AGRONEGÓCIO

Epagri disponibiliza gratuitamente versão digital de livro para aprimorar produção de banana em Santa Catarina

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Cerca de 4 mil famílias agricultoras catarinenses têm a produção de bananas como principal atividade econômica. Santa Catarina é o quarto maior produtor e o maior exportador da fruta no país. São 700 mil toneladas produzidas anualmente, em 28 mil hectares. O valor bruto da produção da fruta no estado gira em torno de R$ 450 milhões ao ano.

Foi pensando nessa importante cadeia produtiva que a Epagri reuniu 40 anos de conhecimento acumulado em pesquisa e extensão no livro Produção de Banana em Santa Catarina, disponível para livre download.

Apesar de ocupar a segunda posição do país em produtividade de banana, com média de 24,5t/ha dos subgrupos Cavendish e Prata, esse índice ainda é considerado baixo tendo em vista o potencial produtivo dos principais cultivares plantados em SC, aponta a obra. Segundo os autores, os principais fatores que limitam a produção da fruta no Estado são: utilização de mudas de baixa qualidade; práticas de plantio e manejo inadequadas; manejo inadequado de pragas e doenças; limitações na correção da acidez e fertilidade do solo e na nutrição das bananeiras e práticas de colheita e pós-colheita não recomendadas.

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Essas limitações estão relacionadas à gestão da atividade realizada pelo bananicultor e podem ser superadas com a assistência técnica e adoção das recomendações de boas práticas. A obra, que contempla 14 capítulos em 320 páginas, reúne informações sobre importantes recomendações e técnicas para o cultivo da banana. Destina-se a bananicultores, técnicos da extensão rural, pesquisadores, acadêmicos, estudantes e demais profissionais que atuam nesta cadeia produtiva.

O livro ainda não está disponível no formato físico, somente digital. O arquivo PDF pode ser baixado gratuitamente neste link.

Fonte: Governo de SC

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de máquinas e equipamentos avança 1,2% em março e atinge maior nível de importações da história

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O consumo de máquinas e equipamentos no Brasil registrou crescimento de 1,2% em março de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) durante a Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina.

O levantamento também aponta um recorde nas importações, que alcançaram US$ 3,1 bilhões no mês — o maior valor desde o início da série histórica, em 1999. O avanço foi puxado principalmente pela entrada de componentes industriais e máquinas destinadas à extração de petróleo.

Importações impulsionam resultado no trimestre

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o consumo do setor apresentou alta de 4,2%. O desempenho foi sustentado, sobretudo, pela maior demanda por máquinas rodoviárias e equipamentos voltados à movimentação e armazenagem de materiais.

Nesse período, as importações desses segmentos cresceram de forma expressiva, com avanço de 20% em máquinas rodoviárias e de 28% em equipamentos logísticos, refletindo investimentos em infraestrutura e armazenagem.

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Indústria opera próxima de 80% da capacidade

Outro indicador relevante foi o aumento no nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos. Em março, o índice atingiu 79,9%, alta de 1,4% em relação a fevereiro e 2,3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2025.

O resultado indica que o setor industrial segue operando próximo do seu limite produtivo, sinalizando uma recuperação gradual da atividade.

Emprego segue em alta no setor

Mesmo diante de oscilações nas vendas, o setor mantém trajetória positiva na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, foram criados 122,5 mil postos de trabalho, o que representa crescimento de 6,5% em relação ao período anterior.

De acordo com a avaliação da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, as empresas têm optado por preservar seus quadros de funcionários, apostando em uma recuperação no curto prazo.

Expectativa é de retomada com expansão do agro

A perspectiva do setor está diretamente ligada ao crescimento do agronegócio brasileiro. A ampliação das exportações de alimentos, estimada em até 30%, depende do aumento da área plantada e, consequentemente, da demanda por máquinas agrícolas.

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Nesse contexto, a avaliação é de que o atual momento de desaceleração nas vendas seja temporário. A manutenção da mão de obra qualificada é vista como estratégica, já que profissionais treinados são considerados ativos essenciais para sustentar a retomada do crescimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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