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Ministro Carlos Fávaro Discute Estratégias para Fortalecer o Comércio Internacional com Exportadores Agropecuários

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu nesta terça-feira (17) com representantes de tradings companies — empresas exportadoras dos setores de proteínas, grãos e frutas — na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília. O encontro teve como objetivo apresentar as novas oportunidades comerciais geradas pela recente abertura de quase 300 mercados e discutir as demandas dos principais operadores do comércio internacional agropecuário.

Fávaro ressaltou que uma das principais prioridades do governo Lula é fortalecer as relações diplomáticas com países parceiros, o que tem gerado resultados positivos para o agronegócio brasileiro. Desde 2023, o Ministério da Agricultura realizou 74 missões internacionais, acompanhadas de delegações empresariais. “Essas missões resultaram na abertura de quase 300 novos mercados para produtos agropecuários brasileiros, o que significa mais exportação, mais renda e mais emprego para o setor”, afirmou o ministro.

Alinhamento de Estratégias para Potencializar Exportações

A reunião também teve como foco o alinhamento de estratégias para maximizar as oportunidades geradas por essa expansão de mercados. Fávaro enfatizou que o encontro foi uma oportunidade para ouvir os representantes das tradings e entender como o governo pode apoiar o setor para que essas novas oportunidades sejam transformadas em negócios concretos. “Estamos aproveitando o bom momento nas relações diplomáticas para ajustar processos técnicos e melhorar as condições de comércio, garantindo que as tradings possam se beneficiar sem comprometer a qualidade do processo”, explicou.

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Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, destacou a importância estratégica das tradings na viabilização das exportações, ressaltando a relevância da interação com os adidos agrícolas. “Os adidos desempenham um papel fundamental no apoio a questões sanitárias, promoção comercial e, de maneira geral, na facilitação do comércio”, afirmou.

Apoio Institucional ao Agronegócio Brasileiro

Laudemir Müller, representante da ApexBrasil, reafirmou o compromisso da instituição em promover a imagem do agronegócio brasileiro no exterior, posicionando o Brasil como uma referência global no setor.

Durante a audiência, os representantes das tradings também abordaram a eficiência das certificações eletrônicas, como o sistema e-Phyto, que tem contribuído para a agilidade e segurança das transações comerciais internacionais.

A reunião contou com a presença de outros membros importantes do Mapa, como o diretor de Promoção Comercial e Investimentos, Marcel Moreira; o diretor de Negociações Não-Tarifárias e de Sustentabilidade, Augusto Billi; a diretora de Negociações e Análises Comerciais, Ana Lucia Gomes; e Bruno Graça Simões, subchefe da Divisão de Promoção da Agricultura do Ministério das Relações Exteriores.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil crescem 32,8% na receita diária em junho de 2026 com alta de preços e embarques

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As exportações brasileiras de carne bovina — fresca, refrigerada ou congelada — registraram forte crescimento na receita média diária até a terceira semana de junho de 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, o avanço foi de 32,8%, refletindo a combinação entre aumento de embarques e valorização do produto no mercado internacional.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o faturamento médio diário passou de US$ 65,665 milhões em junho de 2025 para US$ 87,208 milhões em junho de 2026, indicando um desempenho mais robusto da cadeia exportadora brasileira de proteína animal.

Receita acumulada acompanha ritmo positivo das vendas externas

No acumulado até a terceira semana de junho, as exportações brasileiras de carne bovina somaram US$ 1,220 bilhão. No mesmo mês de 2025, o faturamento total foi de US$ 1,313 bilhão, conforme metodologia da Secex que prioriza a média diária para comparação de desempenho entre períodos.

O resultado reforça a tendência de crescimento do setor, mesmo em um cenário global marcado por oscilações de demanda e ajustes de preços internacionais.

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Embarques de carne bovina avançam 10,9% na média diária

O volume exportado também apresentou expansão no período analisado. A média diária de embarques de carne bovina alcançou 13,362 mil toneladas em junho de 2026, contra 12,052 mil toneladas por dia no mesmo mês do ano anterior, representando alta de 10,9%.

No total, os embarques chegaram a 187,080 mil toneladas até a terceira semana de junho deste ano, frente às 241,046 mil toneladas registradas em junho de 2025, considerando o fechamento completo do mês anterior como base comparativa da Secex.

O desempenho indica manutenção de ritmo consistente nas vendas externas, mesmo diante de ajustes na dinâmica global de consumo.

Preço médio da tonelada impulsiona resultado das exportações

A valorização da carne bovina brasileira no mercado internacional foi um dos principais fatores para o crescimento da receita.

O preço médio da tonelada exportada atingiu US$ 6.526,2 em junho de 2026, ante US$ 5.448,4 no mesmo período de 2025. O avanço de 19,8% reforça o ganho de competitividade e o posicionamento do Brasil como fornecedor relevante no comércio global de proteína animal.

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A alta nos preços contribuiu diretamente para elevar o valor gerado por tonelada embarcada, ampliando a rentabilidade das exportações.

Receita diária tem maior crescimento entre os indicadores

Entre os principais dados avaliados pela Secex, a receita média diária foi o indicador com maior variação positiva no período, crescendo 32,8% na comparação anual.

O desempenho supera tanto o avanço do volume exportado (+10,9%) quanto a valorização média da tonelada (+19,8%), evidenciando o impacto combinado de preços mais altos e maior fluxo de embarques.

Setor mantém tendência de expansão nas exportações

Os dados da Secex indicam um cenário de crescimento consistente para a carne bovina brasileira no mercado externo em junho de 2026. A combinação entre maior demanda internacional, valorização do produto e aumento no volume exportado sustenta o desempenho positivo da receita do setor.

Com isso, o Brasil reforça sua posição como um dos principais players globais na exportação de proteína bovina, com ganhos relevantes tanto em volume quanto em valor comercializado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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