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Operação tapa-buraco atende 39 bairros em 50 dias de ação intensiva

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A Prefeitura de Cuiabá completou 50 dias de mutirão da operação tapa-buraco, atendendo 70 pontos em 39 bairros da capital. Coordenada e executada pela Secretaria Municipal de Obras Públicas, a ação tem como objetivo melhorar a infraestrutura urbana, garantir mais segurança para motoristas e pedestres e prolongar a vida útil do pavimento.

Ao todo, 37 avenidas e 29 ruas foram revitalizadas, incluindo locais de grande fluxo de veículos e pedestres, como a Ponte Sérgio Motta, o estacionamento do Parque das Águas, a Travessa Nhambiquara e a Ponte Quidauguro.

O mutirão iniciou em 6 de janeiro, por determinação do prefeito Abilio Brunini, que priorizou a execução de serviços essenciais para garantir a integridade das vias e a segurança da população.

O cronograma de atendimento é elaborado por engenheiros da Secretaria de Obras Públicas, que levam em consideração pontos críticos da cidade, vias de grande circulação e, neste período letivo, locais próximos a escolas e com alto fluxo de alunos.

Além disso, a população pode contribuir com o planejamento das intervenções registrando suas demandas pelo ZapObras, canal disponível no WhatsApp pelo número (65) 9 9216-0484.

“O tapa-buraco é um serviço essencial para a mobilidade urbana, e estamos intensificando os trabalhos para recuperar o maior número possível de vias. Seguimos um rigoroso padrão técnico para garantir a durabilidade do serviço e evitar retrabalho. Nosso compromisso é proporcionar mais segurança e conforto para motoristas, pedestres e ciclistas que circulam pela cidade diariamente”, afirmou o secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira.

Entre os bairros contemplados estão: São Gonçalo Beira Rio, Centro, Cidade Alta, Tijucal, Quilombo, Porto, CPA IV, Carumbé, Morada da Serra, Dom Aquino, Jardim Paulista, Jardim Europa, Quilombo, Despraiado, Bandeirantes, Lixeira, Jardim Cuiabá, Dr. Fábio, Jardim Imperial, Bosque da Saúde, Jardim Leblon, Pedregal, Ribeirão do Lipa, Terra Nova, Pedra 90, Belita Costa Marques, Boa Esperança, Nova Esperança II, Jardim Aroeira, Primeiro de Março, Campo Velho, Grande Terceiro, Jardim Passaredo, São Mateus, Jardim Shangri-lá, Santa Terezinha, Santa Isabel e Chácara dos Pinheiros.

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Durante a execução dos serviços, medidas de segurança são adotadas, como o isolamento das áreas de trabalho com fitas zebradas e sinalização visível para garantir a fluidez do trânsito. Nos casos em que há necessidade de bloqueio total da via, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) coordena desvios para minimizar transtornos.

Confira a lista completa de avenidas e ruas atendidas pelo mutirão

Avenidas

– Avenida Getúlio Vargas

– Avenida Isaac Póvoas

– Avenida 13 de Junho

– Avenida Generoso Ponce

– Avenida das Torres

– Avenida Traçaia

– Avenida Tenente Coronel Duarte

– Avenida Dr. Hélio Ribeiro

– Avenida Waldir Sebastião Maciel

– Avenida Joaquim Gomes Moreno

– Avenida Mário Palma

– Avenida Miguel Sutil

– Avenida Fernando Côrrea

– Avenida Sebastião de Oliveira

– Avenida Beira Rio

– Avenida Tancredo Neves

– Avenida Parque do Barbado

– Avenida Archimedes Pereira Lima

– Avenida Érico Preza

– Avenida Governador Dante Martins de Oliveira (Avenida dos Trabalhadores)

– Avenida Jurumirim

– Avenida Oátomo Canavarros

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– Avenida Curió

– Avenida Gonçalo Antunes de Barros

– Avenida Carmindo de Campos

– Avenida Dr. Hélio Ponce de Arruda

– Avenida General Mello

– Avenida São Sebastião

– Avenida Florinda Negrão

– Avenida Dra. Marua A. G. Mendes

– Avenida Manoel José de Arruda

– Avenida Coronel Escolástico

– Avenida F

– Avenida Newton Rabello

– Avenida do CPA

– Avenida W

Ruas

– Rua da Caridade

– Rua Sapazal

– Rua D

– Rua São Matheus

– Rua São Lucas

– Rua Ametista

– Ruas 4, 5 e 6

– Rua Camboja

– Rua São Gonçalo

– Rua Coreia

– Rua Tóquio

– Rua Clara Nunes

– Rua Orivaldo de Souza

– Rua Bernardo de Oliveira

– Rua Trinta e Oito

– Rua Pedro Fernandes

– Rua Coronel José Pereira Diniz

– Rua Vinte de Setembro

– Rua Cinquenta e Dois

– Rua Oito

– Rua Governador Arnaldo de Figueiredo

– Rua Caruaru

– Rua 19

– Rua Tenente Lira

– Rua Desembargador Trigo de Loureiro

– Rua Odorico Tocantins

– Rua Poxoréo

– Rua Luís Philippe Pereira Leite

#PraCegoVer

A imagem mostra seis operadores realizando o rastreamento de lama asfáltica colocada na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), no bairro Dom Aquino. Eles estão usando uniformes laranja com coletes refletivos. Ao fundo, é possível ver um ônibus com o letreiro indicando o itinerário “313 – PRAINHA”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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EUA ampliam exportações de etanol e acirram concorrência com o Brasil

