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Prefeitura de Cuiabá recebe o ‘Selo UNICEF’ graças aos avanços na cobertura vacinal alcançados no último ano

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), foi premiada com o Selo UNICEF de Imunização, edição 2021-2024, em reconhecimento ao aumento significativo no número de crianças imunizadas na capital. A conquista reflete o compromisso da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro com a saúde pública e a proteção das crianças, além de destacar os esforços contínuos para ampliar as ações de vacinação, essenciais para o bem-estar da população.

“Com a obtenção deste selo, Cuiabá se destaca no cenário nacional pela excelência nas estratégias de imunização, que são fundamentais para a prevenção de doenças e o fortalecimento da saúde coletiva. A cidade tem investido constantemente em campanhas de conscientização e ações de mobilização, garantindo que as vacinas cheguem de forma eficaz a todas as crianças, especialmente aquelas que vivem em áreas mais vulneráveis”, disse o prefeito.

O Selo UNICEF é um reconhecimento internacional, concedido a municípios que demonstram esforços concretos para ampliar a cobertura vacinal e garantir o acesso das crianças a vacinas essenciais para o controle de doenças como sarampo, poliomielite, rubéola, hepatite, entre outras. Esse prêmio não apenas simboliza uma conquista para Cuiabá, mas também reflete um compromisso com a saúde pública e o futuro das novas gerações.
O Secretário Adjunto de Atenção Primária, José Ricardo de Amorim Santana, destacou os principais fatores que levaram Cuiabá a alcançar esse importante reconhecimento:

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“Este selo é, sem dúvida, uma grande conquista para a nossa cidade, mas também um reflexo do trabalho dedicado de toda a equipe de saúde, dos profissionais das unidades de saúde, e da colaboração fundamental da população cuiabana. Nos últimos anos, intensificamos as ações de vacinação, realizando campanhas em escolas, postos de saúde e com ações de busca ativa, principalmente nas áreas mais distantes da cidade. O aumento da cobertura vacinal foi possível por meio de uma mobilização constante, com a participação ativa das equipes da Atenção Primária à Saúde, que são os grandes protagonistas dessa mudança. O aumento do número das equipes de Saúde da Família, também refletiu nesse resultado.

“Também contamos com o apoio das famílias e da sociedade civil, que têm se engajado na importância da vacinação como um direito e uma necessidade para a proteção das nossas crianças. A gestão do prefeito Emanuel Pinheiro tem priorizado a saúde da criança, com foco na prevenção, e este prêmio é um reflexo desse compromisso. Estamos muito felizes com essa conquista, mas nossa missão continua: manter e ampliar a cobertura vacinal, garantindo que todas as crianças de Cuiabá estejam protegidas e seguras”, afirmou Santana.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Voto deste domingo pesa no custo e no futuro do agronegócio brasileiro

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Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo (04.10) para escolher os representantes que participarão das decisões sobre crédito, impostos, infraestrutura e condições de produção no País. Para o agronegócio, a eleição coincide com o avanço do plantio da safra de verão e coloca em discussão políticas que interferem diretamente no custo de produzir, na proteção contra perdas e no acesso aos mercados.

A ligação entre a urna e a propriedade rural aparece em decisões concretas. O dinheiro disponível para financiar uma lavoura depende das regras do crédito e das condições oferecidas pelas instituições financeiras. A contratação de seguro pode depender da ajuda pública para pagar a apólice. O escoamento exige estradas conservadas, armazenagem e portos eficientes. A exportação precisa de negociação comercial, defesa sanitária e comprovação de origem.

Essas relações orientam a reportagem de capa da edição de setembro da Revista Pensar Agro. A publicação examina como as escolhas políticas chegam à rotina de produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores. Às vésperas da votação, a análise ajuda a avaliar propostas pelo efeito que poderão produzir sobre a atividade econômica.

O financiamento mostra a dimensão dos interesses envolvidos. O Plano Safra 2026/27 prevê R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial, dos quais R$ 384,9 bilhões destinados a custeio e comercialização. São recursos programados para sustentar despesas que começam meses antes da receita da colheita. Para quem planta, tão importante quanto o montante anunciado é conseguir contratar a tempo, com juros e exigências compatíveis com sua capacidade de pagamento.

