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Paraná abre recebimento de propostas para subvenção do seguro rural de inverno

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Recursos e cobertura do seguro rural

O valor disponível para a subvenção é proveniente do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), administrado pela Fomento Paraná. O programa subsidia 20% do valor da apólice, enquanto o governo federal complementa com outros 20%. O produtor fica responsável por 60% do custo total do seguro. Para as culturas de inverno, o limite máximo de contratação é de até R$ 4,4 mil por produtor.

Requisitos para participação

Para participar, o produtor rural deve estar com a regularidade fiscal em dia junto aos tributos estaduais. A Seab orienta que os interessados procurem um corretor de seguros de confiança, que fará a intermediação com as seguradoras para apresentar propostas adequadas aos critérios do programa.

Processo de análise e contratação

As propostas são registradas no sistema PSRweb, e a decisão sobre a aprovação cabe exclusivamente à Seab, que tem até sete dias úteis para comunicar a seguradora. Caso aprovada, a emissão da apólice deve ocorrer em até 15 dias. Após a confirmação final, a Seab encaminha o pedido de pagamento da subvenção à Fomento Paraná, responsável pela análise e quitação do valor.

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Histórico e seguradoras credenciadas

O Programa de Subvenção Estadual ao Prêmio de Seguro Rural foi criado em 2009. Desde então, o governo estadual credencia seguradoras para firmar contratos privados com os produtores rurais. Para isso, as empresas devem estar com seus tributos regulares e cumprir os requisitos do Edital de Chamamento Público 5/2025.

Entre as seguradoras habilitadas estão Aliança do Brasil, Brasilseg, Essor, Sancor, Sombrero, Sompo, Swiss Re e Too.

Recursos e perspectivas para 2025

Em 2025, o Paraná destinou R$ 12 milhões para subvenção do prêmio de seguro rural, dos quais cerca de R$ 9 milhões já foram aplicados nas culturas de milho e sorgo. A partir de julho, o sistema PSRweb abrirá espaço para o recebimento de propostas para outras atividades, como frutas, pecuária, café e hortaliças, conforme definido na Resolução 27/2025.

A Seab também avalia a possibilidade de ampliar os recursos do programa para até R$ 15 milhões, reforçando o compromisso com a segurança do produtor rural no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

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Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

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Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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