AGRONEGÓCIO
Pecuária de Minas mostra sua força
Publicado em
17 de janeiro de 2024por
Da RedaçãoMinas Gerais tem mais reses – animais que são abatidos para alimentação humana – do que gente. Quem pensa que Belo Horizonte, com sua “selva de pedra”, não tem criação alguma, engana-se. A cidade conta com 269 cabeças de gado. Embora Uberaba, no Triângulo, seja a “capital do zebu”, o município do estado com mais bovinos é Prata, na mesma região. Essas informações estão na Pesquisa da Pecuária Municipal 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Mais do que as curiosidades, o destaque do resultado do estudo, divulgado recentemente, é o potencial da produção pecuária do estado. Minas tem o quarto maior rebanho bovino nacional, sendo o maior produtor de leite do país, responsável por 27% do volume nacional. Também ocupa o quarto lugar na criação de suínos e o quinto na de galináceos, exportando frangos para mais de 80 países.
As potencialidades do estado no setor são enaltecidas pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Sistema Faemg/Senar), Antônio de Salvo. “As cadeias da pecuária são bastante importantes para a economia e o agronegócio mineiro. Assim como as cadeias agrícolas, que tiveram avanço tecnológico voltados para a agricultura de precisão, esperamos que essa intensificação também ocorra nas cadeias de pecuária, uma vez que já são bastante desenvolvidas”, afirma Salvo. “Pontualmente, a pecuária de corte vem conquistando novos mercados considerando a qualidade e sanidade do nosso rebanho; a gripe aviária não nos atingiu nesse 2023, justamente pelas ações rápidas e alinhamento produtivo, possibilitando o atendimento às demandas internacionais e sendo enviadas para 86 países (no período de janeiro a outubro/2023)”. Ele ressalta que, da mesma forma, a produção de carne suína avança em Minas, com a exportação para 30 país, atingindo 17,8 mil toneladas e US$ 39 milhões comercializados anualmente.
De acordo com o levantamento do IBGE, Minas Gerais conta com um rebanho bovino de 22,993 milhões de cabeças. O número é 2,455 milhões a mais do que a população do estado, que é de 20,538 milhões de habitantes, segundo o Censo 2022, divulgado pelo instituto em 28 de junho deste ano. O rebanho bovino mineiro mensurado em 2022 apresentou um crescimento de 3,7% em relação à criação mineira em 2020, que era de 22,165 milhões. Com isso, o estado se tornou o quarto maior criador de gado do país, atrás de Mato Grosso, Pará e Goiás.
Minas Gerais segue como uma potência na criação de gado zebu. O presidente da Associação Brasileira de Gado Zebu (ABCZ), Gabriel Garcia Cid, ressalta que o estado é o “berço” das raças zebuínas, nas quais avança com o melhoramento genético. Sediada em Uberaba, cidade do Triângulo que promove anualmente a tradicional Exposição Nacional de Gado Zebu (Expozebu), a ABCZ implementou o Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMCZ), que já atingiu 400 mil matrizes.
“O rebanho bovino de Minas Gerais sempre foi e sempre será uma grande referência tanto em quantidade de animais quanto na qualidade de sua produção de carne e leiteira. Faz parte da filosofia do criador mineiro criar bem no sentido peculiar e de tradição na seleção das raças bovinas e em especial as zebuínas”, afirma o gerente de Fomento a Programas de Melhoramento Genético da ABCZ, Ricardo Abreu. Ele lembra que Minas Gerais é o estado brasileiro com maior quantidade de animais das raças zebuínas registradas (mais de 100 mil por ano) e salienta que o melhoramento genético do gado zebu é contínuo, otimizando os resultados para os pecuaristas. “A evolução genética que observamos nos melhores índices de produtividade nas características econômicas selecionadas pelos criadores das raças zebuínas de corte e de leite comprova que os criadores continuam investindo na melhoria do seu negócio através do melhoramento genético”, afirma.
PRATA, CAPITAL DO GADO
Uberaba, de 337,83 mil habitantes, no Triângulo Mineiro, é conhecida nacionalmente como a “capital do zebu”. Mas, a cidade mineira que é a “capital do gado” é Prata, de 28,34 mil habitantes, na mesma região. Prata é o município mineiro maior criador de bovinos, com 392.390 cabeças, enquanto Uberaba ocupa a 14ª posição no estado, com 172.629 animais.
