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Minas Gerais Lança Plano Estadual para Florestas Plantadas

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O estado de Minas Gerais agora conta com o Plano Estadual Agrícola para o Desenvolvimento Sustentável de Florestas Plantadas, um documento estratégico elaborado para estruturar e impulsionar a cadeia da silvicultura. Coordenado pela Superintendência de Fomento Florestal, vinculada à Subsecretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural Sustentável da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o plano aborda temas como legislação de florestas plantadas, panorama do setor florestal no Brasil e em Minas Gerais, Selo Verde, Cadastro Ambiental Rural e a estruturação das cadeias produtivas do setor.

A silvicultura, que compreende o cultivo e o manejo sustentável de florestas, desempenha um papel fundamental na economia e na preservação ambiental do estado. De acordo com Miguel Ribon Júnior, superintendente de Fomento Florestal da Seapa, a iniciativa tem como objetivo oferecer uma visão estratégica do setor, facilitando o planejamento e a captação de investimentos, com foco especial nas oportunidades para micro e pequenas empresas.

“Esperamos que o documento contribua para o desenvolvimento de novos mercados, ampliação dos negócios, geração de emprego e renda nas comunidades rurais. Além disso, queremos incentivar os pequenos e médios produtores de florestas plantadas, promovendo o empreendedorismo e fortalecendo políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável”, destaca Ribon.

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A implementação do plano será conduzida pela Superintendência de Fomento Florestal, com o suporte da Câmara Setorial de Silvicultura, vinculada ao Conselho Estadual de Política Agrícola (Cepa).

Mais clareza para pequenos e médios produtores

Com a nova estratégia, a expectativa é que pequenos e médios produtores rurais tenham mais acesso a informações sobre linhas de financiamento para o setor, agroindústrias que utilizam matéria-prima oriunda de florestas plantadas, o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), além de treinamentos e orientações sobre técnicas de plantio, manejo e comercialização de produtos florestais.

Uma construção coletiva

A elaboração do plano contou com a colaboração de diversas entidades, incluindo o Núcleo de Gestão Ambiental e o Grupo de Trabalho de Florestas Plantadas. Também participaram do processo a Associação Mineira da Indústria Florestal (Amif), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), o Instituto Estadual de Florestas (IEF), o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (InvestMinas) e as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico (SEDE), Fazenda (SEF), Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e Planejamento e Gestão (Seplag).

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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