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Nova Rota de Turismo Rural Revitaliza a Região de Maringá

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A Expoingá foi palco do lançamento da nova rota de turismo rural da região de Maringá, denominada “Turismo Rural em Rota”. Esta iniciativa é fruto de uma colaboração entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Sebrae-PR, Sindicato Rural de Maringá, Sociedade Rural de Maringá e a prefeitura local. Atualmente, nove propriedades fazem parte do roteiro, com outras em fase de preparação para futura inclusão. O evento de lançamento ocorreu durante o IV Fórum de Turismo Rural, parte da feira agroindustrial.

A “Turismo Rural em Rota” reúne propriedades próximas, criando um trajeto repleto de atrações para lazer e passeio. Desde agosto de 2022, ações foram tomadas para identificar e preparar essas propriedades. Produtores locais recebem suporte técnico do IDR-Paraná, que oferece capacitação e orientações sobre como melhorar a apresentação e divulgação dos locais. Daniele Bertaglia Vieira Begosso, extensionista do IDR-Paraná, destaca que a nova rota também busca reduzir o isolamento das propriedades mais afastadas.

“Estamos trabalhando com essas propriedades há um ano e meio, capacitando agricultores e formatando os espaços para que possam receber turistas da melhor forma possível. Agora, nosso foco é divulgar essas propriedades, incluindo as mais distantes, que também oferecem belos atrativos turísticos”, afirma Daniele.

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O evento contou com a presença do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, e do diretor-presidente do IDR-Paraná, Richard Golba. Ambos sublinharam a importância da iniciativa para a preservação ambiental e geração de renda para os agricultores. “O turismo rural é uma atividade econômica que não causa impacto negativo no planeta. Pelo contrário, as propriedades que se preparam para receber turistas cuidam melhor dos recursos naturais, criando um ambiente limpo e agradável. Esta rota é uma declaração de amor ao nosso meio ambiente”, disse Richard Golba.

Natalino Avance de Souza ressaltou a importância do turismo para a geração de renda. “Os cidadãos urbanos gostam de visitar o campo por suas memórias afetivas, pois muitos têm raízes rurais. O desafio das propriedades é atender bem esses turistas, atraindo visitantes de fora para gerar riqueza no campo. O turismo rural cumpre essa função”, afirmou o secretário. Ele lançou o desafio de aumentar de nove para 90 o número de propriedades cadastradas na rota em um ano, oferecendo o apoio da Secretaria da Agricultura para alcançar essa meta.

Fórum de Turismo Rural: Fortalecendo Tradições e Comunidade

Com o tema “O Turismo Rural Fortalecendo Nossas Raízes”, o IV Fórum de Turismo Rural incluiu palestras de Anna Vargas de Faria, da secretaria estadual do Turismo, sobre programas governamentais para o setor, e de Sandra Corbari, turismóloga e professora da Universidade Estadual do Centro-Oeste, que abordou o turismo de base comunitária.

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Além das palestras, dois agricultores da região compartilharam suas experiências no turismo rural, promovendo uma valiosa troca de conhecimentos com os participantes. Um dos casos de sucesso apresentados foi o programa Mulheres do Café, detalhado pela extensionista do IDR-Paraná, Luciana de Morais.

Maringá: Um Destino Turístico Encantador

Maringá é o polo da região turística Encantos dos Ipês, conhecida por sua riqueza histórica e pela beleza das floradas das árvores símbolo. Composta por 31 municípios, a região oferece um equilíbrio entre progresso socioeconômico e preservação ambiental. Os turistas podem contemplar igrejas, santuários e templos de arquitetura grandiosa, praticar esportes e degustar cervejas artesanais premiadas. Além disso, há inúmeras opções de lazer para famílias que desejam se conectar com as tradições e sabores do campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita da cana para produção de melado começa no Rio Grande do Sul e produtores aguardam maior rendimento das lavouras

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A colheita da cana-de-açúcar destinada à produção de melado já teve início na região administrativa de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. O avanço da safra ocorre em meio à expectativa dos produtores por melhores índices de produtividade e maior aproveitamento industrial da matéria-prima.

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo, predominando a fase de alongamento do colmo. Esse estágio é considerado fundamental para o acúmulo de açúcares e para a definição do potencial produtivo da cultura.

Variedade Rachadinha atinge ponto ideal para colheita

Segundo a Emater/RS-Ascar, a variedade Rachadinha já alcançou o nível de maturação adequado para o corte. Com isso, duas agroindústrias instaladas no município de São Paulo das Missões iniciaram a colheita da safra atual para abastecer a produção de melado.

O início das atividades marca a abertura gradual da temporada de processamento da cana na região, importante para a geração de renda de produtores e agroindústrias familiares ligadas à cadeia produtiva.

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Produtores apostam em maior desenvolvimento das lavouras

Apesar do início da colheita em algumas áreas, grande parte dos produtores optou por adiar o corte. A estratégia busca garantir maior desenvolvimento das plantas, elevando o rendimento industrial e aumentando o volume de matéria-prima disponível para processamento.

A expectativa é que o prolongamento do ciclo permita melhores resultados tanto na produtividade por hectare quanto na qualidade da cana destinada à fabricação de melado e outros derivados.

Mercado mantém remuneração atrativa

Em relação aos preços, a Emater/RS-Ascar informa que os produtores da região estão recebendo, em média, R$ 136,63 por tonelada de cana-de-açúcar. O valor contribui para manter o interesse dos agricultores na atividade e reforça a importância econômica da cultura para diversos municípios do noroeste gaúcho.

Com a evolução das lavouras e o avanço gradual da colheita, a expectativa do setor é de uma safra com bom desempenho produtivo, favorecendo o abastecimento das agroindústrias e fortalecendo a cadeia da cana-de-açúcar voltada à produção de melado no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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