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Os Estados Unidos exportaram aproximadamente 5,34 bilhões de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, avanço de 13% sobre igual período do ano anterior, segundo a Renewable Fuels Association (RFA). O crescimento dos embarques amplia a concorrência para o Brasil e mostra a força de uma indústria sustentada por um mercado doméstico de grande escala, apesar de uma mistura menor do biocombustível na gasolina.
Nos EUA, a produção de etanol foi de aproximadamente 160 milhões de litros por dia, conforme dados da agência de energia americana, a EIA, publicados no dia 30 de setembro. O número representa o ritmo registrado naquela semana, sem equivaler a um balanço anual.
A aparente contradição está nas bombas. Enquanto a gasolina comum brasileira contém 32% de etanol, a mistura predominante no mercado americano é o E10, com 10%. O percentual menor, contudo, incide sobre uma quantidade muito maior de combustível comercializado.
Na mesma semana de setembro, o volume de gasolina fornecido ao mercado americano, usado pela EIA como referência de consumo, foi de aproximadamente 1,38 bilhão de litros por dia. Essa quantidade já inclui o etanol misturado ao combustível. É a dimensão desse abastecimento que permite absorver uma produção elevada do biocombustível.
Uma conta ilustrativa ajuda a entender: 10% de um mercado de 400 bilhões de litros representam 40 bilhões de litros de etanol. Já 32% de um mercado de 100 bilhões correspondem a 32 bilhões. A comparação dos percentuais, isoladamente, não mostra quantos litros chegam aos consumidores.
Enquanto ampliam as exportações, os EUA importaram menos de 1,9 milhão de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, segundo a RFA. O contraste reforça o peso da produção doméstica no abastecimento americano.
Esses números mostram que uma expansão do consumo nos EUA encontra uma indústria doméstica capaz de disputar o fornecimento. Para o exportador brasileiro, uma mistura maior abre oportunidades, mas os embarques dependem dos preços, dos custos de transporte, das condições de acesso e da disponibilidade do produto americano.
Os dois países também organizam o abastecimento de maneiras diferentes. No Brasil, a mistura obrigatória de 32% vale para a gasolina comum e a comum aditivada desde 1º de agosto de 2026. A medida tem duração inicial de 180 dias, com possibilidade de uma prorrogação por igual período. Na gasolina premium, o teor permanece em 25%.
Além disso, o motorista brasileiro dispõe do etanol hidratado para abastecer veículos flex. Esse mercado depende da relação entre o preço dos combustíveis e o rendimento do automóvel. A demanda nacional, portanto, reúne tanto o etanol adicionado à gasolina quanto o vendido diretamente ao consumidor.
Nos EUA, o E10 convive com o E15, de até 15%, e com misturas mais elevadas para veículos compatíveis. Os postos não são obrigados a oferecer E15. A ampliação das vendas envolve equipamentos adequados, disponibilidade de combustível e regras de comercialização.
Restrições relacionadas às emissões evaporativas afetam a venda de E15 durante o verão em partes do país. Em 2026, a agência ambiental americana, a EPA, concedeu uma autorização excepcional para permitir sua comercialização nessa estação. A previsibilidade das regras continua relevante para os investimentos na distribuição.
O Brasil deve produzir 41,88 bilhões de litros de etanol na safra 2026/27, aumento de 11,7% sobre a temporada anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A expansão reforça a importância de ampliar o consumo nas bombas e conquistar compradores externos. Nessa disputa, os Estados Unidos combinam uma indústria de grande escala com um mercado que absorve volumes elevados mesmo usando uma mistura menor de etanol na gasolina.
O levantamento brasileiro, divulgado em agosto, estima 29,98 bilhões de litros de etanol de cana e 11,91 bilhões de litros do combustível produzido a partir do milho. O crescimento previsto é de 9,7% e 17%, respectivamente. São projeções para a safra em andamento, que inclui parte de 2027.
A safra de cana está na segunda metade da colheita e da moagem no Centro-Sul, onde as chuvas de setembro reduziram o ritmo dos trabalhos. No Nordeste, a temporada começou mais recentemente. A fabricação de etanol de milho segue outro calendário, com usinas que operam ao longo do ano.
Para o campo brasileiro, o avanço do etanol tem efeitos distintos. A expansão das usinas de milho amplia as alternativas de venda do cereal. Uma demanda maior também pressiona o custo da matéria-prima para quem fabrica o combustível, conforme a oferta da safra e os estoques disponíveis.
O etanol de cana conta ainda com rotas de produção reconhecidas pela EPA na categoria de biocombustíveis avançados, sujeitas a requisitos ambientais. Esse enquadramento permite disputar mercados que valorizam a redução de emissões.
Com a oferta brasileira em crescimento, o resultado para a cadeia dependerá da capacidade de transformar produção em consumo. A mistura na gasolina, a escolha dos motoristas e as exportações precisam acompanhar os novos volumes para sustentar a remuneração das usinas e dos produtores de matéria-prima.

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Fonte: Pensar Agro

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