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Prefeitura de Cuiabá fortaleceu ações de monitoramento de zoonoses e proteção à saúde pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, manteve ao longo de 2025 um trabalho permanente e estratégico de monitoramento de zoonoses e vigilância animal, reafirmando o compromisso com a saúde pública, o bem-estar animal e a segurança da população.

As ações, conduzidas pela Vigilância em Zoonoses, seguiram o conceito de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal e ambiental, permitindo respostas rápidas, eficazes e baseadas em evidências científicas.

Vigilância ativa e resposta rápida

Durante o ano, o município registrou 138 notificações de epizootias, todas acompanhadas por equipes técnicas capacitadas, com investigação imediata e adoção de medidas preventivas sempre que necessário.

Do total de registros:

– 77 ocorrências envolveram animais silvestres, principalmente morcegos e macacos, com monitoramento intensificado em áreas urbanas;

– 55 notificações foram em animais de companhia, como cães e gatos, reforçando a vigilância próxima à população;

– 6 registros ocorreram em animais de produção, todos acompanhados e com os focos devidamente controlados.

– Não houve registros envolvendo lobos, roedores ou aves silvestres, o que demonstra a efetividade do acompanhamento ambiental realizado no município.

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Monitoramento de zoonoses

O balanço de 2025 evidencia a capacidade técnica da rede municipal em identificar riscos, ampliar o acompanhamento e minimizar impactos à saúde humana:

– Leishmaniose Visceral: foram realizados 1.580 atendimentos e investigações em animais, com 539 cães acompanhados, além do monitoramento de 16 casos humanos, garantindo ações integradas de controle;

– Esporotricose: registradas 45 notificações em animais, majoritariamente em gatos, possibilitando intervenções rápidas e orientação adequada à população. Em humanos, 14 casos foram acompanhados;

– Raiva: ocorreram 236 atendimentos em animais e controle total dos quatro casos confirmados em animais de produção, sem circulação urbana da doença. Na área humana, foram realizados 1.366 atendimentos antirrábicos, assegurando proteção imediata às pessoas expostas;

– Influenza Aviária: dos dois focos notificados em aves de subsistência, um foi confirmado e prontamente controlado, sem registro de casos em humanos;

– Febre Amarela: foram realizadas 13 investigações em animais, reforçando a vigilância preventiva, aliadas ao acompanhamento de 10 casos humanos, com monitoramento contínuo.

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A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destaca que os números refletem um trabalho técnico contínuo e responsável.

“O monitoramento das zoonoses em Cuiabá é permanente e estratégico. Esses dados mostram a força da nossa vigilância animal, que atua de forma integrada para proteger a saúde da população, prevenir riscos e garantir respostas rápidas sempre que necessário. É um trabalho silencioso, mas fundamental para a segurança sanitária da cidade”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a colaboração da população é essencial. Ao identificar animais doentes ou mortos, a orientação é não tocar no animal e acionar imediatamente os canais oficiais:

– Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ): (65) 3618-6059

– CIEVS Capital – Plantão/WhatsApp: (65) 99247-4536

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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UPA Leblon mantém tempo de espera dentro dos protocolos e reforça atendimento com médicos extras

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), esclarece que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital contam com médicos extras para atender à demanda diária da população e garantir assistência dentro dos protocolos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na terça-feira (2), a UPA Leblon, também conhecida como UPA Leste, operou com seis médicos clínicos gerais durante o expediente, além de médico do box de emergência, pediatras, dentistas e médicos visitadores. Durante o período diurno, a unidade registrou apenas cinco pacientes internados na sala de medicação. No período noturno, esse número caiu para três.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a presença de equipes reforçadas tem garantido a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população.

“Nossa determinação é assegurar que nenhum paciente fique sem assistência. Por isso, monitoramos diariamente a demanda das unidades e, quando necessário, reforçamos as equipes médicas para garantir um atendimento ágil, seguro e dentro dos protocolos estabelecidos pelo SUS. Os dados da UPA Leblon demonstram que a unidade está funcionando de forma organizada e atendendo a população dentro dos tempos preconizados pela classificação de risco”, afirmou.

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Os dados demonstram que o fluxo de atendimento na unidade seguiu dentro da normalidade. No consultório adulto, havia 27 pacientes aguardando atendimento durante o expediente diurno. Desses, 12 foram classificados com pulseira verde, que identifica casos pouco urgentes e cujo tempo de espera pode chegar a 120 minutos, conforme o Protocolo de Manchester, utilizado nacionalmente para classificação de risco. O tempo médio de espera registrado para esse grupo foi de 1 hora e 8 minutos.

Outros nove pacientes receberam pulseira roxa, destinada ao atendimento prioritário, conforme previsto na Lei Federal nº 10.048/2000. Nessa categoria estão pessoas com deficiência, idosos com 65 anos ou mais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Também integram esse grupo os pacientes identificados com pulseira preta, utilizada para sinalizar alergias.

A unidade ainda registrou seis pacientes classificados com pulseira amarela, que indica gravidade moderada. O tempo médio de espera para esses casos foi de aproximadamente uma hora. Não havia pacientes classificados com pulseiras laranja ou vermelha, destinadas a situações muito urgentes ou emergências com risco iminente de morte.

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No consultório pediátrico, o tempo médio de espera foi de 40 minutos.

A classificação de risco adotada nas UPAs segue o Protocolo de Manchester, metodologia reconhecida internacionalmente e utilizada pelo Ministério da Saúde para organizar os atendimentos conforme a gravidade de cada caso, priorizando os pacientes que necessitam de assistência mais rápida.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça, ressaltou que os indicadores registrados na UPA Leblon demonstram a eficiência do fluxo de atendimento.

“Os números mostram que a unidade está operando dentro dos parâmetros estabelecidos para uma UPA. O tempo de espera observado está compatível com a classificação de risco dos pacientes, e a presença de médicos extras contribui para dar mais agilidade ao atendimento e maior segurança aos usuários”, explicou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que as UPAs atendem casos de urgência e emergência e que a classificação de risco é fundamental para garantir que os pacientes mais graves sejam atendidos primeiro, independentemente da ordem de chegada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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