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PGM completa 74 anos e prefeito destaca compromisso com a advocacia pública

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) realizou, na tarde de terça-feira (12), uma solenidade em homenagem aos 74 anos da instituição, completados no dia 31 de julho.

O evento foi prestigiado pelo prefeito Abilio Brunini e pelos secretários William Campos (chefe de Gabinete) e Murilo Bianchini (Assuntos Estratégicos). A solenidade também foi organizada pela União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), presidida pela procuradora Georgia Fajuri Gebara.

O prefeito Abilio Brunini ressaltou a importância do advogado público e o compromisso de sua gestão em manter a Procuradoria Geral do Município estruturada e fortalecida para atuar na formulação de pareceres e no acompanhamento de licitações em toda a administração pública.

“A Procuradoria Geral do Município é peça-chave para o êxito da administração pública, pois contribui com a segurança jurídica de todas as secretarias municipais. Nós sempre estaremos consultando a Procuradoria para agir com legalidade e transparência. É um compromisso da nossa gestão sempre qualificar os servidores da Procuradoria Geral do Município para a melhor prestação de serviço público”, pontuou o prefeito.

Servidor de carreira há 17 anos, o atual procurador-geral do Município, Luiz Antônio Araújo Júnior, declarou que exerce a função com orgulho e compromisso profissional.

“É uma honra ser procurador-geral do Município de Cuiabá. Liderar uma equipe de uma instituição tradicional de 74 anos que se pauta, diariamente, pelo serviço de qualidade e eficiência em todos os seus atos, atendendo criteriosamente à lei maior do país: a Constituição Federal”, disse.

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Servidor de carreira há 10 anos, o procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro, também ressaltou seu orgulho de pertencer à advocacia pública.

“É uma honra integrar a Procuradoria Geral do Município, sempre protagonista em soluções jurídicas, sejam judiciais ou extrajudiciais. Cada ação e parecer é resultado de todos os servidores que integram não apenas o quadro de procuradores, mas também as funções técnicas e administrativas”.

A procuradora-chefe de Assuntos Fundiários, Ambientais e Urbanísticos, Patricia Cavalcanti Albuquerque, é uma das advogadas públicas mais experientes de Cuiabá.

Empossada em 2008, após aprovação em concurso público, ela afirma que se realiza profissionalmente a cada dia na Procuradoria Geral do Município.

“Já fui corregedora e procuradora judicial. Estou cumprindo uma missão de vida. Sou cuiabana e encaro minha profissão como um projeto de auxiliar a cidade em seus projetos socioeconômicos e na defesa do patrimônio público, preservando diariamente princípios jurídicos”.

Natural de Mossoró (RN), o procurador Hermano José de Castro Leite foi aprovado no concurso de 2014. Atualmente, aos 39 anos, é o procurador-chefe de Assuntos Administrativos e Legislativos.

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“É uma realização profissional e pessoal. Sempre gostei de ser advogado e atuar em defesa do público. Cuiabá tem um povo acolhedor, que mora no meu coração. Trabalho diariamente para melhor aplicar meu conhecimento jurídico”.

Entenda o papel do procurador municipal

O procurador municipal é o advogado público responsável pela defesa dos interesses do município, sendo essencial para o funcionamento regular da administração pública. Suas principais atribuições incluem:

  • Representação judicial e extrajudicial do município – Atua em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e administrativas.

  • Assessoria jurídica à prefeitura e secretarias – Emite pareceres e presta orientação jurídica aos gestores municipais.

  • Fiscalização da legalidade dos atos administrativos – Garante a conformidade legal das ações do Executivo, prevenindo irregularidades e desperdícios.

  • Cobrança da dívida ativa – Atua na recuperação de créditos municipais, como IPTU e ISS, contribuindo para a arrecadação.

  • Atuação em licitações e contratos públicos – Analisa editais, contratos e acordos, resguardando o interesse público e evitando prejuízos aos cofres municipais.

#PraCegoVer

A foto ilustra o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, o procurador Luiz Antônio Araújo Junior, lado a lado, com diversos procuradores e servidores no fundo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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