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Desafios na Colheita: Paraná enfrenta perdas significativas em lavouras de milho

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O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná apresentou seu último relatório semanal, trazendo um panorama das condições climáticas e do cultivo nas principais regiões agrícolas do estado.

De acordo com o levantamento, a segunda safra de milho se encontra em diferentes estágios de desenvolvimento: 1% ainda em fase vegetativa, 13% em floração, 70% em frutificação e 16% já em fase de maturação. No entanto, um dado preocupante se destaca: cerca de 43% das lavouras não apresentam condições ideais, sendo 29% classificadas como médias e 14% como ruins.

O boletim também destaca o início da colheita em algumas regiões, como Campo Mourão, Francisco Beltrão e Irati. Embora ainda não representem uma porcentagem significativa do total estadual, as atividades já estão em andamento.

Detalhando as condições regionais, o Deral aponta desafios particulares em diferentes áreas. No Norte, muitas lavouras estão em fase de enchimento de grãos, porém enfrentam problemas devido ao déficit hídrico, resultando em perdas significativas além do esperado. A região Noroeste também enfrenta dificuldades devido à falta de chuvas há mais de um mês, afetando o potencial produtivo da cultura durante fases cruciais de crescimento.

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O déficit hídrico também afeta as regiões Oeste e Centro-Oeste, onde já se espera uma redução na produção em algumas localidades. Os sinais visíveis de problemas, principalmente durante as fases de floração e frutificação, aumentam as preocupações entre os produtores.

Diante desse cenário desafiador, agricultores e especialistas acompanham de perto as condições climáticas e adotam estratégias para minimizar as perdas e garantir a qualidade da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão recua na Bolsa de Nova York após sequência de altas e mercado acompanha avanço da safra brasileira

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Após semanas consecutivas de valorização, os preços do algodão passaram a registrar recuo na Bolsa de Nova York. A movimentação foi destacada em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, que aponta mudanças no cenário climático e no mercado global de commodities como os principais fatores de pressão sobre as cotações da pluma.

Segundo o instituto, o contrato do algodão com vencimento em julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação aos níveis observados no começo de março.

No entanto, o movimento perdeu força nos últimos dias, e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso, refletindo uma correção do mercado após a forte alta recente.

Clima nos EUA e petróleo influenciam mercado da pluma

De acordo com o relatório, a valorização observada anteriormente foi impulsionada por fatores como o conflito entre Estados Unidos e Irã, que elevou os preços internacionais do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos.

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Com a recuperação das condições climáticas nas regiões produtoras norte-americanas, o mercado passou a reavaliar os riscos relacionados à oferta global da fibra.

Outro fator que contribuiu para a retração das cotações foi a queda nos preços do petróleo. Esse movimento aumenta a competitividade das fibras sintéticas derivadas do petróleo em relação ao algodão, reduzindo parte da demanda pela fibra natural no mercado têxtil internacional.

Correções técnicas e safra brasileira ampliam pressão

Além dos fundamentos ligados ao clima e ao petróleo, o mercado também registrou movimentos de realização de lucros e correções técnicas após sucessivas sessões de valorização na Bolsa de Nova York.

O início da colheita da safra brasileira também passou a ocupar o radar dos investidores e agentes do setor.

O avanço da oferta de pluma no Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de algodão, tende a ampliar a disponibilidade global da fibra nas próximas semanas, cenário que pode continuar pressionando os preços internacionais.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda global

Mesmo com o recente recuo, analistas avaliam que o mercado do algodão ainda permanece sensível a fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

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A evolução da safra norte-americana, o ritmo das exportações brasileiras e o comportamento da demanda da indústria têxtil global continuarão sendo determinantes para a direção das cotações nos próximos meses.

Além disso, o setor acompanha de perto os movimentos do petróleo e das fibras sintéticas, que exercem influência direta sobre a competitividade do algodão no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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