb protocolou um pedido formal de investigação detalhada à agência responsável, solicitando:
– Monitoramento e levantamento técnico da rede coletora de esgoto no entorno da lagoa;
– Identificação e rastreamento de ligações clandestinas de esgoto doméstico ou industrial;
– Mapeamento de possíveis pontos de lançamento irregular de efluentes;
– Acompanhamento das providências em curso ou em planejamento para sanar os problemas apontados no laudo.

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Segundo a Limpurb, essas medidas são fundamentais não apenas para atender às orientações técnicas, mas também para embasar futuras fiscalizações, fortalecer as políticas municipais de saneamento, prevenir danos ambientais e proteger a saúde da população. A empresa reforçou ainda a necessidade de uma resposta oficial e célere sobre as providências a serem adotadas em conjunto com a concessionária Águas Cuiabá S.A., responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da Capital.

Paralelamente às vistorias, as equipes da Limpurb seguem com a manutenção diária do parque, que inclui limpeza, recolhimento de resíduos e organização do espaço todas as manhãs, garantindo melhores condições de uso para a comunidade. Entre as medidas emergenciais já adotadas está a atuação na fossa dos banheiros, que havia atingido seu limite de capacidade. Para resolver a situação, a Prefeitura acionou um caminhão hidrojato e estuda alternativas definitivas para atender à crescente demanda de visitantes.

Outra providência foi a notificação da empresa responsável pelo fornecimento de insumos, como materiais de limpeza, sacos para lixeiras e combustível para sopradores. A determinação da gestão municipal é de que não haja tolerância quanto à ausência de itens indispensáveis à manutenção dos parques municipais.

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Além disso, a Prefeitura já trabalha na elaboração de um novo modelo de gestão para os parques da cidade, com foco em assegurar serviços contínuos, de qualidade e compatíveis com a importância desses espaços de lazer, convivência e integração da comunidade cuiabana.

De acordo com o diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, o trabalho mostra a seriedade da Prefeitura em preservar o meio ambiente e cuidar do patrimônio público. “Estamos atuando em várias frentes, tanto na manutenção diária quanto no acompanhamento técnico e ambiental. Esse parecer trouxe pontos importantes e já estamos cobrando providências para que tudo seja resolvido com a máxima agilidade. O Parque das Águas é um patrimônio dos cuiabanos e nossa prioridade é garantir que ele seja preservado, oferecendo qualidade e segurança a todos os frequentadores”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do suíno vivo segue pressionado pela oferta elevada e preocupa produtores

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O mercado brasileiro de suínos encerrou a semana com preços estáveis a mais baixos tanto para o animal vivo quanto para os principais cortes comercializados no atacado. O cenário continua desafiador para os produtores, que enfrentam margens cada vez mais apertadas diante da combinação entre oferta elevada e demanda ainda insuficiente para sustentar uma recuperação consistente das cotações.

Segundo análise da consultoria Safras & Mercado, o setor segue pressionado pelo excedente de oferta disponível no mercado interno e pelo comportamento cauteloso da indústria frigorífica, que mantém postura conservadora nas compras.

De acordo com o analista Allan Maia, a comercialização permanece lenta, refletindo diretamente na formação dos preços do suíno vivo. Os frigoríficos acompanham o desempenho da carne suína no atacado, que continua apresentando pouca movimentação e sem sinais concretos de valorização no curto prazo.

Expectativa de melhora no consumo nas próximas semanas

Apesar das dificuldades atuais, agentes do mercado mantêm perspectivas mais favoráveis para o consumo nas próximas semanas. Entre os fatores que podem estimular a demanda estão a entrada de salários na economia, a maior competitividade da carne suína frente à carne bovina, as temperaturas mais amenas registradas em diversas regiões do país e a aproximação da Copa do Mundo.

A carne suína tem ganhado espaço nas escolhas dos consumidores devido à diferença de preços em relação à proteína bovina, o que pode contribuir para um aumento das vendas no varejo e no atacado.

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Ainda assim, a preocupação entre os suinocultores permanece elevada. O enfraquecimento das cotações tem impactado diretamente a rentabilidade da atividade, aumentando a pressão sobre os custos de produção e reduzindo as margens do setor.

Média nacional do suíno vivo recua

Levantamento realizado pela Safras & Mercado aponta que a média nacional do quilo do suíno vivo caiu de R$ 5,38 para R$ 5,36 ao longo da semana.

No mercado atacadista, a média dos cortes de carcaça permaneceu em R$ 8,83 por quilo, enquanto o pernil registrou preço médio de R$ 11,40 por quilo.

Entre os principais estados produtores, as cotações apresentaram comportamento predominantemente estável, com algumas quedas pontuais.

Cotações regionais do suíno vivo
  • São Paulo: arroba recuou de R$ 102,00 para R$ 101,00;
  • Rio Grande do Sul: integração estável em R$ 5,70/kg; mercado independente caiu de R$ 5,20 para R$ 5,10/kg;
  • Santa Catarina: integração mantida em R$ 5,70/kg; mercado independente passou de R$ 5,05 para R$ 5,00/kg;
  • Paraná: estabilidade em R$ 5,00/kg no mercado livre e R$ 5,75/kg na integração;
  • Mato Grosso do Sul: queda de R$ 5,15 para R$ 5,10/kg em Campo Grande; integração mantida em R$ 5,65/kg;
  • Goiás: recuo de R$ 5,35 para R$ 5,25/kg;
  • Minas Gerais: estabilidade em R$ 5,60/kg no interior e R$ 5,80/kg no mercado independente;
  • Mato Grosso: estabilidade em R$ 5,50/kg em Rondonópolis e R$ 5,70/kg na integração.
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Exportações de carne suína mantêm crescimento em volume

Apesar da desaceleração observada em maio na comparação com meses anteriores, as exportações brasileiras de carne suína continuam apresentando resultados positivos.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que os embarques de carne suína in natura geraram receita de US$ 278,27 milhões durante os 20 dias úteis de maio. A média diária foi de US$ 13,91 milhões.

O volume exportado alcançou 111,16 mil toneladas no período, com média diária de 5,56 mil toneladas. Já o preço médio da carne embarcada ficou em US$ 2.503,30 por tonelada.

Na comparação com maio de 2025, houve:

  • Crescimento de 1,4% na receita média diária;
  • Aumento de 4,9% no volume médio diário exportado;
  • Redução de 3,3% no preço médio por tonelada.
Mercado segue atento ao equilíbrio entre oferta e demanda

O desempenho das exportações continua sendo um importante fator de sustentação para a suinocultura brasileira. No entanto, especialistas avaliam que uma recuperação mais consistente dos preços dependerá principalmente de um melhor equilíbrio entre oferta e demanda no mercado doméstico.

Enquanto isso, produtores acompanham com atenção o comportamento do consumo interno e a evolução dos embarques internacionais, na expectativa de que esses fatores contribuam para reduzir a pressão sobre as cotações do suíno vivo nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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