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Plano Safra 2025/26 deve impulsionar reflorestamento e recuperação de solos em São Paulo e Minas Gerais

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Oportunidades de crédito para reflorestamento crescem no Plano Safra 2025/26

O Plano Safra 2025/26 traz perspectivas promissoras para o crédito destinado ao reflorestamento e às culturas de cobertura no Brasil, instrumentos fundamentais para a recuperação do solo e a conservação dos recursos hídricos. Um estudo realizado pela EEmovel Agro, empresa de tecnologia para o agronegócio, apontou que São Paulo e Minas Gerais lideram o potencial para receber esses financiamentos.

São Paulo e Minas Gerais concentram propriedades com potencial para reflorestamento

Em São Paulo, são 44.470 propriedades com áreas reflorestadas acima de 1 hectare, representando 10,42% do total de propriedades no estado. Já Minas Gerais possui 36.034 propriedades com reflorestamento nessa proporção, o que corresponde a 3,43% do total estadual.

O levantamento ainda destaca que propriedades seguradas tendem a apresentar maior tecnificação e, por isso, são mais propensas a contratar créditos para reflorestamento e culturas de cobertura. Em São Paulo, esse perfil corresponde a 8,43% das propriedades, enquanto em Minas Gerais, o índice é de 4,37%.

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Crédito como alavanca para expansão sustentável do reflorestamento

Luiz Almeida, diretor de operações agro da EEmovel Agro, ressalta o papel estratégico do crédito para a expansão do reflorestamento e práticas sustentáveis. Segundo ele, “considerando que apenas 10,42% das áreas em São Paulo e 3,43% em Minas Gerais estão reflorestadas, existem oportunidades para ampliar essas práticas em mais de 50% em ambos os estados.”

Propriedades tecnificadas lideram práticas sustentáveis

De acordo com a EEmovel Agro, propriedades com maior nível de tecnificação demonstram preocupação com a produtividade e sustentabilidade das lavouras, o que reforça o potencial do crédito rural como incentivo para o crescimento do reflorestamento e das culturas de cobertura.

Impactos positivos esperados para solos e recursos hídricos

A inclusão de linhas de crédito específicas no Plano Safra 2025/26 pode contribuir significativamente para a recuperação de solos degradados, a proteção de recursos hídricos e a ampliação das práticas agrícolas sustentáveis no país, fortalecendo o agronegócio brasileiro em direção a um modelo mais sustentável e resiliente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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