Na outra ponta, está Raposos, na Região Metropolitana de BH, como o município mineiro com menor quantidade de bovinos: 52 cabeças.O Triângulo é a macrorregião do estado com maior quantidade de bovinos (5.437.061 cabeças). Em segundo lugar, figura o Norte de Minas (2.834.992 cabeças), que, em 2023, enfrentou a pior seca da sua história e teve, como uma das consequências mais drásticas, as mortes de animais por falta de comida e sede. O Sul/Sudoeste é a terceira macrorregião com mais reses no estado (2.480.775 cabeças)
A POTÊNCIA DA SUINOCULTURA
Minas Gerais também mostra a sua força na produção de carne suína. Com 5,63 milhões de cabeças, o estado é o quarto maior criador de suínos do país, sendo superado apenas por Santa Catarina (9,82 milhões), Paraná e pelo Rio Grande do Sul (6,17 milhões de cabeças), aponta a pesquisa da Pecuária Municipal 2022, do IBGE. “Somos responsáveis por 13% do plantel brasileiro e levamos à mesa da população brasileira o melhor da proteína suína. Este lugar no ranking de produção demonstra a aptidão da produção da proteína em Minas, bem como a preferência do mineiro por esta carne”, frisa João Carlos Bretas Leite, presidente da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).
Ele lembra que Minas Gerais também é o estado brasileiro que mais consome carne de porco, em média 27,1 quilos por pessoa ao ano. O número está acima da média nacional, de 20 quilos per capita/ano. A carne suína é o ingrediente de diversos pratos tradicionais da culinária mineira, como feijão tropeiro, torresminho e barriga à pururuca. O presidente da Asemg destaca que o setor gera 160 mil empregos no estado, onde alcançou um faturamento de R$ 5,46 bilhões em 2022, segundo o IBGE.
“A suinocultura é uma cadeia produtiva que tem uma enorme capacidade de realização no que tange a produção de proteína de altíssima qualidade, comercializada a preços interessantes à população estando em primeiro lugar no quesito preço ao consumidor”, assegura. “Somos geradores de tecnologias, espelhadas por diversas partes do mundo. Produzimos energia limpa capaz de abastecer sozinha cidades inteiras, ou seja, somos um setor imprescindível para o estado de Minas Gerais e para o Brasil como um todo”, enfatiza Bretas Leite, lembrando que o território mineiro conta com cerca de 1,2 mil suinocultores, divididos entre os de subsistência e os produtores de menor porte e os que atuam com granjas industriais.
UBERLÂNDIA NA LIDERANÇA
Uberlândia, com 713,2 mil habitantes, a segunda cidade mais populosa do estado, é o município mineiro com maior quantidade de suínos (635.885 cabeças), segundo a pesquisa do IBGE. No outro extremo estão os municípios de Santa Cruz de Minas, Confins e Bela Vista de Minas, onde não houve registro da criação de suínos; e Rochedo de Minas, com a ocorrência de apenas 21 porcos. O Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba é a macrorregião mineira com maior quantidade de suínos (2.057.451 cabeças), seguida da Zona da Mata (1.212.638 cabeças) e da Região Metropolitana de BH (604.884).
FRANGOS PARA 80 PAÍSES
Minas Gerais é o quinto maior produtor de galináceos do país, com 119,37 milhões de cabeças, revela a pesquisa Pecuária Municipal do IBGE. O estado é superado pelo Paraná (470,324 milhões cabeças), São Paulo (201,44 milhões), Rio Grande do Sul (178,7 milhões) e Santa Catarina (132,64 milhões cabeças). A Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) destaca que, atualmente, o estado responde por 7,24% da produção nacional da carne de frango. Minas é o sexto maior estado brasileiro em número de alojamentos (granjas) de frango.
Em 2022, relatório da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), mostra que as exportações de frango em Minas Gerais alcançaram US$ 335,8 milhões, com um acréscimo de 40% em relação ao ano anterior. O volume embarcado foi de 159,1 mil toneladas, com um aumento de 9% em relação a 2021.
De acordo com a Avimig, a avicultura mineira gera cerca de 26,7 mil empregos diretos e aproximadamente 270 mil empregos indiretos. “Os galináceos constituem uma ordem de aves muito abrangente, essa ordem integra cerca de 70 gêneros e mais de 250 espécies. Os frangos e galinhas de produção comercial, como também faisões e perus, todos fazem parte da ordem dos galináceos. Em se tratando das aves de produção, frango de corte e galinha de postura, Minas Gerais tem grande relevância na produção dessas aves e de seus produtos”, enfatiza a Avimig.
De acordo com a pesquisa do IBGE, Uberlândia é a cidade mineira com mais galináceos (frangos e perus), com 12,440 milhões de cabeças; seguida de Pará de Minas (7,84 milhões) e São Sebastião do Oeste (5,69 milhões de cabeças). A pesquisa aponta que os municípios que têm mais galinhas de postura são Itanhandu (2,816 milhões de cabeças), Passa Quatro (2,27 milhões) e Montes Claros (2,244 milhões de cabeças).