Nos dois primeiros meses do ciclo, entre julho e agosto, as contratações somaram R$ 65,7 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As Cédulas de Produto Rural (CPRs) responderam por 49,2% desse total. A participação desses instrumentos evidencia a importância do financiamento privado e amplia o peso das decisões sobre garantias, contratos e segurança jurídica.

O resultado da eleição também terá consequências para os investimentos que ajudam a preservar a margem do produtor. Um armazém permite organizar estoques e escolher melhor o momento da venda. Uma estrada em boas condições reduz dificuldades de transporte. Pesquisa e assistência técnica contribuem para enfrentar pragas, doenças e limitações do solo. São benefícios que exigem continuidade, orçamento e capacidade de execução.

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Por isso, a avaliação do eleitor precisa alcançar todos os cargos em disputa. O presidente conduz a administração federal, propõe o Orçamento e define prioridades para a política agrícola e as negociações internacionais. Deputados e senadores votam leis, analisam os recursos e fiscalizam o Executivo. Governadores e assembleias estaduais participam de decisões sobre rodovias, segurança rural, defesa sanitária, tributação e serviços ambientais.

A disputa presidencial concentra atenção, mas o Congresso eleito terá influência sobre regras que podem atravessar várias safras. Toda a Câmara dos Deputados será renovada, assim como dois terços do Senado. Cada eleitor poderá escolher dois senadores, além dos representantes para os demais cargos. A composição dessas bancadas será relevante para transformar compromissos de campanha em medidas efetivas.

Na leitura das propostas, importa identificar como serão executadas. Ampliar crédito exige indicar recursos e condições de acesso. Prometer obras pressupõe planejamento, financiamento e fiscalização. Simplificar procedimentos requer preservar critérios técnicos e oferecer prazos claros. Abrir mercados depende de trabalho diplomático, qualidade dos produtos e confiança nos controles brasileiros.

A reportagem da revista acompanha essas escolhas sem reduzir o agronegócio a uma única demanda. O setor reúne atividades, regiões e produtores com necessidades diferentes. Uma medida que favoreça a indústria pode pressionar o preço da matéria-prima; outra que estimule exportações precisa considerar logística e abastecimento. Avaliar esses efeitos ajuda a separar propostas consistentes de soluções que transferem o problema de um elo para outro.

O PODER DO VOTO

Na opinião do presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT) , o produtor conhece o peso de uma decisão porque trabalha com dinheiro comprometido muito antes de receber pela produção. Quando vai às urnas, precisa levar essa mesma responsabilidade.

“As decisões do poder público entram na conta da propriedade: no custo do financiamento, na disponibilidade do seguro, na estrada por onde passa a colheita e nas condições de acesso aos mercados. A importância desta eleição está também na escolha de quem terá a responsabilidade de administrar recursos, estabelecer regras e acompanhar sua execução. Tudo isso afeta a capacidade de produzir, investir e manter empregos”, explica Isan

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“O agronegócio precisa de planejamento que dure mais do que uma safra. Pesquisa, armazenagem, irrigação, defesa sanitária e infraestrutura exigem investimentos contínuos, com objetivos claros e resultados acompanhados. Não adianta anunciar crédito se o recurso não chega durante a janela de plantio, nem aprovar uma obra que permanece anos sem conclusão”.

“Precisamos de instituições capazes de transformar orçamento em serviço e de regras que permitam ao produtor cumprir suas obrigações sem ficar preso à demora e à insegurança. Essa qualidade da gestão pública interessa tanto a quem produz quanto a quem depende do abastecimento”, diz o presidente do IA.

“A responsabilidade com o voto deve continuar depois da eleição. Cabe ao setor acompanhar os orçamentos, cobrar a execução das políticas e apresentar suas necessidades com dados e propostas consistentes. Uma dificuldade na propriedade pode repercutir na cooperativa, na indústria, no transporte e no comércio. Da mesma forma, uma política bem executada pode ampliar oportunidades em toda essa cadeia. O compromisso que esperamos do poder público é criar condições para que o trabalho no campo tenha continuidade, que os investimentos sejam viáveis e que o crescimento da produção gere renda e benefícios para a sociedade”, completa Tezende.

Neste domingo, a votação ocorrerá das 8 às 17 horas, pelo horário de Brasília. A ordem na urna será deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente. São escolhas feitas em poucos minutos, com consequências que acompanharão a produção por anos.

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Fonte: Pensar Agro

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