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Prefeitura de Cuiabá inaugura reforma de ginásio no bairro Planalto

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smecel), inaugura às 19h desta terça-feira (6) a reforma do Ginásio Poliesportivo João Batista Jaudy, localizado no bairro Planalto. O espaço, que estava com as atividades paralisadas há cerca de quatro anos, volta a ser entregue à população completamente revitalizado, reafirmando o compromisso do município com o esporte, o lazer e a qualidade de vida nos bairros.

Além da recuperação estrutural do ginásio, a intervenção contemplou a revitalização de todo o entorno, incluindo o parquinho infantil, criando um ambiente mais seguro, acolhedor e convidativo para crianças, jovens, adultos e idosos. A inauguração integra a série de ações de requalificação de espaços esportivos realizadas ao longo do último ano pela gestão municipal.

Na última sexta-feira, o prefeito Abilio Brunini vistoriou o local ao lado do secretário municipal de Esporte e Lazer, Jeferson Neves. Durante a visita, o prefeito destacou a importância da retomada do equipamento público para a comunidade do Planalto. Segundo ele, o ginásio permaneceu fechado por quatro anos e agora volta a cumprir sua função social.

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“Terça-feira a gente vai entregar esse ginásio aqui do Planalto que estava parado há quatro anos. A gente chegou agora, um ano depois, e estamos entregando ele pronto. Arrumamos o parquinho e o entorno. É um importante espaço que em breve estará à disposição da comunidade, fortalecendo o esporte, o lazer e a qualidade de vida dos moradores”, afirmou Abilio.

A entrega do Ginásio João Batista Jaudy simboliza um ciclo mais amplo de investimentos em políticas públicas voltadas ao esporte e ao lazer em Cuiabá. O encerramento de 2025 é marcado por uma atuação contínua da Prefeitura nos bairros, com foco na recuperação de estruturas existentes e na ampliação do acesso da população a espaços adequados para a prática esportiva e a convivência comunitária.

Ao longo do ano, foram revitalizadas e pintadas 20 quadras esportivas em diferentes regiões da capital, além da realização de 109 ações de manutenção em áreas esportivas. As iniciativas contribuíram para transformar locais antes degradados em ambientes mais seguros e funcionais, estimulando hábitos saudáveis, integração social e o fortalecimento do vínculo entre a comunidade e os espaços públicos.

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Serviço

Evento: Inauguração da reforma do Ginásio Poliesportivo João Batista Jaudy
Data: Terça-feira, 6 de janeiro
Horário: 19h
Local: Ginásio Poliesportivo João Batista Jaudy – Bairro Planalto, Cuiabá
Realização: Prefeitura de Cuiabá
Responsável: Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smecel)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho recua no Brasil, Chicago opera estável e B3 fecha sem direção única em meio a oferta elevada

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Mercado do milho no Brasil acumula queda de 3,5% em junho com forte pressão da oferta

O mercado brasileiro de milho mantém trajetória de baixa ao longo de junho, pressionado principalmente pelo avanço da safrinha e pelo nível elevado dos estoques de passagem.

Na praça de Campinas (SP), referência para o Centro-Sul, o milho foi negociado a R$ 62,00 por saca de 60 kg nesta quarta-feira (24), reforçando o movimento de recuo observado ao longo do mês. A média parcial de junho ficou em R$ 63,06 por saca, queda de 3,5% frente a maio, quando o valor médio foi de R$ 65,35.

Segundo dados de mercado, o principal fator de pressão segue sendo a combinação entre oferta abundante e demanda interna sem força suficiente para absorver o volume disponível, o que mantém compradores mais cautelosos nas negociações.

A safrinha 2026 é estimada em 112,5 milhões de toneladas, segundo projeções do setor, configurando-se como uma das maiores já registradas no país. O cenário reforça a expectativa de excedente estrutural no curto e médio prazo, com impacto direto sobre a formação de preços.

No mercado físico, a liquidez permanece baixa. Produtores relatam resistência em aceitar valores abaixo do custo de produção, enquanto compradores atuam de forma mais seletiva, aguardando possíveis novas quedas ou oportunidades pontuais.

Chicago opera em estabilidade com equilíbrio entre demanda e clima favorável

No mercado internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (25) próximos da estabilidade, refletindo um cenário de equilíbrio entre fatores altistas e baixistas.

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Os vencimentos mais negociados apresentaram variações mistas: julho/26 com leve queda, setembro/26 estável e contratos mais longos com pequenas altas, indicando ajuste técnico após sessões recentes de volatilidade.

Entre os fatores de suporte, destaca-se a demanda externa. O México realizou compras de aproximadamente 100 mil toneladas de milho dos Estados Unidos, parte destinada ao atual ciclo comercial e parte para a safra 2026/27, segundo dados do USDA.

Por outro lado, o clima favorável no cinturão produtor norte-americano segue limitando movimentos de alta. A maioria das lavouras permanece em boas condições, o que sustenta expectativas de oferta confortável e reduz pressão sobre os preços.

B3 inicia sessão em leve queda com influência externa e fundamentos domésticos

Na Bolsa Brasileira (B3), o milho também começou o pregão desta quinta-feira com viés levemente negativo, acompanhando o comportamento mais contido do mercado internacional.

Por volta das 09h, os contratos futuros operavam entre R$ 63,97 e R$ 73,10. O vencimento julho/26 recuava para R$ 63,97, enquanto setembro/26 e janeiro/27 também registravam leves baixas, refletindo cautela dos investidores.

Na sessão anterior, o mercado havia encerrado de forma mista. O suporte inicial veio da valorização do dólar, mas perdeu força ao longo do dia com a queda das cotações em Chicago e o avanço da colheita da safrinha no Brasil.

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Relatos de produtividade irregular em algumas regiões, especialmente em Mato Grosso, adicionaram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, chuvas em áreas produtoras atrasaram os trabalhos de colheita e ajudaram a limitar quedas mais intensas.

No mercado físico regional, a liquidez segue reduzida. No Sul do país, compradores abastecidos mantêm negociações pontuais. No Paraná e em Santa Catarina, a diferença entre ofertas e pedidos continua travando acordos. Em Mato Grosso do Sul, a entrada gradual da segunda safra pressiona os preços, embora a demanda da indústria de bioenergia siga como fator de sustentação pontual.

Panorama geral: oferta elevada mantém mercado sob pressão no curto prazo

O mercado global de milho entra no segundo semestre com predominância de fundamentos baixistas, especialmente no Brasil, onde a safrinha volumosa reforça o cenário de superoferta.

Enquanto Chicago oscila de forma lateral, sustentada por exportações pontuais e clima favorável, a B3 reflete o ajuste entre fatores externos e a realidade doméstica de ampla disponibilidade.

No curto prazo, o comportamento dos preços deve continuar condicionado ao ritmo de colheita, ao apetite das exportações e à capacidade de absorção do mercado interno, especialmente do setor de proteína animal e da indústria de etanol.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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