PRODUÇÃO DE OVOS
Minas Gerais tem um plantel estimado em 20 milhões de galinhas de postura, com uma produção estimada em 5,8 bilhões de ovos por ano. Minas Gerais é o segundo maior produtor de ovos do Brasil, representando 10,24% da produção, atrás apenas do Estado de São Paulo, que possui 29,38% da produção nacional. O estado é o terceiro maior exportador de ovos do Brasil, respondendo por 19,33% das vendas para o mercado externo. Em 2022, as exportações de ovos foram de US$ 2,4 milhões, com a venda de 1,8 mil toneladas do produto, informou a Avimig, baseada em dados da Seapa.
Fonte: Estado de Minas
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Agro exporta R$ 45,6 bilhões e mantém 3º lugar no país
Published
20 horas agoon
2 de setembro de 2026By
Da Redação
O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões em exportações no primeiro semestre de 2026 e manteve o Estado como o terceiro maior exportador do setor no país, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo. O resultado veio mesmo com uma queda de 9,6% na receita em relação ao mesmo período do ano passado, puxada principalmente pela redução dos embarques de café.
Entre janeiro e junho, Minas enviou 8,46 milhões de toneladas de produtos agropecuários para 166 países. O volume foi 3% menor que o registrado no primeiro semestre de 2025. Ainda assim, o Estado respondeu por 10,3% de tudo o que o agronegócio brasileiro vendeu ao exterior e o setor representou 40,9% da receita total das exportações mineiras.
Os números, levantados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG) a partir dos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram uma mudança importante dentro da pauta. O café continuou dominante, mas soja e carnes ganharam espaço e ajudaram a amortecer a retração do principal produto mineiro.
O café respondeu sozinho por R$ 22,9 bilhões, pouco mais da metade de toda a receita agropecuária obtida no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre. A disponibilidade menor do produto reduziu os volumes, embora o preço médio de exportação tenha aumentado cerca de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025.
A influência do café sobre os números mineiros é enorme. No primeiro trimestre, por exemplo, as exportações do produto haviam caído 31,5% em volume e 18,5% em receita. O recuo foi suficiente para puxar para baixo o resultado de todo o agronegócio estadual, mesmo enquanto outras cadeias registravam crescimento.
Isso ajuda a explicar uma aparente contradição: Minas continua entre os maiores exportadores agrícolas do Brasil, mas vendeu menos que no ano passado. Em 2025, o agronegócio mineiro havia alcançado o recorde de aproximadamente R$ 101 bilhões em vendas externas, resultado favorecido principalmente pela forte valorização internacional do café. A comparação de 2026, portanto, ocorre sobre uma base excepcionalmente elevada.
A soja foi uma das cadeias que impediram uma retração maior. O complexo formado por grão, farelo e óleo movimentou aproximadamente R$ 10,7 bilhões no primeiro semestre, com crescimento de cerca de 10% sobre 2025. O avanço também revela uma mudança na composição das vendas, com maior presença de farelo e óleo, produtos que passam por processamento antes de deixar o Estado.
As carnes apresentaram outro desempenho positivo. Os embarques de carne bovina, suína e de frango renderam aproximadamente R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% na comparação anual. O volume chegou a 247,3 mil toneladas, 3,7% acima do primeiro semestre do ano passado.
A diferença entre o crescimento da receita e o avanço do volume mostra que o valor médio das carnes exportadas aumentou. O movimento beneficia uma cadeia importante para Minas, que possui produção expressiva de bovinos, aves e suínos e uma estrutura industrial formada por frigoríficos, cooperativas e empresas de processamento.
O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, gerou cerca de R$ 2,7 bilhões em exportações no semestre. Os produtos florestais, que incluem celulose, madeira e papel, ficaram próximos de R$ 2,6 bilhões.
Juntos, café, complexo soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais concentraram mais de 96% das exportações do agronegócio mineiro. A pauta é concentrada em grandes cadeias, mas começa a apresentar nichos com maior grau de processamento e produtos ligados à tradição regional.
Minas também aparece entre os principais fornecedores brasileiros de produtos como mel, lácteos, sementes, batatas processadas e doce de leite. Embora movimentem valores menores, essas cadeias têm importância porque permitem a entrada de cooperativas e agroindústrias de menor porte em mercados internacionais.
A diversificação também aparece nos destinos. A China permaneceu como principal comprador do agronegócio mineiro, seguida por Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A União Europeia tem peso especial para o café: no primeiro quadrimestre, aproximadamente 94% do valor comprado pelo bloco de Minas estava concentrado no produto.
O peso do campo vai além das exportações. O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária mineira alcançou o recorde de R$ 167,8 bilhões em 2025. Para 2026, as projeções divulgadas ao longo do ano mantêm o faturamento próximo desse patamar, embora com comportamentos diferentes entre as cadeias.
