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Prefeito de Cuiabá, primeira-dama e secretário lamentam a morte do artista Masanobu Kazurayama

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fernando Medeiros, manifestam profundo pesar pelo falecimento do artista plástico Masanobu Kazurayama, aos 86 anos.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Kazurayama deixa um legado inestimável para a cultura cuiabana e mato-grossense. Mestre do curso de pintura do Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso, formou diversas turmas e inspirou gerações de artistas com sua técnica refinada e dedicação ao ensino da arte oriental.

Sobrevivente da bomba atômica de Nagasaki, chegou ao Brasil em 1961 e construiu uma trajetória marcada pela superação, pelo trabalho e pelo amor à arte. Em Cuiabá, tornou-se presença constante no Museu do Morro da Caixa d’Água Velha, onde realizava exposições anuais que encantavam o público com pinturas retratando paisagens do Japão, do Canadá e do Pantanal mato-grossense, além de valorizar e dar visibilidade às obras de seus alunos.

Neste momento de dor, a gestão municipal se solidariza com familiares, amigos, alunos e admiradores, reconhecendo a importância de sua trajetória para a história cultural de Cuiabá. Seu talento, sensibilidade e compromisso com a arte permanecerão vivos na memória da cidade e nas obras que eternizou.

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O velório será realizado na Capela Santa Rita, localizada na Rua Miranda Reis, nº 567, bairro Poção, em Cuiabá, nesta terça-feira, das 13h às 20h. Às 19h, familiares e amigos farão uma mensagem de despedida e as últimas homenagens ao artista.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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