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Inteligência Artificial Revoluciona a Gestão da Pecuária de Corte no Brasil

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A inteligência artificial (IA) está transformando a pecuária de corte, proporcionando maior eficiência e rentabilidade para os produtores. Quando aplicada corretamente, a tecnologia permite decisões rápidas e precisas, otimizando processos e facilitando a gestão das propriedades rurais.

De acordo com o Agtech Report 2023, o uso de IA no agronegócio global deve crescer 300% este ano, com investimentos aumentando de US$ 1 bilhão em 2020 para US$ 4 bilhões. A IA não apenas detecta pragas, doenças e deficiências nutricionais, mas também oferece uma visão abrangente do negócio, gerando dados sobre o desempenho dos animais e das lavouras, a saúde financeira da propriedade e o desenvolvimento de tarefas.

Xisto Alves, CEO da JetBov, uma empresa reconhecida pela aplicação de IA na gestão da pecuária de corte, destaca que a chegada dessas inovações marca uma nova etapa para o setor. “Estamos vivenciando uma revolução no campo, onde a gestão estratégica se torna essencial para garantir eficiência, sustentabilidade e rentabilidade a longo prazo”, afirma Alves.

Os desafios enfrentados pelos produtores, como o aumento dos custos dos insumos e as variações de mercado, exigem decisões rápidas e bem fundamentadas. “Considerar fatores zootécnicos, sanitários, agronômicos, financeiros e econômicos é crucial para produzir mais com menos recursos, o que requer organização e uma gestão eficaz”, explica Alves. Ele enfatiza que a coleta e análise de dados são fundamentais para entender o desempenho da fazenda e identificar áreas de melhoria.

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Para acompanhar indicadores como taxa de prenhez, peso ao desmame e custo por arroba produzida, é essencial o uso de softwares especializados. “Com os dados em mãos, é possível determinar a direção que a fazenda deve seguir e quais ações são necessárias para melhorar a eficiência e a produtividade”, complementa Alves.

Gestão Simplificada com Tecnologia de Ponta

A JetBov lançou recentemente o “JetBov do Gestor”, um aplicativo inovador que utiliza IA generativa para pecuária de corte, semelhante ao ChatGPT. Essa ferramenta permite ao pecuarista acessar relatórios em tempo real, compartilhar informações via WhatsApp e criar tarefas para funcionários, tornando o processo de análise, decisão e ação mais ágil e eficiente. O aplicativo permite interações via mensagens de texto ou áudio, facilitando a comunicação no campo.

Desenvolvida pela JetBov, a assistente digital Jay segue as principais tendências do mercado e busca levar a gestão da bovinocultura de corte a um novo patamar. “Estamos introduzindo a pecuária 5.0, com análise de dados em tempo real e predição de resultados, permitindo ajustes imediatos e alinhados às estratégias de manejo”, destaca o CEO.

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Presente em todos os estados brasileiros e em países como Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Angola, Moçambique e Portugal, a JetBov já atendeu mais de 3.900 propriedades e cerca de 11 milhões de animais em seus nove anos de operação. A empresa oferece soluções completas, desde o “JetBov de Campo”, que automatiza a coleta de informações, até o “JetBov de Pasto”, que facilita o gerenciamento das áreas de pastagem e a administração de tarefas.

Com ferramentas que incluem controle de estoque, gestão financeira e relatórios personalizáveis, a JetBov auxilia os produtores a transformar dados em análises visuais para decisões estratégicas. “A tecnologia é uma aliada essencial para otimizar a gestão da bovinocultura, tornando a atividade mais lucrativa e sustentável”, conclui Alves.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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