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Semob promove curso de trânsito e capacita profissionais do SAMU em Cuiabá

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Com o objetivo de aprimorar as técnicas de trânsito e garantir mais segurança e eficiência no atendimento de emergências, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), realizou mais um curso de capacitação voltado para os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O treinamento ocorreu ao longo dessa semana, no auditório da Semob, e incluiu atividades teóricas e práticas.

A parte teórica foi ministrada pelos agentes Luciana Melo, Marcus Garé e Raimundo, que abordaram temas essenciais como direção defensiva, normas para veículos de emergência, condução segura, além de infrações e crimes de trânsito. Durante as aulas, foram discutidas legislações, práticas de prevenção de acidentes e estratégias para melhorar a mobilidade em situações de emergência.

Na fase prática, os agentes Carlos Henrique e Marcelo Careca, especialistas na condução de motocicletas, realizaram simulações para demonstrar técnicas específicas de pilotagem em áreas de difícil acesso, bem como a condução de viaturas em cenários urbanos complexos.

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Luciana Melo, supervisora de Educação para o Trânsito, destacou a importância do treinamento para os condutores do SAMU: “Eles atuam em situações de emergência, sendo responsáveis pelo transporte rápido e seguro de vítimas para unidades de saúde. Essa tarefa envolve riscos significativos, uma vez que a condução de veículos de emergência (ambulâncias e motolâncias) requer habilidades específicas, rapidez e atenção, além de uma conscientização sobre a segurança no trânsito. A capacitação é essencial para aprimorar as práticas dos nossos condutores, garantindo a segurança da equipe e dos usuários das vias públicas.”

O agente de trânsito Raimundo Ribeiro explicou que o curso atualizou procedimentos de segurança no local dos atendimentos a acidentes de trânsito, seguindo as diretrizes da Resolução nº 973/22 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “O treinamento reforçou a importância da correta utilização e posicionamento de barreiras de segurança para proteger os socorristas e as vítimas. O objetivo é claro: prestar um atendimento de excelência”, ressaltou Raimundo.

A secretária municipal de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni, concluiu destacando o compromisso da Semob: “O curso reforça o nosso empenho em qualificar os profissionais que atuam no atendimento pré-hospitalar, preparando-os para enfrentar os desafios do trânsito com responsabilidade e habilidade. A capacitação uniu teoria e prática de forma impactante, garantindo que os participantes estejam ainda mais preparados para salvar vidas com rapidez e segurança”, concluiu Zamproni.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Capim Tamani aumenta produtividade do feno em até 160% e amplia rentabilidade na pecuária

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A produção de feno segue como uma das principais estratégias para conservação de forrageiras na pecuária brasileira, garantindo oferta de alimento volumoso de qualidade ao longo do ano. No entanto, o custo do processo exige que produtores priorizem espécies com alto valor nutritivo e elevada produtividade por área.

Tradicionalmente, as gramíneas do gênero Cynodon spp. — especialmente o Tifton 85 — dominam esse mercado, devido à boa relação folha:colmo, elevado teor de proteína e facilidade no processo de secagem e enfardamento. Apesar dessas vantagens, o modelo apresenta limitações, como alto custo de implantação, já que a propagação ocorre majoritariamente por mudas, elevando a demanda por mão de obra e investimento inicial.

Capim Tamani ganha espaço na produção de feno

Diante desse cenário, alternativas mais econômicas vêm ganhando espaço no campo. Entre elas, o capim Tamani (Panicum maximum BRS Tamani) se destaca como uma opção eficiente tanto do ponto de vista produtivo quanto nutricional.

Já consolidado em sistemas de pastejo, integração lavoura-pecuária e consórcios com culturas como milho e sorgo para silagem, o Tamani também demonstra excelente desempenho na produção de feno.

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Do ponto de vista agronômico, a forrageira apresenta características altamente favoráveis à fenação, como:

  • Alta relação folha:colmo
  • Colmos finos, que aceleram a desidratação
  • Boa digestibilidade
  • Elevado teor de proteína

Esses atributos resultam em um feno de alto valor nutricional e maior eficiência no processo produtivo.

Produtividade supera Tifton 85 em estudo técnico

Com o objetivo de avaliar o potencial do Tamani, um estudo conduzido pela Semembrás em parceria com a MS.DC Consultoria comparou o desempenho da forrageira com o Tifton 85.

Os resultados foram expressivos. O capim Tamani apresentou produção de 4.137 kg/ha de massa seca, mais que o dobro do Tifton 85, que registrou 1.581 kg/ha — um incremento de 160%.

Mesmo com maior produtividade, o Tamani manteve níveis de qualidade equivalentes, com:

  • 19,5% de proteína bruta
  • 80,5% de digestibilidade
  • 62,5% de nutrientes digestíveis totais (NDT)
  • 34% de FDA
  • 58,5% de FDN
Ganho econômico pode ultrapassar R$ 7,6 mil por hectare

Além do desempenho agronômico, os ganhos econômicos chamam atenção. Considerando o preço médio da tonelada de feno, a maior produtividade do Tamani pode gerar um incremento de aproximadamente R$ 4 mil por hectare.

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Quando avaliado o potencial de produção de leite por área, os resultados são ainda mais relevantes. O feno de Tamani pode alcançar até 5.924 kg/ha de leite, enquanto o Tifton 85 fica em torno de 2.344 kg/ha — diferença de 153%.

Com base nos preços atuais do leite, isso representa um ganho adicional estimado em R$ 7.659,00 por hectare.

Alternativa estratégica para reduzir custos e aumentar eficiência

De forma geral, o capim Tamani se consolida como uma alternativa estratégica para produtores que buscam maior eficiência produtiva e redução de custos. Entre os principais diferenciais estão:

  • Menor custo de implantação
  • Facilidade de estabelecimento
  • Rápida rebrota
  • Alta produtividade por área
  • Manutenção do valor nutricional

Diante desses fatores, a forrageira se posiciona como uma solução viável para ampliar a rentabilidade da produção de feno no Brasil, atendendo às demandas de um setor cada vez mais orientado por eficiência e sustentabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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