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Piracanjuba prorroga inscrições para programa de estágio com 70 vagas

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O Grupo Piracanjuba, uma das principais indústrias de lácteos e alimentos do Brasil, estendeu o prazo para inscrições no programa de estágio “Que InsPIRA 2025”. Agora, universitários matriculados em qualquer curso superior, com previsão de formatura a partir de junho de 2026, podem se candidatar até o dia 20 de março. As oportunidades estão distribuídas por unidades da empresa nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país. As inscrições devem ser realizadas na plataforma Gupy. Até o início do mês, mais de 2 mil candidaturas já haviam sido registradas.

O programa disponibiliza cerca de 70 vagas para atuação em 26 áreas, incluindo Logística, Comércio Exterior, Compra de Leite, Engenharia de Projetos, Marketing, Tecnologia da Informação, Recursos Humanos e Meio Ambiente. Os selecionados poderão atuar na sede administrativa da empresa, em Goiânia (GO), ou nas fábricas localizadas em Bela Vista de Goiás (GO), Araraquara (SP), Carazinho (RS), Governador Valadares (MG), Maravilha (SC) e Três Rios (RJ).

Os estagiários receberão bolsa auxílio de R$ 1.600,00, além de benefícios como vale-alimentação, auxílio-transporte e incentivos voltados para saúde física e mental, oferecidos por meio das plataformas Wellhub (antigo Gympass) e Wellz. Ao fim do programa, que tem duração de 12 meses, há possibilidade de efetivação.

Oportunidade de crescimento profissional

Segundo o diretor de Gente e Gestão do Grupo Piracanjuba, Edilson Vieira dos Anjos, o programa é estruturado para desenvolver talentos e prepará-los para futuras oportunidades dentro da empresa. “Nosso objetivo é identificar e formar profissionais qualificados para integrarem o time Piracanjuba. Durante o estágio, mapeamos tanto as necessidades da empresa quanto o perfil e os interesses de cada estudante, facilitando conexões estratégicas que favoreçam a efetivação”, explica.

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A edição de 2024 foi a primeira a contar com o suporte do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e teve mais de 60 participantes, com uma taxa de efetivação de 50%. Alguns estagiários já foram contratados diretamente para cargos de liderança, como Cristopher de Lima Ferreira, de 29 anos. Após nove meses de estágio na unidade de Maravilha (SC), no setor de Produção UHT, ele foi promovido a supervisor de Plataforma.

“Desde a entrevista eu já tinha o objetivo de ser contratado. Trabalhei no meu projeto de estágio pensando na efetivação e, quando a oportunidade surgiu, me senti preparado”, afirma Cristopher, que está no último período do curso de Engenharia Química. Ele destaca que o programa proporcionou uma experiência enriquecedora: “A vivência industrial, o desenvolvimento de projetos e o contato direto com as lideranças foram fundamentais para o meu crescimento profissional e pessoal.”

Diferenciais do programa

O estágio na Piracanjuba se destaca pelo foco no desenvolvimento dos participantes, oferecendo trilhas de capacitação para aprimorar habilidades emocionais e comportamentais, mentorias de carreira, treinamentos em metodologias de projetos e feedbacks contínuos. “Acreditamos que aprender na prática faz toda a diferença. Nosso diferencial está na proximidade com os estagiários, ouvindo suas necessidades e adaptando o programa conforme as estratégias da empresa”, ressalta Edilson Vieira dos Anjos.

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Em 2024, o programa passou por uma reestruturação e ampliação, atendendo todas as diretorias da companhia. O esforço já rendeu reconhecimento: a iniciativa conquistou o primeiro lugar no Prêmio IEL Goiás de Talentos, na categoria Empresa Inovadora, e no Prêmio Ser Humano, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) Goiás, na categoria ESG.

