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Nestlé investe em inovação aberta para impulsionar produtividade e qualidade de vida para produtores de cacau no Brasil

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A Nestlé, por meio da sua plataforma de inovação aberta Panela e do Nestlé Cocoa Plan (NCP) –maior programa de sustentabilidade da cacauicultura brasileira–, está implementando projetos pilotos em fazendas produtoras de cacau na Bahia e no Pará com o objetivo de atuar em desafios prioritários da cadeia, como falta de saneamento básico, de tratamento de água e esgoto, e gestão das propriedades. A parceria com startups resultou em três iniciativas.

Com a startup Zero Esgoto, foi desenvolvida uma solução alternativa de saneamento básico para 20 fazendas de cacau em regiões de acesso restrito à rede de esgoto, na Bahia. Foram implantadas miniestações de tratamento de esgoto (ETEs) que, a partir de uma solução de filtração mecânica e tratamento biológico, torna os resíduos de esgoto em água tipo 2, conforme padrões do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

Já com a startup Água Camelo, a solução foi o tratamento de água em duas fazendas de cacau, também em regiões de difícil acesso. A solução encontrada foi a instalação de filtros e procedimentos de uso para a qualificação da água tratada. Esse piloto seguirá para um segundo momento, unindo o Panela e a startup, para avaliação e ajuste do modelo de negócio com uso de novas tecnologias digitais que viabilizem a escalabilidade da iniciativa.

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O terceiro piloto, com a startup Labor Rural, é mais longo porque considera um ciclo anual completo de cultivo do cacau. A iniciativa vem trabalhando na evolução da gestão de 25 fazendas no Pará, inseridas ou não no Nestlé Cocoa Plan, com uma visão integral do plantio e dos diferentes momentos e necessidades da safra. Esse piloto seguirá em curso até agosto de 2024.

“Como uma empresa de grande escala, temos o compromisso de buscar soluções inovadoras e sustentáveis para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões produtoras de cacau, promovendo não apenas a prosperidade econômica, mas também o bem-estar social e ambiental. Por se tratar de desafios enormes e sistêmicos, iniciamos a implementação das soluções propostas pelas startups para avaliar a eficácia na resolução da falta de acesso à água, bem como na abordagem da ausência de instalações sanitárias e práticas de gestão de resíduos nas fazendas. Após análise dos resultados finais, avaliaremos caminhos e parcerias para os próximos passos dos projetos.”, afirma Barbara Sapunar, diretora executiva de Business Transformation da Nestlé Brasil.

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Fonte: Nestlé

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

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Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

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Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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