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Preço do Feijão-Carioca Aumenta 25% em Relação a 2023

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O Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE) revelou que o preço do feijão-carioca está, atualmente, 25% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Este aumento reflete os desafios de produtividade enfrentados em áreas de colheita, especialmente em Minas Gerais, Goiás e Bahia.

Apesar da elevação dos preços, o mercado tem demonstrado uma certa estabilidade, com um volume ligeiramente maior de negócios registrado recentemente, mantendo os valores médios. No entanto, alguns corretores relatam dificuldades crescentes para adquirir o feijão diretamente nas fontes, o que pode indicar uma demanda aquecida e expectativas mais elevadas de preços por parte dos produtores.

Os produtores, por sua vez, demonstram uma certa impaciência, esperando que os problemas de produtividade resultem em uma alta mais acentuada nos preços. É importante notar que, em setembro do ano passado, os preços do feijão-carioca caíram, com a média mensal ficando abaixo de R$ 200. Essa queda gerou expectativas de recuperação para este ano, que parecem ter se concretizado em parte, com os preços do feijão-carioca extra atualmente 25% superiores aos de 2023.

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O aumento nos preços é diretamente atribuído às condições adversas enfrentadas durante o cultivo, incluindo os impactos climáticos que afetaram a produtividade em várias regiões. Apesar disso, muitos produtores permanecem cautelosos, aguardando novos movimentos no mercado. A combinação de oferta reduzida e dificuldades logísticas nas áreas produtoras tem impulsionado essa tendência de valorização dos preços, embora a continuidade dessa alta a curto prazo ainda seja incerta.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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