Igor Mateus França Diniz Lovi, de 23 anos, estudante do último período de Sistemas de Informação, é outro exemplo de sucesso do programa. Durante o estágio, descobriu sua vocação na área de Segurança da Informação. “Entrei sem experiência nesse segmento, mas recebi total apoio dos gestores e colegas. Fiz amizades para a vida e me sinto cada vez mais realizado no trabalho”, relata Igor, que foi efetivado sete meses após ingressar na empresa. “Receber a notícia da contratação em dezembro foi um verdadeiro presente de Natal”, comemora.

Com uma proposta estruturada e focada no desenvolvimento dos talentos, o programa de estágio da Piracanjuba segue fortalecendo seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e alinhados à cultura da empresa. As inscrições seguem abertas até 20 de março, e os interessados devem se candidatar pelo portal Gupy.

Programa Estágio que InsPIRA 202

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Café recua nas bolsas internacionais, mas colheita lenta no Brasil sustenta preços no físico

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O mercado de café encerrou esta quarta-feira (29) em queda nas bolsas internacionais, refletindo um movimento técnico de ajuste e a pressão do cenário global. Apesar do recuo, o ritmo mais lento da colheita no Brasil tem reduzido o impacto negativo no mercado físico, sustentando os preços internos.

Bolsas internacionais registram queda

Na Bolsa de Nova York, os contratos do café arábica fecharam em baixa. O vencimento julho/26 recuou para 293,85 cents por libra-peso, com perda de 105 pontos. O contrato setembro/26 terminou em 284,05 cents/lb, também com queda de 105 pontos, enquanto o dezembro/26 encerrou a 276,05 cents/lb, com baixa de 95 pontos.

Em Londres, o café robusta acompanhou o movimento negativo. O contrato julho/26 fechou em US$ 3.446 por tonelada, com recuo de 35 pontos. O setembro/26 caiu para US$ 3.359 por tonelada, enquanto o novembro/26 terminou em US$ 3.288 por tonelada, com perdas de 33 e 31 pontos, respectivamente.

Expectativa de safra pressiona o mercado

O movimento de baixa está ligado, principalmente, ao ajuste de posições no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta com a entrada da safra brasileira. Esse fator segue como principal vetor de pressão no curto prazo.

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A perspectiva de uma produção elevada, com possibilidade de recorde, continua no radar dos agentes e reforça o viés baixista estrutural.

Colheita lenta no Brasil muda dinâmica

No cenário interno, porém, o mercado apresenta sinais distintos. De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica ainda avança de forma lenta na maior parte das regiões produtoras.

Os trabalhos estão mais adiantados apenas na Zona da Mata de Minas Gerais. Já regiões relevantes, como Sul de Minas e Cerrado Mineiro, ainda não iniciaram a colheita de forma consistente. Em estados como São Paulo e Paraná, o avanço também é limitado, com volumes reduzidos.

Esse atraso na entrada da nova safra reduz a pressão imediata de oferta, contribuindo para a sustentação dos preços no mercado físico.

Mercado físico segue travado e seletivo

No Brasil, o comportamento das negociações segue heterogêneo. O café arábica apresenta negócios pontuais, com produtores mais cautelosos diante da volatilidade e aguardando melhores oportunidades de venda.

Por outro lado, o café conilon mantém maior fluidez, impulsionado por demanda ativa e maior volume de negociações.

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Câmbio segue no radar do produtor

Outro fator relevante é o câmbio. A valorização do real frente ao dólar tende a reduzir a competitividade das exportações brasileiras, pressionando os preços internos. Em contrapartida, a alta da moeda norte-americana melhora a paridade de exportação e pode estimular a comercialização.

Mercado entra em fase de transição

O mercado de café vive um momento de transição. Enquanto as bolsas refletem o peso das expectativas de maior oferta, o atraso na colheita brasileira impede quedas mais acentuadas no curto prazo.

A combinação entre ritmo da safra, comportamento do câmbio e dinâmica da demanda será determinante para a formação dos preços nas próximas semanas. A volatilidade segue elevada, exigindo estratégia e atenção redobrada por parte dos produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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