As lavouras representam aproximadamente dois terços do VBP estadual e o café continua na liderança. Estimativas divulgadas pela Seapa indicavam faturamento superior a R$ 60 bilhões para a cultura em 2026. Soja, cana-de-açúcar e milho aparecem na sequência entre as principais atividades agrícolas.
Na pecuária, a carne bovina segue como principal componente do faturamento. A projeção divulgada neste ano apontava para cerca de R$ 20 bilhões, enquanto o leite, outra atividade tradicional de Minas, enfrentava cenário mais difícil, com queda de preços e pressão sobre a rentabilidade do produtor.
Esse conjunto mostra que o desempenho do agronegócio mineiro em 2026 não pode ser resumido apenas à queda das exportações. O Estado atravessa uma acomodação depois do recorde registrado no ano passado, enquanto algumas cadeias ganham espaço justamente no momento em que o café perde parte da força excepcional observada em 2025.
Para o produtor, essa diversificação reduz parcialmente a dependência de uma única commodity, mas não elimina os riscos. Café, soja, carnes e produtos florestais continuam fortemente expostos ao câmbio, aos preços internacionais, ao custo do crédito, às condições climáticas e às exigências dos mercados compradores.
Mesmo nesse ambiente, Minas chega à segunda metade de 2026 com o agronegócio respondendo por quatro de cada dez reais obtidos pelo Estado com exportações. Mais do que o valor absoluto dos R$ 45,6 bilhões, é essa participação, combinada à presença em 166 mercados e à expansão de cadeias além do café, que ajuda a explicar por que o campo permanece como uma das principais bases da economia mineira.
Fonte: Pensar Agro
Vasco vence o Vitória novamente e avança às semifinais da Copa do Brasil
Palmeiras segura empate com o Santos e confirma vaga na semifinal da Copa do Brasil
Flamengo vence o Mirassol e encosta no líder Palmeiras no Brasileirão
Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental
Sala da Secretaria-Geral da Mesa será denominada ‘Sarah Abrahão’
CUIABÁ
MATO GROSSO
Gisela Cardoso cobra investigação
A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa...
Olhar atento pode evitar tragédias, destaca procuradora
A importância de ampliar o olhar dos profissionais da segurança pública para identificar situações de risco e prevenir casos de...
Cuiabá, um revival: uma cidade contra o esquecimento
No início da semana, chegou-me, por Sedex, gentilmente enviado pelo próprio autor, o livro Cuiabá – um revival, lançado pela...
POLÍCIA
PF faz operação contra o tráfico interestadual de drogas
Barra do Garças/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (2/9), a Operação Falsa Esperança, com o objetivo de desarticular um grupo...
PF prende foragido por tráfico de drogas em Guaíra/PR
Guaíra/PR. A Polícia Federal cumpriu, nessa terça-feira (1º/9), mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por tráfico de drogas,...
PF apura crime de moeda falsa em Santa Terezinha de Itaipu/PR
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (2/9), mandado de busca e apreensão no município de Santa Terezinha...
FAMOSOS
Larissa Manoela se despede de agosto com cliques e declaração para setembro: ‘Lindo’
A atriz Larissa Manoela usou as redes sociais para se despedir do mês de agosto com uma sequência de cliques...
Margareth Serrão mostra bastidores da última gravação de ‘Poderosas do Cerrado’
Margareth Serrão, mãe da influenciadora Virginia Fonseca, compartilhou nesta quarta-feira (2), registros dos bastidores da última gravação de “Poderosas do...
Letícia Gomes faz tour pela casa e revela decoração luxuosa: ‘Minha personalidade’
Letícia Gomes encantou os seguidores ao finalmente mostrar detalhes de sua casa em um tour pelas redes sociais. A influenciadora...
ESPORTES
Vasco vence o Vitória novamente e avança às semifinais da Copa do Brasil
O Vasco está classificado para as semifinais da Copa do Brasil. Depois de vencer o Vitória por 1 a 0...
Palmeiras segura empate com o Santos e confirma vaga na semifinal da Copa do Brasil
O Palmeiras está classificado para as semifinais da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira (02.09), o Verdão empatou em...
Flamengo vence o Mirassol e encosta no líder Palmeiras no Brasileirão
O Flamengo venceu o Mirassol por 2 a 0 nesta quarta-feira, no Maracanã, no Rio de Janeiro, em partida atrasada...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Política MT7 dias agoTV e Rádio Assembleia transmitem entrevistas com os candidatos a governo de Mato Grosso
-
Mato Grosso6 dias ago”O câncer mudou minha voz, mas não tirou minha força”, revela Margareth Buzetti”
-
Política MT6 dias agoALMT apresenta em Brasília modelo de controle e transparência das emendas parlamentares
-
Política MT3 dias agoComissão de Fiscalização reforça controle das contas públicas



