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Mutirão de limpeza atenderá 50 bairros de Cuiabá simultaneamente

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A Prefeitura de Cuiabá realizará um grande mutirão de limpeza no dia 8 de abril, em comemoração aos 306 anos da capital. A ação atenderá 45 praças, 16 bolsões de descarte irregular, córregos, áreas verdes, unidades de saúde e avenidas da cidade. Ao todo, 51 bairros serão contemplados.

O mutirão contará com a participação de servidores municipais, vereadores, entidades e apoiadores, que estarão mobilizados das 7h às 16h. O encerramento da ação acontecerá no Parque das Águas.

A ação é determinação do prefeito Abilio Brunini, que decidiu priorizar a limpeza da cidade ao invés de realizar shows. A ação ocorre diante dos decretos de Calamidade Financeira e de Emergência em Saúde por conta do avanço de doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti

Os bairros atendidos foram apontados pelo relatório emitido pela Secretaria de Saúde, com maiores incidências de casos de dengue e chikungunya.

Sendo eles: Alvorada, Jardim Araçá, Barra do Pari, Centro, CPA III, Residencial Despraiado, Jardim Fortaleza, Jardim Industriário, Jardim Vitória, Jardim Leblon, Morada do Ouro, Novo Paraíso, Pedra 90, Pedregal, Residencial Coxipó, Ribeirão do Lipa, Santa Helena, Santa Rosa, Santa Terezinha, São João Del Rey, Sonho Meu, Voluntários da Pátria, Bosque da Saúde, Quilombo, Carumbé, Nico Baracat, Alice Novak, Doutor Fábio I, Doutor Fábio II, Altos da Serra I, Parque Cuiabá, Cophamil, Parque Mariana, Três Barras, Ponte de Ferro, Santa Marta, Areão, Poção, Jardim Imperial II, Jardim das Oliveiras, Altos do São Gonçalo, Real Parque, Jardim Pauliceia, Osmar Cabral, Recanto do Sol, Imperial I, Jardim Passaredo, Altos do Parque I e Distrito do Pequizeiro.

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Os trabalhos contarão com o suporte de oito pás-carregadeiras, quatro retroescavadeiras, 18 caminhões-caçamba, 12 tratores e uma retroescavadeira hidráulica (PC). Durante o dia de atividade, as ações estarão concentradas nas praças da cidade, enquanto os demais pontos serão atendidos pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), que atuará com equipes especializadas. A expectativa é a remoção de aproximadamente 2,7 mil toneladas de resíduos.

Além da limpeza, alunos da rede municipal de ensino farão o plantio de mudas, e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano promoverá a doação de mudas frutíferas na Praça Oito de Abril, conhecida como Praça do Choppão.

A população que deseja participar do mutirão deve ir preparada com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como sapato fechado, calça, camiseta de manga longa, chapéu, óculos de proteção e protetor solar.

O evento contará com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso e do Corpo de Bombeiros Militar, responsáveis pela segurança e suporte aos participantes.

A ação mobilizará todas as secretarias do Executivo Municipal, sob a coordenação geral do secretário de Cultura, Johnny Everson, e da comissão organizadora, que conta com:

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Coordenação estratégica: secretário de Assuntos Estratégicos, Murilo Bianchini

Coordenação técnica: diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira

Coordenação de equipes: secretário de Esportes, Jefferson Neves

Coordenação de logística: secretário de Defesa Civil de Cuiabá, cel. Alessandro

Coordenação de comunicação: secretária de Comunicação, Ana Karla Costa

O mutirão conta ainda com o apoio de 28 entidades e parceiros, entre eles: Homens de Honra, Enchei-vos, Renovação Carismática Católica, Divina Providência, Legendários, Campistas, AORE, presidentes de bairros, Maçonaria, UMADECRE, Demolay, AD Madureira, Hoffman, Acubá, Ateliê de Projetos, Adventistas Calebe, Teimosos Brothers, Federação Beach Tênis, CT Bonifácia, Federação Beach Tênis CT Pantanal, ADNA, UNIVEST, Sorveteria Moreninha do CPA, Associação de Supermercados de Mato Grosso (ASMAT), Betel Automóveis e Puríssima.

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio Brunini ao lado dos secretários que integram a comissão organizadora do mutirão de limpeza, que será realizado no dia 8 de abril em comemoração ao aniversário de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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