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Nova diretoria do Conselho Municipal de Educação toma posse em Cuiabá

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A sede da Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá foi palco, na manhã desta terça-feira (29), da cerimônia de posse dos novos conselheiros e suplentes do Conselho Municipal de Educação (CME). Além da posse, o evento foi marcado pela eleição da nova diretoria da entidade, que será presidida pela professora Regina Lúcia Borges Araújo pelos próximos três anos.

Durante a solenidade, também foram definidos os demais cargos da diretoria: André Luis Augusto Martins assumirá como vice-presidente; Renato de Figueiredo será o presidente da Câmara de Educação Infantil (CEI); e a presidência da Câmara de Ensino Fundamental e Normas (CEFLN) ficará sob responsabilidade de Adriana do Carmo Ribeiro de Souza Cruz.

Presente no ato, o secretário municipal de Educação, Amauri Monge, destacou a importância do processo democrático que compôs o novo colegiado. “A oxigenação do Conselho é fundamental para mantermos a educação de Cuiabá viva e em constante evolução. Agradecemos à professora Andréa Santos e a toda a diretoria que encerra seu ciclo por sua dedicação e compromisso com a qualidade da nossa educação”, afirmou.

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A nova presidente do CME, Regina Lúcia, ressaltou o papel estratégico do Conselho para o município. “Esse é um momento de transição muito importante. O Conselho é o órgão que orienta, fiscaliza e também normatiza o sistema municipal de ensino. Ele garante que haja diálogo entre a gestão pública e a sociedade civil, assegurando que as políticas educacionais sejam construídas de forma democrática”, explicou.

Ela ainda pontuou que, ao ser escolhida pelos pares, assume um compromisso com a pluralidade e o fortalecimento das instituições de ensino. “Nós não somos indicados, somos eleitos pelos nossos colegas. Isso mostra a legitimidade e a confiança depositada em nosso trabalho”, concluiu Regina.

Estiveram presentes o presidente do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso, conselheiro Gelson Menegatti Filho, e o secretário de Esportes do município, Jefferson Neves.

Conselheiros titulares e suplentes empossados:

  1. Regina Lúcia Borges Araújo

  2. Fábia Elaine Ferreira de Melo

  3. Luiz Celso Costa Novaes

  4. Cecília Batista Duarte Campos

  5. Adriana Vicente

  6. Anna Flávia de Jorge dos Santos

  7. Carla da Silva Ferreira

  8. Silva Rosa Oliveira

  9. Daiana Ibanez da Silva

  10. Isabella Maria Curvo Bezerra Santiago

  11. Annyê de Moraes Gonçalves César

  12. Hellon Diego Lima Barbosa

  13. Danilo Gaiva Magalhães dos Santos

  14. Adriana do Carmo Ribeiro de Souza Cruz

  15. André Luis Augusto Martins

  16. Jequesonvan Manoel Gomes

  17. Jesuel Ferreira da Silva

  18. Edemilson Ervando da Silva

  19. Sérgio Henrique Lacerda Gabriel

  20. Denis de Moraes Dias dos Santos

  21. Cristiane Almeida da Silva

  22. Edilaine Maria Mendes Ferreira

  23. José Pereira Filho

  24. Francisco Janderson Pereira Cavalcante

  25. Edineia Clara Corrêa Marim Marques

  26. Daiene Raíssa Santos Cavalcanti

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Trump adia medidas para ampliar importação de carne bovina nos EUA e mercado acompanha impacto sobre Brasil e pecuária global

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou a assinatura de decretos que poderiam ampliar temporariamente as importações de carne bovina para o mercado norte-americano e estimular a recomposição do rebanho bovino dos EUA. A informação foi divulgada pelo jornal The Wall Street Journal e movimentou o mercado internacional de proteínas animais nesta semana.

As medidas estavam previstas para serem anunciadas na segunda-feira (11), mas acabaram suspensas de última hora, segundo fontes da Casa Branca. O pacote tinha como principal objetivo conter a inflação da carne bovina nos Estados Unidos, que segue pressionando o consumidor norte-americano mesmo após desaceleração em outros alimentos.

Entre as ações em estudo estavam a suspensão temporária de contingentes tarifários para carne bovina importada, permitindo maior entrada do produto com tarifas reduzidas, além da ampliação de linhas de crédito para pecuaristas dos EUA e flexibilizações ambientais relacionadas à proteção de predadores que atacam rebanhos.

Brasil permanece no centro das atenções do mercado internacional

A possibilidade de aumento das importações norte-americanas colocou o Brasil novamente no foco do comércio global de proteínas animais. O mercado passou a especular sobre uma eventual ampliação da participação brasileira no abastecimento dos EUA, especialmente após o encontro recente entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As expectativas sobre maior entrada de carne bovina brasileira chegaram a pressionar os contratos futuros de gado nos Estados Unidos. Na Bolsa Mercantil de Chicago, os contratos de gado para agosto encerraram em queda de 0,5%, refletindo receios de aumento da oferta no mercado interno norte-americano.

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O Brasil já ocupa posição estratégica no fornecimento global de carne bovina e vem ampliando sua presença internacional diante da forte demanda externa e da competitividade do setor pecuário nacional.

Rebanho dos EUA atinge menor nível em 75 anos

O mercado pecuário norte-americano enfrenta um dos momentos mais delicados das últimas décadas. O rebanho bovino dos Estados Unidos atingiu o menor patamar em 75 anos, resultado de uma combinação entre seca prolongada, aumento dos custos de alimentação animal e descarte acelerado de matrizes.

Com preços elevados do gado, muitos produtores optaram por ampliar o abate em vez de manter animais para reprodução, reduzindo ainda mais a capacidade de recuperação do rebanho.

Diante desse cenário, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta importações recordes de carne bovina em 2026. A estimativa é que o país importe cerca de 5,8 bilhões de libras de carne bovina neste ano, avanço de aproximadamente 6% em relação a 2025 e crescimento de 25% frente a 2024.

Alta da carne bovina segue pressionando inflação nos EUA

Mesmo após medidas anteriores adotadas pela gestão Trump, os preços da carne bovina continuam em trajetória de alta no mercado norte-americano.

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Dados recentes do índice de preços ao consumidor mostram que a carne bovina ficou 12,1% mais cara em abril na comparação anual. Desde o retorno de Trump à presidência, em janeiro de 2025, o produto acumula alta superior a 16%.

No ano passado, o governo norte-americano já havia ampliado significativamente as importações de carne da Argentina e retirado tarifas adicionais aplicadas à carne bovina e ao café brasileiros. Apesar disso, o impacto sobre os preços finais ao consumidor foi considerado limitado.

Mercado avalia efeitos sobre pecuaristas e consumidores

Especialistas do setor acreditam que o aumento das importações pode ajudar parcialmente indústrias de hambúrgueres e redes de alimentação rápida, especialmente pela maior oferta de carne magra utilizada na produção de carne moída.

Ainda assim, analistas avaliam que a entrada adicional de produto importado dificilmente provocaria uma queda significativa nos preços ao consumidor final.

Entidades ligadas à pecuária norte-americana também demonstram preocupação com possíveis efeitos sobre os produtores locais. Representantes do setor afirmam que o aumento das importações pode reduzir o estímulo à recomposição do rebanho interno e pressionar pequenos pecuaristas.

O cenário mantém o mercado global de proteína animal em alerta, com impactos diretos sobre preços, exportações brasileiras, competitividade internacional e perspectivas para a cadeia pecuária nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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