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Os Benefícios da Suplementação Nutricional para Equinos

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A suplementação nutricional é fundamental para a saúde e o desempenho dos equinos, especialmente em situações de alto esforço físico, estresse ou durante a recuperação de doenças. Quando bem formulada, ela pode proporcionar uma série de benefícios ao animal, desde a regeneração muscular até o fortalecimento do sistema imunológico, ajudando a maximizar o potencial físico e promover uma recuperação mais eficiente.

Durante exercícios intensos ou após episódios de esforço excessivo, os músculos dos equinos podem sofrer microlesões que necessitam de reparo para garantir o retorno ao desempenho ideal. Nesse contexto, os aminoácidos são componentes essenciais, pois são responsáveis pela síntese de proteínas e pelo crescimento muscular. A ingestão adequada desses nutrientes acelera o processo de recuperação muscular e contribui para a redução do tempo necessário para o animal voltar às suas atividades.

Outro aspecto crucial para a saúde dos equinos é o metabolismo. Um sistema metabólico eficiente assegura que os nutrientes ingeridos sejam bem aproveitados, fornecendo a energia necessária para as atividades diárias do animal e prevenindo a fadiga precoce. Isso é especialmente benéfico para os cavalos que precisam manter altos níveis de energia durante atividades prolongadas. A otimização desse processo permite que o cavalo aproveite ao máximo cada refeição, sustentando seu desempenho ao longo do tempo. “A estimulação do metabolismo é essencial para que o animal mantenha sua disposição e eficiência”, afirma Fernanda Ambrosino, médica-veterinária e gerente da linha de equinos da Ceva Saúde Animal.

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A suplementação também é crucial na recuperação de equinos enfermos. Vitaminas como A, C e E desempenham um papel importante ao fortalecer o sistema imunológico, ajudando o animal a se proteger contra infecções, especialmente durante períodos de estresse, como em competições ou durante a adaptação a novos ambientes.

O equilíbrio energético é outro fator determinante para o bem-estar e o desempenho dos equinos. Manter níveis adequados de energia permite que o animal realize suas atividades sem comprometer a saúde ou se cansar excessivamente. A suplementação nutricional pode regular esse equilíbrio, fornecendo a energia necessária de maneira constante e sem sobrecarregar o organismo do cavalo. “A suplementação ajuda a manter o equilíbrio energético do equino, garantindo resistência e disposição”, explica Fernanda Ambrosino.

Dentre as opções disponíveis no mercado, o ROBOFORTE® Injetável se destaca como uma solução eficaz para otimizar a saúde e o desempenho dos equinos. Combinando vitaminas, minerais e 18 aminoácidos essenciais, o suplemento promove a regeneração muscular, estimula o metabolismo, auxilia na recuperação de doenças e fortalece o sistema imunológico. A aplicação intramuscular do ROBOFORTE® é simples e eficaz, oferecendo resultados rápidos e perceptíveis. A dosagem recomendada é de 1 mL para cada 20 kg de peso vivo, podendo ser dividida em dois pontos distantes se a dose ultrapassar 10 mL. Com o ROBOFORTE®, é possível liberar todo o potencial dos equinos, otimizando sua saúde e desempenho de forma integral.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Déficit de armazenagem em Mato Grosso impulsiona uso de silo bolsa e reforça autonomia do produtor na safra de grãos

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O avanço da produção de grãos em Mato Grosso, impulsionado por safras recordes consecutivas, tem intensificado um dos principais gargalos estruturais do agronegócio brasileiro: a insuficiência de armazenagem nas propriedades rurais e nas estruturas públicas e privadas. O descompasso entre produção e capacidade de estocagem tem pressionado a logística, elevado custos e reduzido o poder de negociação dos produtores.

Atualmente, a capacidade de armazenagem de grãos no Brasil é estimada em cerca de 225 milhões de toneladas, volume ainda insuficiente diante da produção nacional. O cenário obriga grande parte da safra a ser escoada imediatamente após a colheita, o que gera filas em unidades recebedoras, aumento do custo do frete e maior dependência de compradores no momento da entrega.

Mato Grosso concentra maior produção, mas enfrenta déficit estrutural

Mesmo sendo o maior produtor de grãos do país, Mato Grosso também convive com limitações significativas em sua infraestrutura de armazenagem. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o estado possui capacidade instalada de cerca de 57,9 milhões de toneladas.

Esse volume representa aproximadamente 52% da produção total de grãos do estado, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), chegando a 56% quando consideradas apenas as culturas de soja e milho. O resultado é um déficit estimado em 45,28 milhões de toneladas, evidenciando um gargalo estrutural persistente.

Silo bolsa ganha espaço como alternativa nas propriedades rurais

Diante desse cenário, o uso do silo bolsa tem se consolidado como alternativa prática e de menor custo para armazenagem temporária dentro das fazendas, especialmente durante o pico da colheita.

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O vice-presidente Oeste da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Gilson Antunes de Melo, destaca que a falta de estrutura adequada impacta diretamente a autonomia do produtor.

“Quando chega o momento da colheita, o produtor muitas vezes não tem onde armazenar a produção. Em várias cidades há poucos armazéns e todos colhem no mesmo período, o que gera filas e atraso na logística. Isso afeta a colheita, reduz produtividade e compromete a rentabilidade, deixando o produtor dependente do mercado no momento da entrega”, explica.

Segundo ele, a ausência de estrutura própria impede o produtor de escolher o melhor momento de venda, reduzindo margens de negociação.

Baixo custo e flexibilidade impulsionam adoção da tecnologia

Ainda segundo Gilson Antunes, o silo bolsa se tornou uma das soluções mais viáveis diante do déficit de armazenagem.

“O silo bolsa se encaixa perfeitamente nesse cenário. Ele tem custo de implantação mais baixo, mantém a qualidade dos grãos e permite que o produtor segure a produção até um momento mais favorável de mercado, o que normalmente resulta em melhores preços”, afirma.

A solução é especialmente utilizada na segunda safra, quando a concentração da colheita aumenta a pressão sobre a infraestrutura existente.

Produtor destaca ganhos em rentabilidade e autonomia

O produtor rural de Campos de Júlio (MT), Ivo Frohlich Júnior, relata que a adoção do silo bolsa trouxe mudanças importantes na estratégia de comercialização do milho.

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Segundo ele, a principal vantagem está na possibilidade de venda em momentos mais favoráveis do mercado, especialmente na entressafra.

“Na entressafra, conseguimos preços melhores, o que compensa os custos do sistema. Além disso, o silo bolsa reduz gastos com frete e armazenagem em estruturas de terceiros, garantindo mais autonomia para negociar com diferentes compradores”, explica.

O produtor destaca ainda que a ferramenta reduz a dependência de tradings e amplia o poder de decisão dentro da propriedade.

“O produtor ganha liberdade para vender quando quiser e para quem quiser. Isso evita perdas de margem e melhora a gestão da produção”, complementa.

Ferramenta estratégica, mas desafio estrutural permanece

Apesar da expansão do uso do silo bolsa, especialistas e entidades do setor reforçam que a solução é complementar e não substitui a necessidade de investimentos em armazenagem fixa.

O crescimento contínuo da produção agrícola no estado mantém o desafio estrutural em evidência, com a necessidade de ampliação da capacidade de estocagem como uma das pautas estratégicas para o fortalecimento da competitividade do agronegócio mato-grossense.

Enquanto isso, o silo bolsa segue como uma alternativa essencial para garantir fluidez à colheita, reduzir gargalos logísticos e ampliar a autonomia do produtor rural no momento de comercialização da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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