AGRONEGÓCIO

Produtores de Feijão-Carioca Mantêm Preços Firmes

Publicado em

O mercado do feijão-carioca continua estável, sem variações significativas nos preços devido à postura firme dos produtores, que se recusam a negociar abaixo dos patamares estabelecidos nos últimos dias. Mesmo com relatos de preços mais baixos em São Paulo, os produtores preferem aguardar por melhores ofertas antes de realizar vendas. A demanda pelo produto está dentro do esperado, o que contribui para a manutenção da estabilidade nos preços.

Atualmente, Minas Gerais desponta como a região com maior disponibilidade de produto. Após um período concentrado no Paraná, corretores e compradores direcionam suas atenções para Goiás, onde esperam realizar novas aquisições nos próximos dias.

A estratégia adotada pelos produtores, de resistência às pressões por redução de preços, tem se mostrado eficaz até o momento. Essa postura reflete a confiança dos produtores na demanda e indica que estão dispostos a esperar por condições mais favoráveis de mercado, em vez de ceder às pressões de redução de valores.

Com a manutenção da firme posição dos produtores, a expectativa é que o mercado do feijão-carioca permaneça estável no curto prazo. As próximas movimentações serão influenciadas pelas negociações em Goiás e pela manutenção da demanda nos níveis atuais.

Leia Também:  Embrapa abre inscrições para 3º Dia de Campo de Uva e Vinho com foco em novas cultivares e seleção clonal

O Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe) continua monitorando o mercado e orientando produtores e compradores a acompanharem as tendências regionais para ajustar suas estratégias de compra e venda de forma mais eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Produtores de trigo aumentam a produtividade com uso de fertilizantes minerais personalizados

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Governo de MT lança linha de crédito de até R$ 1,5 milhão para produtores rurais

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA