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“Oscar do Café” reconhece a excelência da produção cafeeira da Região do Cerrado Mineiro em cerimônia no dia 13 de novembro

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No dia 13 de novembro, a cidade de Uberlândia (MG) será o cenário da cerimônia de premiação do 12º Prêmio Região do Cerrado Mineiro (RCM), um dos principais reconhecimentos de qualidade na produção de café no Brasil. Promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado em parceria com o Sebrae, o evento homenageia os melhores cafés originários dos 55 municípios que integram a Denominação de Origem Cerrado Mineiro.

O Prêmio é estruturado em três categorias: Café Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida, com o objetivo de valorizar os produtores que se destacam pelo comprometimento com a excelência, a sustentabilidade e a rastreabilidade de seus produtos.

Premiações

Os vencedores em cada uma das três categorias serão recompensados com prêmios em dinheiro: R$ 5.500 para o 1º lugar, R$ 3.300 para o 2º e R$ 2.200 para o 3º. O evento também concede troféus especiais, como o Troféu Mulheres de Atitude, que desde 2022 reconhece a contribuição vital das mulheres na produção cafeeira, premiando as três primeiras colocadas em cada categoria.

Além disso, outros troféus ressaltam a importância da sustentabilidade e da educação no setor. O Troféu Atitude Sustentável distingue boas práticas agrícolas e socioambientais entre os 60 finalistas, enquanto o Troféu Escola de Atitude valoriza projetos que promovem transformações sociais e educacionais, destacando iniciativas inovadoras nas escolas da região.

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Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, destaca que “o 12º Prêmio Região do Cerrado Mineiro é uma oportunidade única para celebrar o talento e a dedicação dos nossos cafeicultores. Este evento não apenas reconhece a qualidade excepcional do café produzido na região, mas também reafirma nosso compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social. Estamos orgulhosos de alcançar um recorde histórico de inscrições este ano, o que reflete o crescente interesse e a paixão pela produção de café de alta qualidade.”

Recorde de inscrições

Neste ano, o Prêmio Região do Cerrado Mineiro registrou um marco histórico, com 547 amostras de café, superando as 500 do ano anterior. Entre as amostras apresentadas, 278 pertencem à categoria Café Natural, 78 à Cereja Descascado e 191 à Fermentação Induzida.

Leilão Café Solidário: tradição e solidariedade

Um dos momentos mais aguardados da cerimônia é o Leilão Café Solidário, que reúne os nove melhores lotes das categorias Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida. Conduzido por Mauro Lúcio dos Santos, da Investbras Agente Autônomo de Investimentos, o leilão representa uma oportunidade singular para os apreciadores de café adquirirem lotes exclusivos enquanto apoiam causas nobres: metade da arrecadação será destinada ao Hospital do Amor de Patrocínio e aos projetos vencedores do Troféu Escola de Atitude. No ano passado, o leilão arrecadou R$ 243 mil, reafirmando o compromisso social da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e de seus produtores.

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O 12º Prêmio RCM será transmitido ao vivo no YouTube, permitindo que o público acompanhe o reconhecimento da dedicação dos produtores da Região do Cerrado Mineiro. Para mais informações sobre o evento e a Região do Cerrado Mineiro, acesse o site cerradomineiro.org.

A iniciativa conta com a colaboração das cooperativas Carmocer, Carpec, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocacer e MonteCCer, além do suporte de sete associações: ACA, Acarpa, Amoca, Appcer, Assocafé, Assogotardo e GRE Café – Região de Araxá.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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