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MSD Saúde Animal abre vagas em Programa de Residência para profissionais da pecuária

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A MSD Saúde Animal está oferecendo vagas no Programa de Residência Corporativa para profissionais recém-formados interessados em construir uma carreira na indústria farmacêutica, com foco na pecuária. As oportunidades estão disponíveis nos estados do Paraná, Minas Gerais e Goiás, com inscrições abertas até o dia 03 de junho através do site da empresa.

Iniciado em 2019, o Programa de Residência Corporativa faz parte da Universidade Corporativa da MSD Saúde Animal, visando enriquecer o ambiente de aprendizado e promover uma mentalidade de inovação, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. Através de uma abordagem prática e consistente, os residentes têm a chance de aprimorar suas habilidades e iniciar suas carreiras na indústria veterinária com uma base sólida.

Para concorrer às vagas, os candidatos devem ter concluído a graduação em Medicina Veterinária, Zootecnia ou Agronomia/Engenharia Agronômica entre dezembro de 2020 e março de 2024, além de possuir disponibilidade de 40 horas semanais. O processo seletivo inclui inscrições, testes online e entrevistas. Também está prevista uma live da MSD Saúde Animal em parceria com a Cia de Talentos no dia 15 de maio, às 18h, para esclarecer dúvidas sobre o Programa.

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Além da oportunidade de desenvolvimento profissional, os selecionados receberão uma bolsa-auxílio de R$2.945,00, seguro de vida e seguro saúde. O Programa também oferece um completo programa de desenvolvimento, certificado pela Universidade MSD Saúde Animal e pela FUMVET – Fundação Medicina Veterinária.

A MSD Saúde Animal reafirma seu compromisso com a Ciência para Animais mais Saudáveis, oferecendo uma ampla gama de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas, soluções e serviços de gestão de saúde. A empresa trabalha com foco no propósito de melhorar a vida das pessoas, a saúde e o bem-estar animal.

Serviço:

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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